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Home PM

NISSAN SE DESPEDE DO R35 GT-R, UM LEGADO DE PAIXÃO, DESEMPENHO E HISTÓRIA

identicon por Paulo Manzano
28/08/2025
em PM, Supercarros
Nissan R35 GT-R






Depois de 18 anos de produção, a Nissan encerrou oficialmente a trajetória do R35 GT-R, um dos esportivos mais emblemáticos da era moderna. O último exemplar deixou a linha de montagem da fábrica de Tochigi, no Japão, destinado ao mercado doméstico, que foi o último a comercializar o modelo.

Nissan R35 GT-R

Lançado em 2007, o R35 tornou-se símbolo de inovação, desempenho e ousadia, conquistando admiradores no mundo todo e estabelecendo novos parâmetros no segmento de esportivos de alto desempenho. Foram cerca de 48.000 unidades produzidas, sempre em evolução constante, sem depender de mudanças pontuais de meia-vida. O modelo seguiu aprimorando potência, acabamento, controle e até versões extremas, como o GT-R Nismo.

O exemplar derradeiro foi um Premium Edition T-Spec pintado na cor Midnight Purple, destinada a um cliente japonês.

Ivan Espinosa, presidente e executivo-chefe da marca,, resumiu o momento e deu uma boa notícia:

“Depois de 18 anos notáveis, o R35 GT-R deixou uma marca duradoura na história do automóvel. Aos fãs do GT-R, quero dizer que isso não é um adeus para sempre. O nome GT-R voltará”.

Mais que um esportivo, o R35 foi concebido como um multidesempenho: um GT de conforto e refinamento, e ao mesmo tempo um R que traduzia tecnologia de pista para a rua. O motor VR38DETT V-6 biturbo, montado à mão pelos mestres artesãos Takumi, tornou-se parte central desse mito. Cada unidade trazia a assinatura gravada em uma plaqueta no motor, reforçando a conexão entre engenharia e artesania.

A potência inicial de 480 cv em 2007 evoluiu para 570 cv a partir de 2017, chegando a 600 cv nas versões Nismo. Essas últimas receberam turbocarregadores derivados do GT3 de competição, além de componentes internos balanceados com precisão milimétrica.

A trajetória do R35 foi marcada por vitórias. Foram cinco títulos na classe GT500 e três na GT300 do Super GT japonês, além do triunfo no Blancpain GT Series Pro-Am em 2013, a vitória nas 12 Horas de Bathurst em 2015 e cinco conquistas na série japonesa de endurance Super Taikyu.

Nos tempos de Nürburgring, o modelo tornou-se referência. Em 2007, registrou 7min38s em piso úmido; em 2008, baixou para 7min29s; e em 2013, um GT-R Nismo com pacote de pista chegou ao seu recorde histórico: 7min08s679, nas mãos de Michael Krumm. No circuito de Tsukuba, no Japão, a versão 2020 do Nismo marcou 59s361, e em 2024 voltou para registrar 59s078.

Outro feito lendário foi o recorde mundial de drift em 2016, quando um R35 preparado atingiu 304,96 km/h em ângulo de 30 graus, registrado pelo Guinness.

Eu tive o primeiro contato com o GT-R com modelo R34 no jogo Gran Turismo, para o PlayStation. O Nissan era um dos melhores carros do jogo. Mais tarde o R34 ganhou notoriedade adicional em Velozes e Furiosos sendo o carro do Brian O’Conner (Paul Walker). Lembro-me de que a Nissan apresentou o carro-conceito que se tornou o R35 também no Gran Turismo. Acho que tanto o R34 quanto o R35 têm status de ícones.

Nissan R35 GT-R Concept
GT-R Concept

Hiroshi Tamura, o pai do R35

Falar do R35 é inevitavelmente falar de Hiroshi Tamura, figura central no desenvolvimento do carro e conhecido como o “pai do GT-R”. Entrou na Nissan em 1984, movido por uma paixão que vinha da juventude, quando assistia às corridas de Hakosuka GT-R no Fuji Speedway ou dirigia seu 240ZG “G Nose”, que havia preparado com motor 3,1-litros e carburadores triplos Mikuni.

HAKOSUKA GT-R

O apelido Hakosuka nasceu no Japão e tornou-se universal entre entusiastas. Ele junta duas palavras: “Hako” (caixa, pela carroceria de linhas retas) e “Suka” (abreviação de Skyline). Assim, Hakosuka quer dizer simplesmente “Skyline em forma de caixa”.

