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O PASSAT GTS POINTER DO ELTON – POR “FÓRMULA FINESSE” E JEISON PAIM

identicon por Autoentusiastas
21/11/2021
em AE, Histórias dos Leitores






Ficamos naturalmente cerimoniosos quando temos a agradável tarefa de dirigir um carro tão bonito e cuja lembrança é tão cara para os entusiastas. Não seria diferente com o maravilhoso Passat do Elton, pintado naquele vermelho acetinado (liberdade poética, a cor é metálica) que brilha ao sol. Abre-se a ampla porta e encontra-se um banco Recaro que é decididamente mais largo do que o equipamento usado nas versões mais luxuosas do Santana, Voyage e Parati. O corpo se acomoda com muito mais facilidade e, apesar de ser um pouco mais duro do que o banco dos carros citados, é ainda mais macio do que os bancos do Gol GTS, ao menos é o que a memória reporta — mas convém lembrar que são décadas de “amaciamento” sobre esse Recaro, algum tônus muscular das espumas pode ter sido perdido.

O posto do motorista parece algo mais alto do que se imagina ao ver as fotos, coisa pouca mesmo. As mãos caem naturalmente sobre o volante de 380 mm de diâmetro, como do Santana, e a cabine mais ampla que a da família BX traz uma sensação bem agradável, de arejamento e visibilidade. Nada de painel satélite nesse VW e nem acionadores elétricos dos vidros, apenas manivelas finas e leves, o miolo do painel onde ficam os controles de ventilação e ar-condicionado são bem simples, parecem — e são — bem antigos, puro anos 1970. O console logo abaixo se redime ao apresentar o medidor da tensão (V) da bateria em tempo real (com motor ligado e alternador funcionando) e da temperatura do óleo no console, dando um toque mais “profissional” à instrumentação.

Retrato dos bons anos 1980

Hora de ligar o carro e dar umas bombadinhas no acelerador, voltando a aqueles tempos dos motores a álcool que pediam um toque do afogador quando frios. O AP800S acorda com força e exige um pouco de cuidado e paciência, já que ainda não está na temperatura perfeita de funcionamento. Não tranqueia mas também não estabiliza a marcha-lenta imediatamente (algo que nunca fará, como veremos mais adiante).

A ré exige um pouco de força no seu engate, o tipo de comprometimento que soaria esquisito a um motorista novato acostumado com as modernas caixas manuais, e que pareceria ainda mais estranho a quem está habituado apenas ao R das caixas automáticas, mas também não existe nem sinal de arranhar como acontece com algumas caixas VW no acionamento, causado unicamente por desacoplamento incompleto da embreagem.

Chegou em 1974 inovando com motor inclinado 20º para a direita e radiador ao lado do motor em vez de à frente, solução facilitada pelo ventilador do radiador acionado por motor elétrico

Ainda falando do câmbio, a alavanca é a mesma do Santana CL/GL, com uma manopla de pega bem anatômica, e que no carro testado tinha um certo desvio para a esquerda quando em primeira marcha. Primeira e segunda não são suaves no engrenamento, mas são bem precisas, melhora bastante na terceira e alcança o seu auge — que é o mais comum — na passagem para a quarta. A quinta entra fácil também, mas como na Parati testada anteriormente o movimento em diagonal pode pedir uma condução mais cuidadosa e pausada da alavanca, questão de costume até conseguir fazer trocas rapidíssimas para quinta, quando motorista e caixa estão quentes.

