• Home
  • Sobre o AE
  • Editores
  • Loja
  • Publieditoriais
  • Participe do AE
  • Contato
Autoentusiastas
  • Home
  • Editores
  • Avaliações
    • Testes
    • Testes de 30 dias
    • Lançamentos
  • Portal AE
    • ELETROentusiastas
    • MOTOentusiastas
    • Cultura do Automóvel
    • Fernando Calmon
    • Falando de Fusca e Afins
    • Substance
    • Revista Curva3
    • AEROentusiastas
  • Colunas
    • O editor-chefe fala
    • Coluna Fernando Calmon
    • Opinião de Boris Feldman
    • Acelerando Ideias
    • Conversa de Pista
    • Coluna Luiz Carlos Secco
    • Falando de Fusca & Afins
    • Histórias & Estórias
    • Perfume de Carro
    • Substance
    • Visão Estratégica
  • Mundo AE
    • Análises
    • Automobilismo
    • Aviões
    • Editorial
    • Clássicos
    • Fora de Estrada
    • História
    • Livros
    • Mercado
    • Motos
    • Notícias
    • Opinião
    • Tecnologia
    • Trânsito
  • Vídeos
  • Do Leitor
    • Histórias dos Leitores
    • Carros dos Leitores
  • Participe do AE
  • Contato
Nenhum resultado
View All Result
Nenhum resultado
View All Result
  • Home
  • Editores
  • Avaliações
    • Testes
    • Testes de 30 dias
    • Lançamentos
  • Portal AE
    • ELETROentusiastas
    • MOTOentusiastas
    • Cultura do Automóvel
    • Fernando Calmon
    • Falando de Fusca e Afins
    • Substance
    • Revista Curva3
    • AEROentusiastas
  • Colunas
    • O editor-chefe fala
    • Coluna Fernando Calmon
    • Opinião de Boris Feldman
    • Acelerando Ideias
    • Conversa de Pista
    • Coluna Luiz Carlos Secco
    • Falando de Fusca & Afins
    • Histórias & Estórias
    • Perfume de Carro
    • Substance
    • Visão Estratégica
  • Mundo AE
    • Análises
    • Automobilismo
    • Aviões
    • Editorial
    • Clássicos
    • Fora de Estrada
    • História
    • Livros
    • Mercado
    • Motos
    • Notícias
    • Opinião
    • Tecnologia
    • Trânsito
  • Vídeos
  • Do Leitor
    • Histórias dos Leitores
    • Carros dos Leitores
  • Participe do AE
  • Contato
Nenhum resultado
View All Result
Autoentusiastas
Nenhum resultado
View All Result
Home RA

VOLKSWAGEN TAOS HIGHLINE 250 TSI – 2ª SEMANA

identicon por Roberto Agresti
15/01/2022
em RA, Testes de 30 dias
Fotos: autor

Fotos: autor







De São Paulo ao Rio de Janeiro com o VW Taos, e lá passar uma semana explorando o que a Cidade Maravilhosa tem de melhor. A bordo eu, duas acompanhantes, cachorro pequeno e bagagem sem miséria. Um suve como o Taos se justifica nestes momentos, quando é preciso conforto e espaço. Não senti falta de nem uma coisa, nem de outra.

A tralha familiar não ocupou nem 70% do espaço do porta-malas. Ponto para o Taos, que no segmento é o melhor neste item, vencendo o Jeep Compass por 22 litros e o Toyota Corolla Cross por 30 litros. O porta-malas do Taos tem formas internas regulares, iluminação decente, quatro olhais fixos para amarração de carga nas paredes próximas ao assoalho, gancho para sacola de pequenas compras e acessibilidade ótima.

Havendo duas ou mais fotos, clique nelas com o botão esquerdo do mouse para ampliá-las e ler as legendas

O desnível entre assoalho e a borda inferior de entrada existe, mas não é exagerado. A tampa pode ser aberta por tecla na chave-canivete ou por botão na tampa, situado onde seu dedo acha que ele estará, sem pegadinha. O estepe, temporário (T125/70R 18), está sob uma placa resistente, forrada de ambos os lados, e que pode ser retirada. O que poderia melhorar? Haver uma proteção plástica ou metálica na face superior do para-choque, lugar suscetível a riscos no embarque e desembarque da carga.