O carro em questão é o Nissan Skyline 2000 GT-R (PGC10/KPGC10), produzido entre 1969 e 1972. Foi o primeiro a ostentar oficialmente a sigla GT-R (Gran Turismo Racer), tanto na versão sedã de quatro portas (PGC10) quanto no cupê de duas portas (KPGC10).

Hiroshi Tamura, o pai do R35
Hiroshi Tamura, o pai do R35, e seu filho!

No início da carreira, passou por áreas como Autech e planejamento de sedãs, mas sempre com o desejo de trabalhar nos esportivos. Esse objetivo se concretizou em 1997, quando se envolveu diretamente com o projeto do GT-R.

Durante a fase conceitual do R35, no início dos anos 2000, Tamura foi decisivo: defendeu a adoção de um V-6 em vez do tradicional seis em linha e insistiu em câmbio robotizado de dupla embreagem. “Dois pedais eram a chave”, afirmou. Sofreu resistência interna, mas estava convicto de que essa era a direção correta para garantir equilíbrio, tecnologia e competitividade.

Para ele, o carro deveria ter dupla personalidade: GT para o conforto e R para a performance extrema. Essa filosofia se concretizou especialmente com o primeiro GT-R Nismo, lançado em 2013.

Nissan GT-R R35

A versão T-Spec, hoje celebrada, quase recebeu outro nome: TM-Spec, referência a “Trend Maker” e “Traction Master”. O nome final foi simplificado, mas a ideia original mostra a atenção de Tamura aos significados.

Tamura também deixou sua marca nas cores icônicas. O Bayside Blue (Wangan Blue), famoso nos R32 e R34, voltou no R35 em 2019 para edições comemorativas. O Millennium Jade, visto no R34 V-Spec II Nur, foi resgatado no R35 T-Spec já no fim do ciclo, acompanhado por detalhes em dourado no motor, uma homenagem discreta aos Nur. Ele próprio conta que levou amostras de tinta para Nürburgring para observar os tons sob a luz e o ambiente da “floresta verde”.

Nissan GT-R R35

Em sua garagem, além de um R32 Gun Grey Metallic com rodas de R34 e adesivo do lendário Mid Night Club, Tamura recentemente adicionou um R35 T-Spec 2025 em Millennium Jade.

Tamura estima ter ido mais de cem vezes a Nürburgring, acumulando cerca de 500 dias no circuito. Para ele, o ‘Ring foi essencial no desenvolvimento do GT-R moderno. Também cita com orgulho as passagens por Tsukuba, as vitórias de clientes na Super Taikyu e o título do GT-R Nismo GT3 em Bathurst em 2015.

Em eventos, destaca o R’s Meeting, no Japão, como o maior encontro de GT-R do mundo. Cita ainda o Salão de Tóquio e os festivais nos Estados Unidos e Austrália como celebrações importantes.

Questionado sobre o mais impressionante R35 customizado que já viu, lembra de um dragster australiano com bloco usinado em um tarugo e potência de vários milhares de cavalos.

Para Tamura, o R35 não foi apenas um projeto, mas uma missão pessoal. “O GT-R representa o DNA da Nissan. Mais do que um automóvel, é algo que une pessoas de diferentes países e culturas pelo simples prazer de apreciar máquinas como esta”.

Hoje atua como embaixador dos esportivos da marca, mas segue com o mesmo entusiasmo. Para o futuro, deixa uma visão clara:

“O ponto de partida de qualquer GT-R deve ser sempre colocar um sorriso no rosto do cliente. Tivemos um hiato de 17 anos entre o Hakosuka e o R32, mas a Nissan nunca desistiu. Eu peço paciência. Pessoalmente, gostaria que o próximo ainda tivesse alguma lembrança sonora da combustão”.

Muito obrigado Tamura san!!!!

Futuro

O fim da produção do R35 não significa o fim do GT-R. A Nissan já deixou claro que o nome continuará, e o próximo capítulo buscará reinterpretar o ícone para uma nova era. O legado de Tamura e do R35 será a base para o que virá.

Nissan Concept Hyper Force apresentado em 2023

O R35 encerra sua trajetória como um marco absoluto: um carro que combinou tecnologia, artesania e ousadia, redefinindo o que significa ser um superesportivo japonês.

Nissan, estamos aguardando ansiosamente!

PM







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Arte: gov.br

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