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Home Matérias Fora de Estrada

FIAT TITANO 2026 RENASCIDA DE ALMA NOVA (COM VÍDEO)

No melhor estilo “quem vê cara, não vê coração”, a Titano 2026 chega com novo motor, novo câmbio, novas suspensões e, apesar de manter o mesmo visual exterior, renasce como uma picape melhor para ter e usar.

identicon por Luís Fernando Carqueijo
15/07/2025
em Fora de Estrada, Front Page, Lançamentos, LFC
Fiat_Titano_Ranch_My26_011

produçTodas as fotos: divulgação Fiat Vídeo: produção Fiat Edição: Márcio Salvo/AE







Termino de contornar a curva e me deparo com uma escada. Uma escada?! Sim! E será por ela mesmo que levarei a Titano até o topo da subida.

Com o câmbio automático no modo Drive (agora com oito marchas), a tração 4×4 do tipo automática sob demanda (que aciona o modo temporário ou part-time quando necessário) e o novo motor turbodiesel de 2,2 litros e quatro cilindros entregando 45,9 m·kgf de torque já a 1.500 rpm, a Titano sobe a escada com suavidade. A nova suspensão dianteira independente, de duplo braço com molas helicoidais, e a suspensão traseira com eixo rígido e molas semi-elípticas de dupla flexibilidade trabalham em conjunto para manter as rodas em contato constante com os degraus, garantindo tração, segurança e o conforto adequado para a situação.

Quanta diferença! Esse foi o pensamento que me veio à cabeça nesse momento, e em muitos outros, durante o test-drive que fizemos no Circuito dos Cristais, o Campo de Provas da Stellantis localizado em Curvelo, no interior de Minas Gerais, num belo dia ensolarado de inverno.

Mas antes de continuar assista o vídeo apresentado por mim:

E essa diferença advém da experiência anterior que tive com a Titano, em fevereiro de 2025, que relatei nessa matéria que você pode ler aqui, quando achei que a principal crítica à picape recém-lançada pela FIAT, em abril de 2024, era para as suspensões. Basicamente, as suspensões e, principalmente a traseira, não estavam bem calibradas, com excesso de rigidez e a falta de combinação entre elas que fazia o carro oscilar muito, trazendo um certo desconforto e um comportamento dinâmico que significativamente estava abaixo de suas concorrentes mais diretas.

Fiat_Titano_Ranch_My26_023

A “fórmula” do renascimento

Para quem está fora dos bastidores da engenharia e da gestão da empresa, é naturalmente difícil precisar com exatidão cada etapa do processo. Mas tudo indica que o ponto de partida foi a adoção do novo motor, acompanhada da transferência da planta de produção. A partir de agora, a Titano passa a ser fabricada na Argentina, no polo automotivo de Córdoba.

Esse novo motor da Titano já é usado em outros veículos do grupo Stellantis nas marcas Jeep e RAM e, também, na FIAT Toro, o Multijet 2,2-litros que, certamente, substitui o motor anterior com vantagens tanto de potência como de consumo e emissões, atendendo ao nível L8 do Proconve. Um 4-cilindros em linha, de 4 válvulas por cilindro, turbocarregado, injeção direta de diesel e aplicação de ARLA 32 para controle de emissões. Ele que entrega 200 cv de potência a 3.500 rpm e 45,9 m·kgf de torque a 1.500 rpm, que representam incremento de 11% e 13%, respectivamente, em relação ao anterior. Um ganho notável.

Um câmbio também novo foi acoplado ao motor, agora com 8 marchas do tipo automático epicíclico (a versão Endurance mantém câmbio manual), com nova manopla de comando, com opção de troca manual e sequencial (sem opção de aletas no volante). O conjunto permite ter modo de condução normal e sport (acionado por botão no console central), além dos modos areia e neve para uso off-road (a depender da versão).

Esse conjunto permite à Titano 2026 acelerar de 0-100km/h em 9,9 s (ante aos 12,4 s com o conjunto anterior), alcançar a velocidade máxima de 180 km/h e, ainda, melhorar o consumo em até 17%, considerando os números oficiais do PBEV-Inmetro. Mais potência e torque com menor consumo!

Fiat_Titano_Ranch_My26_023

Ao trocar motor e câmbio houve a necessidade de recalibrar as suspensões devido a nova massa e posicionamento do conjunto, que alteraram a dinâmica. E que bom que essa necessidade tenha levado a FIAT a corrigir o comportamento das suspensões, o ponto mais fraco da Titano.

Esse retrabalho nas suspensões permitiu a picape renascer, e agora tratar bem melhor seus ocupantes sem tantos solavancos, trepidação e oscilação, e inclusive mantendo um melhor equilíbrio entre a suspensão dianteira e traseira. Antes era como se elas não “falassem” a mesma língua. Ainda restou uma tendência ao rolamento além do desejável, mas que aparece apenas em curvas mais acentuadas e contornadas em velocidades maiores. Nada que comprometa o bom trabalho de calibração.

Para complementar o novo conjunto mecânico, a Titano 2026 passou a contar com direção com assistência elétrica, bem calibrada e compatível com a proposta do modelo, ainda que ligeiramente leve em algumas situações. Também foi adotado o freio de estacionamento eletrônico, com acionamento e liberação automáticos, agregando praticidade ao uso cotidiano.