Algo mais? Sim: rebati o encosto do banco traseiro, dividido 30:70 (onde há uma prática portinhola escamoteável no apoio de braço central, dotado de porta-copos). Infelizmente, o plano de carga formado com os encostos rebatidos não é… plano! Termino falando da tampa que esconde a bagagem, de plástico rígido forrado, mantida erguida por cordinhas: gosto desta solução, preferível ao sistema tipo flexível enrolável, mais frágil.

Abasteci para a viagem com gasolina, visando o melhor alcance possível tendo em vista o Taos não ter um tanque grande. São 51 litros e, na hora do abastecimento, a bomba disse 53,3 litros. Normal, tendo em vista a tubulação, variação dimensional e… também o fato de ter levado o indicador de alcance do computador de bordo ao zero! Não façam isso: o risco de pane seca é grande — dá multa e é tremendamente perigoso em tempo de alta criminalidade. Todavia, para fins do nosso teste, considerei válido “secar” qualquer traço do combustível anterior, álcool, o tanto quanto possível.

 

O VW Taos tem quatro modos selecionáveis que determinam diferentes parâmetros para motor, resposta do volante e câmbio e climatização. São eles “Normal”, “Eco”, Sport” e “Individual”, sendo que neste último, como o próprio nome indica, o condutor escolhe os parâmetros que deseja em cinco itens: Transmissão (normal, sport ou eco), Direção (normal ou sport), Climatizar (normal ou eco), ACC (comfort, nornal ou sport) e Assistência de luzes (normal ou sport).­

 

Na semana inicial deixei o Taos o tempo em modo Normal, todavia, no percurso rodoviário rumo ao Rio de Janeiro, metade trajeto fiz em Normal, metade em Eco. Não mudei meu padrão de condução, mas notei que o consumo indicado baixou em cerca 0,5-0,8 km/l. Efetivo, portanto, principalmente pela condição de uso favorável: rodovia plana, velocidade constante, quase sem trânsito.

Quase? Sim, quase: já no estado do Rio de Janeiro, próximo a Queluz, uma forte chuva acompanhada de vendaval fez cair uma árvore de grande porte na pista sentido São Paulo da Via Dutra, mas o efeito curiosidade resultou em um congestionamento de cerca 15 minutos de duração, útil para testar o ACC: controle de cruzeiro adaptativo acionado, a velocidade impostada — qualquer que seja — se reduz automaticamente conforme o veículo à frente diminui a velocidade. Quando o trânsito parou, se o prazo de imobilização for curto, o Taos volta a andar sem que seja preciso fazer nada. Um conforto e tanto.

Na chegada ao Rio de Janeiro, os efeitos de um temporal mais o horário, fim da tarde, implicaram no trânsito lento em cerca de 20 quilômetros de trajeto urbano. No destino, o veredito: 11,4 km/l, média horária de 60 km/h, 7h23 minutos de viagem para um trajeto de 443 km totais. Porém, mais importante do que os números, foi a certeza de ter feito uma viagem segura, em um automóvel eficiente e confortável, com boa reserva de potência e que agradou a todos a bordo. Até o cachorro, que dormiu o tempo inteiro…

A viagem de ida registrada no computador de bordo

Trajetos urbanos sempre feitos em vias sem congestionamentos marcaram o período do Taos na Cidade Maravilhosa. Em um passeio a Niterói, partindo do bairro da Gávea, fiz um trajeto ida e volta de 98 km a uma média de 20 km/h, gastando 1 litro para cada 8,5 km. Em outro passeio, com topografia mais malvada, a média de velocidade foi de 13 km/h e consumo de 7,1 km/l. Cifras que reputo um bom “cartão de visitas” sobre a eficiência do trem de força do Taos, lembrando que a seleção do modo de condução ficou sempre em Eco.

