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Home CL

SUMIRAM DOIS TÚNEIS DA IMIGRANTES (SUBIDA)

identicon por chicolelis
27/10/2022
em CL, Colunas, Histórias & Estórias
Foto: lugaresfantasticos.blogspot.com

Foto: lugaresfantasticos.blogspot.com







No primeiro achei que tivera algum problema de “apagão” mental. Sai do túnel 9 e entrei no túnel 7. Mais adiante, outro “apagão”, passei pelo 4 e entrei no 2. Não era possível, será que eu tivera um outro lapso, e não vi o túnel 3, assim como não vira o 8? Dois dias depois, na viagem seguinte, com a máxima atenção, fiquei aliviado ao comprovar, para mim mesmo, que não tivera nenhum tipo de problema neurológico. Os túneis 8 e três, sumiram.

Cabe explicar aqui que, na subida da Imigrantes, a contagem dos túneis começa pelo 14º, até alcançar o primeiro. Preciso dizer também, para quem não conhece a estrada, ou nunca reparou no fato de que os túneis 11 e 10 estão ligados, formando um único e na entrada existe essa informação.

Faz algum tempo que eu fico intrigado com uma coisa: subindo a Imigrantes (liga Santos à Capital) percebo que do túnel 9, pula para o 7 e do 4, pula para o 2. Não existem os túneis 9 e 2. Das duas, uma: ou quem numerou os túneis da estrada não sabia escrever os algarismos 8 e 2, ou foram abduzidos por algum extraterrestre, impressionado com o sistema de construção, inédito até então na América Latina.  Menciono nesta ordem, porque eles começam com o 14, no meio da serra e vai decrescendo, para 13, 12, 11 e 10 (juntos, num túnel só) e assim por diante.

Explicação(?)

Coloco aqui, literalmente, a explicação da Secretária de Logística e Transportes do Estado de São Paulo sobre o fato. Se vocês conseguirem entender esta explicação, por favor comentem.

“A Secretaria de Logística e Transportes informa que para implantação e estudo de projeto na Rodovia dos Imigrantes, a Dersa utilizou o levantamento aerofotogramétrico com restituição, sistema esse praticado por aeronaves, que tem como função mapear toda área necessária definindo a topografia planialtimétrica do terreno.

Os locais contemplados, inicialmente pelos túneis nº 3 e nº 8, se tornaram trechos em terraplenagem em função de ajustes nos levantamentos topográficos e de condições geológicas e geotécnicas observadas durante a elaboração do projeto executivo. No entanto, a nomenclatura original foi mantida, mesmo após a retirada dos túneis.

No mesmo sentido, em função de ajustes necessários nos levantamentos topográficos e das condições geológicas e geotécnicas, o túnel nº 10/11 é resultado da unificação dos dois túneis inicialmente projetados”.

Dá para entender? Por que simplesmente não começaram a estrada com o 12, até chegar ao 1, sem pular o 8 e o 3?

Mas esse quebra-cabeças não invalidade a grande obra realizada na ligação entre Santos e a capital do estado. A rodovia dos Imigrantes (SP-160),  tem 54,5 km de extensão, com 44 viadutos, 7 pontes e 14 túneis, (fisicamente, 11, se contarmos o sumiço do 8 o 3 e a junção do 11 com o 10.

Tudo começou em 1956, quando O DER verificou que a a Via Anchieta (SP-150), com sua pista simples, entraria em colapso muito em breve. Mas não foi breve a ação para construir a ligação entre a capital e o litoral. Apenas em 1974 foi lançada a pedra fundamental da Imigrantes, que seria inaugurada em 1976.  Seus túneis foram construídos com o uso do método austríaco de túneis (NATM, New Austrian Tunnelling Method). Trata-se, segundo um simples explicação da construtora Mateus Lincoln, “uma técnica de construção de túnel que se diferencia das demais pela eficiência. Ela é feita a partir de uma escavação parcial do maciço da rocha, na qual uma estrutura de suporte, feita de concreto, é instalada. É como uma armadura para estruturar o túnel”. Naquele mesmo ano já surgiam planos para construir a pista descendente, com três túneis (esses sim, todos visíveis). Ela foi inaugurada em 2002.

Uma empresa precisa ser destacada na história da Imigrantes, tanto na subida, quanto na descida. Foi a Figueiredo Ferraz, que também participou do projeto da Via Anchieta, ligando os 800 metros, Mata Atlântica abaixo, entre o Planalto e o Litoral.

Comboio, a polêmica operação

A justificativa para a implantação da Operação Comboio é a neblina. Ela faz com que a viagem, serra abaixo, que dura, em média 35 minutos, passe para até 120 minutos, contando os 30 minutos de contenção do trânsito na praça do pedágio no Planalto..

A questão é que, muitas pessoas, questionam a necessidade da Operação pois, na maioria das vezes, se você estiver munido de binóculos, poderá ler a placa do veículo distante dois ou três quilômetros à sua frente. Isso significa a ausência de neblina, que não aparece em momento algum, até a entrada do primeiro túnel. Além disso, no sentido contrário, ou seja, na pista ascendente, não há operação comboio, mesmo quando há neblina mesmo. A justificativa da Ecovias (concessionária do sistema Anchieta-Imigrantes) é que na subida não há um obstáculo natural, como o pedágio (o mais caro do País, R$ 30,20). Deus meu! Bastaria criar um artificial, logo no início da serra, com placas de diminuição da velocidade e aviso da tal operação.

CL

A coluna “Histórias & Estórias” é de exclusiva responsabilidade do seu autor.






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Fotos: divulgação

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