E, como se todas essas alterações não fossem suficientes, também foram introduzidos os assistentes de condução do tipo ADAS (que variam conforme a versão), como o controle de velocidade de cruzeiro adaptativo, a frenagem automática de emergência, o alerta de ponto cego e o alerta de permanência na faixa de rolamento (apenas alerta, sem correção ou centralização). Além disso, a Titano 2026 recebeu uma nova interface para a central de infotenimento com tela de 10 polegadas e painel de instrumentos com opção de tela totalmente digital de 7 polegadas (também conforme a versão).

Fiat_Titano_Ranch_My26_023

O que era bom, assim continua

A Titano já possuía vários bons predicados para disputar o acirrado e disputado mercado das picapes de porte médio, e essas características se mantêm, assim como o “design” externo e as dimensões que permanecem com 5.330 mm de comprimento, 1.963 mm de largura (sem retrovisores), 1.858 mm de altura e 3.180 mm de entre-eixos num veículo de 2.150 kg de peso em ordem de marcha, assim como a capacidade de carga de 1.020 kg e a possibilidade de rebocar atrelados de até 3.500 kg com freios (requer acessório para acoplamento, pois, não há preparação para engate).

No uso fora de estrada, onde a Titano já demonstrava boa capacidade, suas principais características foram preservadas. O vão livre ao solo permanece em 235 mm, com ângulos de entrada e saída de 29º e 27º, respectivamente. A tração 4×4 continua disponível, com opção de reduzida real (que efetivamente altera a relação de todas as marchas do câmbio), operada por seletor eletrônico com modo 4Auto, que acopla automaticamente o eixo dianteiro sob demanda — dependendo da versão. A presença de bloqueio do diferencial traseiro em todas as configurações reforça ainda mais sua aptidão para terrenos difíceis.

E sempre é importante citar que desde seu lançamento a Titano foi posicionada para ser uma boa opção em relação a custo-benefício quando comparada às suas concorrentes. Isso ainda é válido, ainda mais com a vantagem de uma rede de concessionárias de mais de 500 lojas espalhadas pelo Brasil.

Fiat_Titano_Ranch_My26_023

E ao dirigir?

Apesar do test-drive relativamente curto dadas as características do evento de apresentação, foi plenamente possível entender que o comportamento dinâmico da Titano melhorou significativamente, elevando o patamar de qualidade e percepção da picape média da FIAT.

Essa melhoria resulta tanto do novo conjunto de motor e câmbio, que eleva o desempenho nas acelerações e é bem complementado pelo sistema de freios a disco nas quatro rodas, que oferece frenagens eficientes e seguras, como também, e talvez mais importante, da nova calibração das suspensões. É ela que permite à Titano, a partir de agora, alcançar um equilíbrio mais consistente entre estabilidade e conforto, conciliando bom comportamento em pisos urbanos irregulares com sólida capacidade em situações off-road.

No Circuito dos Cristais, em uma pista fechada com características semelhantes às de um autódromo, foi possível contornar curvas em velocidades acima do habitual. Nessas condições, o adernamento da carroceria se fazia presente, e os pneus chegavam a cantar. Ainda assim, ficou claro que o controle de estabilidade está bem calibrado, atuando de forma progressiva e eficaz. Os freios também mostraram bom comportamento, com modulação precisa no pedal e resposta neutra mesmo em situações de maior exigência.

Já nos trechos off-road me chamou a atenção como a picape melhorou muito em velocidades mais elevadas, com pouca tendência da traseira “quicar” e um comportamento bastante neutro, sempre mantendo uma trajetória indicada pelo bom sistema de direção.

O engate do sistema de tração pelo seletor eletrônico e a resposta do modo automático 4A, quando efetivamente a tração dianteira será acionada quando necessário, também atuou de forma rápida e transparente, o que demonstra boa resposta do sistema e boa calibração dos parâmetros para que haja o acionamento. A reduzida, como já era antes, tem boa relação e amplia na relação correta a força para que a picape supere obstáculos e terrenos mais difíceis. O modo “areia” no seletor de modos de condução também me pareceu bem calibrado, entregando força às rodas de forma progressiva ao sair da imobilidade, como deve ser.

Fiat_Titano_Ranch_My26_023

Conclusão

Ao ser lançada em abril de 2024, a Fiat Titano trouxe uma sensação de que era um bom produto, mas carecia de “refinamento”, principalmente no comportamento dinâmico em terrenos irregulares, fosse em trecho urbano ou rodoviário e até mesmo no off-road, apesar de boas características de carga e capacidade em geral.

E rapidamente a FIAT, que tem na Titano sua primeira picape do segmento das médias, reagiu e melhorou todos os seus fundamentos do conjunto mecânico e suspensões além de melhorar o conforto e conveniência com novos recursos e características.

Ao manter o bom custo-benefício, além do custo de propriedade em relação à revisões e reparos, aliado à uma extensa gama de acessórios e espectro de versões, agora tem toda a chance de avançar no mercado e conquistar novos clientes.

Preços e versões:
Endurance MT – câmbio manual – R$ 233.990
Volcano AT – câmbio automático – R$ 263.990
Ranch AT – câmbio automático – R$ 285.990

LFC







Tags: FIATpicapeTitano
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