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Home Matérias Destaques

R. E. OLDS TRANSPORTATION MUSEUM

UM MUSEU COM SURPRESAS PARA QUEM NÃO CONHECE A MARCA OLDSMOBILE

identicon por Juvenal Jorge
06/07/2024
em Destaques, JJ, Viagens






 

Ransom Eli Olds (1864-1950) foi o fundador de duas marcas, Oldsmobile e REO. Conhecido como patriarca da produção em massa de veículos, nasceu em Geneva, estado de Ohio, mas mudou ainda pequeno para Lansing, a capital de Michigan, onde desde sempre esteve envolvido com máquinas de vários tipos, principalmente motores de combustão interna e a vapor. Com seu pai, tinha uma fábrica de motores estacionários.

Seu primeiro carro que andava de verdade foi feito em 1884. Houve também um modelo a vapor que ficou pronto três anos depois. A Olds Motor Vehicle Company foi iniciada em 1897, e começou a funcionar de verdade em Detroit, apenas três anos depois. Passou a se chamar Olds Motor Works, e teve apoio financeiro de Samuel L. Smith, vendedor de madeira, dos mais ricos empresários da região. Depois de um incêndio, a cidade de Lansing o atraiu de volta com alguns incentivos, e nesta a Oldsmobile floresceu.

Mas voltando ao foco da marca, o primeiro automóvel em série da Oldsmobile foi também o primeiro a ser fabricado em série nos Estados Unidos, o Curved Dash de 1901. Ransom Eli Olds criou a linha de montagem, mas ela era estática, Henry Ford a fez móvel. Importante fato, porque muitos acreditam que Ford foi o inventor da montagem em forma de linha, onde diferentes partes são colocadas por diferentes pessoas. O que Ford fez foi melhorar a ideia. Ao invés de fazer as pessoas agregarem partes em um carro parado, o carro se deslocava em direção a elas, diminuindo o esforço físico e acelerando o processo.

O Curved Dash originou-se de um dos onze protótipos que foram feitos por Olds e que estavam em avaliações de viabilidade. O carro resistiu a um incêndio e foi o escolhido para produção seriada. Havia modelos a gasolina, a vapor e elétrico sendo avaliados. Como começou o incêndio ninguém sabe com certeza, mas desconfia-se que tenha sido um curto-circuito em um dos protótipos elétricos.

As noticias da época afirmam que havia trezentos pedidos antes de começar a vender, em 1901. O preço inicial era de US$ 650 (algo como US$ 25 mil hoje). Foram 12.433 unidades em quatro anos, primeiro carro de produção em massa — grande quantidade, seriada.

O processo de montagem em linha permitiu manter um aumento de quantidade de carros, de 425 em 1901 para 2.500 já no ano seguinte. Também auxiliava nesse volume o motor que era de origem estacionária, como para bombas d’água, por exemplo.  R. E. Olds fabricou esses motores antes de fazer carros, sendo natural progredir para utilizar um desses motores em um veiculo.

Em 1903  Olds Motor Works era o maior fabricante automotivo americano, quase certamente do mundo, iniciando o sistema de fornecedores. Um dos principais era a Dodge Brothers, que supria transmissões. Ransom também deve ter sido o primeiro a usar anúncios em jornais e cartazes para promover seu produto.

Em 1904 Samuel Smith e Olds se desentendem, pois Smith queria que fosse fabricado um carro mais caro, fazendo a empresa mover o foco de cliente e faturar mais.  Olds era um idealista que raciocinava que carros deveriam existir em grande número e servir a maioria das pessoas, e desistiu do negocio, vendendo sua parte da empresa com seu nome.

O que recebeu permitiu iniciar a REO – suas iniciais – que foi bem no mercado por um bom tempo, estando entre as maiores em 1907. Para ampliar os negócios, desde 1910 fabricava também pequenos caminhões, e em 1936, vivendo os efeitos da Depressão, parou de fabricar automóveis, mantendo os comerciais ate 1975 através de associações com outras marcas, como a Diamond.  Durante a diversificação de atividades para sobreviver,  Ransom passou a fabricar cortadores de grama e a investir em terras na Flórida. Há inclusive uma cidade chamada Oldsmar próxima a Tampa, onde se encontra um parque com seu nome.

No museu não apenas existem carros das marcas Oldsmobile e REO, mas também vários motores estacionários, velocípedes de vários modelos, ao menos um trator conhecido como “mula mecânica”, caminhões e carros de bombeiro e polícia. Em comum o local de fabricação, Lansing, seja do veículo em si ou dos equipamentos especiais para a missão. Fica claro que o museu trata de transportes, não apenas da marca Oldsmobile e REO

Quando de sua incorporação, a General Motors comprou a Oldsmobile em 1908, e a manteve até adentrando o século 21,  2006, durando 98 anos. O último modelo, o Alero, era positivamente deprimente, fabricado de 2002 a 2006. Em 2004 a marca era uma das mais antigas do mundo, rivalizando com Peugeot, MAN e Tatra. Interessante perceber que se a mãe quisesse, a filha estaria viva, já que todas essas outras empresas também passaram por diversas crises e estão ainda na ativa.