O volante de direção que é reportado como pesado e agarrante em manobras, perde peso com uma facilidade surpreendente ao menor movimento do carro, ganha vida e leveza ainda em velocidade baixíssima. Entramos na rodovia e começamos a exigir um pouco mais do motor. De antemão eu já tinha sido avisado que sua carburação carecia de ajuste fino: o segundo estágio estava funcionando quando queria, e antes de chegar a isso, o 1,8 amarrava bastante, parecendo saturado como se estivesse com meio afogador puxado o tempo todo. Ciente dessas imperfeições que apenas reforçam que um carro antigo não é um castelo de fadas como muitos imaginam, já tinha traçado um roteiro que não envolveria elevadas velocidades médias ou ultrapassagens fogosas, mas sim apenas um passeio sobre asfalto perfeito — sem trânsito — e pouco mais sinuoso do que eu lembrava, literalmente uma caminhada lúdica no campo. Só que faltou combinar isso com o Passat…

De repente estávamos na Alemanha sem precisar sair do Brasil

Pedigree de campeão

Mesmo lidando com certas limitações do motor, o carro começa a mostrar sua classe assim que temos a estrada só para nós (uma vicinal). A velocidade começa a crescer suavemente e o barulho aerodinâmico é perceptivelmente menor do que o observado na Parati GLS. A posição de dirigir é mais interessante e a alavanca de marchas parece que têm menos curso apesar de teoricamente igual. Soltar a quinta marcha e logo em seguida pedir de volta a quarta é cativante de verdade, o movimento é curto e parece que movemos mais o pulso do que o antebraço, coisa de carro quente mesmo, que provoca o motorista.

Contudo, em momento algum passamos dos quatro mil giros, as esticadas com o segundo estágio aberto caíam num certo fosso de potência, logo após a troca rápida de marcha. Apenas para registro, 4 mil rpm correspondiam a 140 km/h no velocímetro, em quinta, mas a essa velocidade real, por cálculo, o motor está 4.350 rpm.

Em meio a isto começa-se realmente a se encantar pela direção não assistida. Pequenos toques são dados para a direita e para a esquerda em seguida, sem motivo algum aparente, desejo talvez criado pela pura vivacidade que essa direção maliciosa transmite, como se fosse o aquecimento para fazer curvas com mais inspiração. E é nas curvas que o Passat GTS Pointer se revela de verdade; mesmo sem motor para estabilizar as tomadas como seria o ideal, começa-se a perceber que existe um comportamento muito seguro e sofisticado nesse VW. O carro entra firme na linha que você escolher, os pneus novos e a geometria bem planejada da suspensão sobram, e a direção aponta o carro com facilidade e leveza.

Verdadeiro convite para um dirigir extasiante!

Incentivados por esse comportamento exemplar, fomos obrigados a investigar um pouco mais as manhas do carro, mas sem moer ou exigir mais do que ele podia fazer, ainda estávamos sem respostas adequadas do motor em saída de curva, então, era possível apenas carregar um pouco de velocidade na entrada e deixar o conjunto lidar com ela no ápice.

Em uma curva um pouco mais fechada é possível sentir que o carro tem tendência a sair de frente: o volante perde um pouco de peso indicando que os pneus estão perdendo suavemente a aderência, mas logo em seguida a direção ganha peso e os pneus, grip. Se a velocidade for mantida ao longo da curva vamos ficar nesse jogo de prende e solta até o final dela. Parece meio dramático contado desse modo, mas a verdade é que são apenas sintomas sutis do limite chegando, o carro como um todo se arruma aliviando o pé ao exemplo de qualquer bom tração-dianteira.

Nunca devemos esquecer que em 1988 o Passat Pointer era o mais estável carro nacional — eu não deveria de forma alguma ficar surpreendido — mas ele é tão íntegro e seguro nas curvas que deixa a gente sorrindo satisfeito. Nunca irá gerar os números de aceleração lateral que o mundo moderno exige, mas as sensações proporcionadas são atemporais.

Sua mística não é por nada

No universo dos “quadrados”, talvez só o Passat GTS Pointer seja tão desejado e respeitado como o primeiro Gol GTi, é evidente que apesar de envelhecido em 1988 (o carro dessa matéria) e meio esquecido pela Volkswagen, esse poderia ser o carro a inaugurar a injeção eletrônica no Brasil, antes mesmo do próprio Gol (até o Santana merecia essa distinção antes). Ele tem um espaço legal, é leve aos comandos e têm uma dirigibilidade muito viva e muito segura. Como boa máquina do tempo que é — como todo carro antigo — entra-se nele e começa-se a relembrar de manias antigas como dar bombadinhas no acelerador, mesmo com o carro já quente, algo que não fizemos mais nos carros com injeção eletrônica. Um fantasma dos rachadores do passado nos apossa e sentimos crescer uma atitude ligeiramente beligerante atrás do volante, é prudente que essa sensação fique apenas ali mesmo, dentro da cabeça, mas a vontade de esticar um pouco mais esse carro é real, e como!