Registro: um paulistano que dirige no Rio de Janeiro continua notando – como quando fiz isso pela primeira vez nos anos 1970… — que lá o ritmo é mais… despachado, fluido. As vias expressas merecem tal nome, os limites de velocidade não são excessivamente baixos (e exageradamente mutáveis) como em São Paulo, e que de um modo geral, ao menos na orla, a qualidade da pavimentação é melhor. Ah, e as faixas rolamento têm largura decente, não o espreme-espreme da capital paulista.

 

De volta à São Paulo, mais uma viagem excelente e na qual usei bem mais o controle de cruzeiro por conta do trânsito tranquilo. Sempre com gasolina no tanque — abastecer no Rio de Janeiro foi traumático: R$ 7,49 o litro, um real mais caro do que em São Paulo — na volta o consumo foi melhor que na ida, 11,8 km/l, e média horária bem superior, 70 km/h, para uma viagem de seis horas cravadas, 1h23 minutos mais curta.

Reclamação a bordo apenas uma: o sistema de ar-condicionado, mesmo estando selecionadas apenas as saídas do painel, “sopram” ar frio nos pés de condutor e passageira. Solução? Direcionar ao para-brisa, o que tem como consequência aquela condensação externa chatinha. Será que esta é uma característica do Taos ou um “tique” de nossa unidade de teste? Vou investigar.

 

Próximos passos no Teste de 30 Dias: voltar ao álcool a título de contraprova, e realizar mais uma viagem, eventualmente com a (má) intenção de usar o Taos de maneira algo mais animada, em percurso mais tortuoso. Apesar de ser um suve familiar, a percepção é que o bom acerto de suspensões e o conjunto vigoroso formado pelo motor turbo e câmbio epicíclico, que possibilita trocas pelas borboletas ao volante, assim como pela alavanca, merece ser explorado mais esportivamente­­­­­.

RA

Leia a 1ª semana

(Atualizada em 15/01/21 às 22h40, alteração da legenda da última foto)

Volkswagen Taos Highline 250 TSI

Dias: 14
Quilometragem total: 1.488 km
Distância na cidade: 672 km (45%)
Distância na estrada: 816 km (55%)
Consumo médio: 9,3 km/l
Melhor média (etanol): 9,6 km/l
Melhor média (gasolina): 13,8 km/l
Pior média (etanol): 4,5 km/l
Pior média (gasolina): 5,2 km/l
Média horária: 35 km/h
Tempo ao volante: 42h46 minutos

 