Olds Automobiles, nome contraído para Oldsmobile, teve 35 milhões de veículos fabricados, 14 milhões deles em Lansing, a capital do estado.

Veja as fotos de algumas das atrações do museu.

 

O primeiro  REO, modelo B Runabout de 1906, e o Oldsmobile Curved Dash de 1901, lado a lado
Starfire coupe de 1963, modelo mais simples da linha mas que podia ter motor V-8 de350cv. Custava pouco mais de 4 mil dólares

 

O famoso Toronado de 1966 na cor clássica de lançamento. Motor V-8  com tração dianteira, uma obra de engenharia notável

 

Aqui algo único, um protótipo feito durante a Segunda Guerra Mundial, em 1942, pouco antes dos Estados Unidos entrarem no conflito. Esse modelo 98 Custom Cruiser seria diferente em vários detalhes depois de terminada a guerra, quando entrou em produção. O mais evidente, menos cromados
Touring Runabaout Model N de 1905, monocilindro de7 cv, custava 750 dólares, nada barato. Já possuía volante, ao invés de barra de direção (tiller) como no Curved Dash de um ano antes. Um bocado esportivo para mais de um século atrás
Club Coupe L37, de 1937. Nesse ano duas linhas começaram a ser fabricadas, os L com motor de oito cilindros em linha, e o F de seis cilindros
Entrada de visitantes
REO Royale 1931, com um desenho de para-lama espetacular, estilo onde a maioria via apenas um componente funcional
Exposição de motores estacionários, negocio da família Olds antes de partir para automóveis
Um Cutlass 442 com dois motores, tracionando as quatro rodas. Outros modelos foram feitos depois desse, sempre para promover a marca e fabricantes de equipamentos para corridas de arrancada
O motor oito em linha da serie L, feito de 1932 a 1940, 4,2 litros, de116 cv a 3.600 rpm, Tinha virabrequim e bielas forjados, ao invés do comum processo de fundição, mais simples e barato
Um Cutlass 1967 foi usado para se construir esse veiculo quase sem definição. Motor, câmbio e algumas peças originais montadas sobre suspensões fabricadas com vários componentes de origem que não identifiquei, um para-brisa de avião, painel encolhido na largura e muita criatividade. Não tem nome, sendo um exemplo de criatividade e de reciclagem de um carro que estava abandonado
Hurst/Olds 1969 – Apenas 906 como esse foram fabricados, o nome Hurst sendo da famosa empresa de equipamentos de desempenho, notadamente a alavanca de câmbio manual de acionamento curto e rápido, além dos conjuntos de alavancas com uma para cada troca de marcha, eliminando o H, ou quando em câmbios automáticos permitindo troca mais rápida. Também atuaram em freios e embreagens. Esse carro tem o maior motor disponível, 455 polegadas cubicas, 7,4  litros, com cerca de 400 cv e o mesmo torque que o Dodge Viper traria anos depois, 500 lb·ft, ou 69 m·kgf
O Ninety-Eight Regency de 1974 em estado original e sem restauração, um survivor (sobrevivente) como se diz no meio antigomobilista. Foram feitos 24 mil como esse, com V-8 de 7,2 litros e apenas 235 cv. O peso era de 2.220 kg
Um modelo Coupe 88 que correu na Nascar em 1952 quando a categoria tinha carros de produção normal modificados, bem diferente dos dias atuais.
A carroceria de madeira do Curved Dash, bem visível a área curvada na parte dianteira, exatamente o que da o nome ao carro.
Um dos pioneiros de uma tentativa de ressuscitar carros elétricos de bateria, o GM EV1 foi feito de 1997 a 2002. Um esteve no Brasil para avaliações, mas ficou restrito à fábrica, não foi divulgado. Uma quantidade de 1.117 foram passados a clientes que fizeram leasing. Findo o tempo de contrato, a GM os recolheu e  apenas 40 sobreviveram, em museus e escolas/unversidades. O restante foi destruído
Esse Toronado mais curto e com proteções pesadas de borracha e madeira era usado dentro do estacionamento de funcionários da fábrica, em Lansing. Para dias de muita neve era uma ajuda para iniciar o movimento dos carros, situação que muita gente enfrenta em invernos com rigorosos. Trabalhou de 1966 a 1972
De 1972, Vista Cruiser, magnifica station wagon,, porém em cor e acabamento da lateral de gosto duvidoso
Vista dianteira do Coupe L37
Traseira do Toronado “pusher” – empurrador
F-85 modelo 442, numero que significa carburador quadruplo, quatro marchas manuais, dois escapamentos. Mesmo carro da foto de abertura da matéria

Serviço

O R.E. Olds Transportation Museum fica na 240 Museum Dr, Lansing, MI 48933, a cerca de 150 km (uma hora e quarenta minutos mais ou menos) do aeroporto de Detroit (DTW).

Site oficial: https://www.reoldsmuseum.org/

JJ







Tags: JJLansingmuseuOldsmobileReo
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Foto: acervo Fiat Clube de Brasília)

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