Só um mestre como Giorgetto Giugiaro para criar linhas tão apaixonantes

Agora entendo-o perfeitamente como melhor do que um Gol esportivo, ou Voyage ou Parati; o Jeison já tinha me avisado vivamente sobre isso, um carro não é apenas relação peso-potência e motor, é a reunião de vários aspectos que determinam a excelência do seu comportamento global, é um grande mosaico móvel que se revela ao seu motorista nas mais variadas circunstâncias e compromissos.

O Passat, qualquer modelo ou ano que seja na sua encarnação original, parece ter um brilho e uma capacidade exclusivamente sua, e é por isso que é tão querido e deixou tantas saudades em tanta gente.

“Fórmula Finesse” / Bento Gonçalves, RS
Jeison Paim / Farroupilha, RS

 

FICHA TÉCNICA PASSAT GTS POINTER 1988
MOTOR
Designação AP1800S
Descrição L-4, dianteiro, longitudinal 4 cilindros em linha, bloco de ferro fundido e cabeçote de alumínio, 2 válvulas por cilindro, comando de válvulas no cabeçote, correia dentada, atuação de válvulas direta por tuchos-copo, carburador duplo, álcool
Cilindrada (cm³) 1.781
Diâmetro x curso  (mm) 81 x 86,4
Potência (cv /rpm) 99 / 5.600
Torque (m·kgf/rpm) 14,9 / 3.600
Taxa de compressão (:1) 12,3
Comprimento da biela (mm) 144
Relação r/l 0,300
TRANSMISSÃO
Tipo Transeixo dianteiro com câmbio manual de 5 marchas mais ré, tração dianteira
Relações das marchas (:1) 1ª 3,45; 2ª 1,94; 3ª 1,29; 4ª 0,97; 5ª 0,80; ré 3,714
Relação de diferencial (:1) 4,111
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, McPherson, braço de controle triangular, mola helicoidal, amortecedor hidráulico e barra antirrolagem
Traseira Eixo rígido, mola helicoidal, barra Panhard e amortecedor hidráulico
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira
Relação de direção (:1) n.d.
Diâmetro mínimo de giro (m) 9,8 (esquerda), 10,0 (direita)
Diâmetro do volante (mm) 380
Voltas entre batentes n.d.
FREIOS
Descrição Hidráulicos, duplo circuito em diagonal, assistência a vácuo
Dianteiros (Ø mm) Disco / n.d.
Traseiros (Ø mm( Tambor / n.d.
RODAS E PNEUS
Rodas Liga de alumínio, 6J x 14
Pneus 185/60HR14
DIMENSÕES (mm)
Comprimento 4.262
Largura 1.600
Altura 1.355
Entre-eixos 2.470
Bitola dianteira/traseira (mm) 1.354 / 1.356
Altura livre do solo (mm) 140
CONSTRUÇÃO
Tipo Monobloco em aço, sedã, 2 portas, 5 lugares, subchassi dianteiro
PESOS E CAPACIDADES
Porta-malas (L) 362
Tanque de combustível (L) 60
Peso em ordem de marcha (kg) 970
Carga útil (kg) 450
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h (s) 10,9
Velocidade máxima (km/h) 169,1
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL
Cidade (km/L) 6,35
Estrada (km/L) 9,45
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 5ª marcha (km/h) 32,1
Rotação em 5ª marcha a 120 km/h (rpm) 3.740
Rotação à velocidade máxima em 5ª marcha (rpm) 5.270






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