FICHA TÉCNICA VW TAOS HIGHLINE 250 TSI
MOTOR
Designação EA211 R4 TSI
Descrição 4 cilindros em linha, dianteiro, transversal, bloco e cabeçote de alumínio, 4 válvulas por cilindro, duplo comando de válvulas, correia dentada, variador de fase admissão e escapamento, atuação indireta por alavanca-dedo roletada com fulcrum hidráulico, aspiração forçada por turbocarregador com interresfriador, coletor de escapamento integrado ao cabeçote, injeção direta, gerenciamento Bosch MED, flex
Diâmetro x curso (mm) 74,5 x 80
Cilindrada (cm³) 1.395
Taxa de compressão (:1) 10
Potência máxima (cv/rpm, G ou A) 150 / 5.000~5.250
Torque máximo (m·kgf/rpm, G/A) 25,5 / 1.400~4.000 // 25,5 / 1.500~4.000
Comprimento da biela (mm) 139
Relação r/l 0,287
TRANSMISSÃO
Câmbio Transeixo dianteiro com câmbio automático epicíclico Aisin AQ250-6F de 6 marchas à frente e ré, conversor de torque com bloqueio e controle de neutro, tração dianteira
Relações das marchas (:1) 1ª 4,459; 2ª2,508; 3ª 1,556; 4ª 1,142; 5ª 0,851; 6ª 0,672; ré 3,185
Relações de diferencial (:1) 3,502
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, McPherson, braço em “L” mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra antirrolagem de Ø 25,4 mm
Traseira Independente, multibraço, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra antirrolagem de Ø 21,7 mm
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira, eletroassistida com motor de passo na árvore de direção, indexada à velocidade
Diâmetro mínimo de curva (m) 11,5
Relação de direção média (:1) 13,6
N° de voltas entre batentes 2,8
Diâmetro do aro do volante (mm) 370
FREIOS
De serviço Hidráulico, duplo-circuito em diagonal, servoassistido a vácuo
Dianteiros (Ø mm) Disco ventilado/312
Traseiros (Ø mm) Disco/272
Controle ABS, distribuição eletrônica das forças de  frenagem e assistência à frenagem
RODAS E PNEUS
Rodas Liga de alumínio 7Jx18
Pneus 215/55R18V (Goodyear Wrangler Territory HT)
Estepe temporário Roda de aço, pneu T125/70R18M (LingLong)
PESOS (kg)
Em ordem de marcha/bruto total 1.420 / 1.890
Carga útil 470
Peso máx. rebocável com/sem freio (kg) 400 / 400
CONSTRUÇÃO
Tipo Monobloco em aço, suve, 4-portas, 5 lugares, subchassi dianteiro e traseiro
AERODINÂMICA
Coeficiente de arrasto (Cx) n.d.
Área frontal (calculada, m²) 2,10
Área frontal corrigida (m²) n.d.
DIMENSÕES EXTERNAS (mm)
Comprimento 4.461
Largura sem/com espelhos 1.841 / 2.097
Altura sem/com rack 1.626 / 1.636
Distância entre eixos 2.680
Bitola dianteira/traseira 1.571 / 1.542
Distância mínima do solo 180 (estimado, dado oficial não disponível)
CAPACIDADES (L)
Porta-malas 498
Tanque de combustível 51
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h (s, G ou A) 9.3
Velocidade máxima (km/h, G ou A) 194
CONSUMO INMETRO/PBEV
Cidade (km/l, G/A) 10,2 / 6,8
Estrada (km/l, G/A) 12,2 / 8,5
Combinado (km/l, G/A) 11 / 7,5
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 6ª (km/h) 54
Rotação em 6ª a 120 km/h (rpm) 2.220
Rotação à vel. máxima em 5ª (rpm) 4.550
MANUTENÇÃO E GARANTIA
Revisão/troca de óleo do motor (km/tempo) 10.000/12 meses
Troca do fluido do câmbio Não troca, vida-toda
Garantia total (tempo) Três anos, 6 anos contra perfuração de chapa






Próximo
Foto: fotograma do vídeo

JOSIAS SILVEIRA: DE MANAUS A SÃO PAULO DE HONDA CG 125

Nenhum resultado
View All Result
Autoentusiastas

Seriedade, diversidade e emoção desde de 2008. Conteúdo próprio, abordagem emocional e diversidade feito por apaixonados por carros

Siga o Ae

><(((º> 17

  • AUTOentusiastas
  • Editores
  • Participe do AE
  • Anuncie
  • Contato
Nenhum resultado
View All Result
  • Home
  • Editores
  • Avaliações
    • Testes
    • Testes de 30 dias
    • Lançamentos
  • Portal AE
    • ELETROentusiastas
    • MOTOentusiastas
    • Cultura do Automóvel
    • Fernando Calmon
    • Falando de Fusca e Afins
    • Substance
    • Revista Curva3
    • AEROentusiastas
  • Colunas
    • O editor-chefe fala
    • Coluna Fernando Calmon
    • Opinião de Boris Feldman
    • Acelerando Ideias
    • Conversa de Pista
    • Coluna Luiz Carlos Secco
    • Falando de Fusca & Afins
    • Histórias & Estórias
    • Perfume de Carro
    • Substance
    • Visão Estratégica
  • Mundo AE
    • Análises
    • Automobilismo
    • Aviões
    • Editorial
    • Clássicos
    • Fora de Estrada
    • História
    • Livros
    • Mercado
    • Motos
    • Notícias
    • Opinião
    • Tecnologia
    • Trânsito
  • Vídeos
  • Do Leitor
    • Histórias dos Leitores
    • Carros dos Leitores
  • Participe do AE
  • Contato

><(((º> 17