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Home Matérias Carro conceito

PEUGEOT POLYGON, UM NOVO MODO DE PRAZER AO “VOLANTE”

identicon por Paulo Manzano
14/11/2025
em Carro conceito, ELETROentusiastas, Front Page, PM, Substance
Fotos e imagens: divulgação Peugeot

Fotos e imagens: divulgação Peugeot







Quando a Peugeot fala em prazer ao dirigir, eu confesso que presto atenção. A marca francesa sempre soube trabalhar bem a ideia de carro como objeto de desejo, mesmo em segmentos mais racionais. Eu também lamento a imagem de qualidade e problemas do passado que muitos adoradores de memes insistem em continuar propagando. E a maioria deles sem nunca ter tido um carro da marca.

Agora ela aparece com o Polygon Concept, um compacto elétrico menor de quatro metros que funciona como laboratório para uma nova forma de condução e uma nova fase evolutiva do design da marca. Não é um estudo estático de salão. É um protótipo dinâmico, com tecnologia que já tem data para chegar aos carros de produção a partir de 2027. Eu acredito que conceitos como esse é que diferenciam as marcas “legado” das chinesas.

O centro de tudo no Polygon é o Hypersquare, um comando de direção que abandona o volante tradicional e assume a forma de um retângulo compacto, com quatro “pods” circulares nos cantos, onde se concentram os principais comandos. Eu sou capaz de ver muitos já torcendo o nariz. Apesar de eu também ter torcido o meu, prefiro esperar a execução no mundo real e experimentar antes de me manifestar negativamente, ou positivamente. Eu sou daqueles que adora o i-Cockpit dos atuais Peugeots.

Mais importante do que o formato é o que está por trás dele. Em vez da coluna e da ligação mecânica com as rodas, o Polygon usa direção totalmente eletrônica, o famoso steer by wire, tecnologia já utilizada na aviação e em alguns modelos como o Tesla Cybertruck. A relação de direção varia conforme a velocidade, o que permite manobras de estacionamento com movimento angular mínimo do volante e, em alta, pequenos ajustes no Hypersquare são suficientes para corrigir a trajetória. Na teoria, a combinação promete resposta imediata, precisão e uma sensação de agilidade muito maior, filtrando vibrações indesejadas e mantendo apenas o retorno que ajuda o motorista a “ler” o piso. Mas penso sobre a tal da conectividade entre volante e solo através da ligação física. Vamos ver. Eu acredito muito em tecnologia.

Com o fim da coluna de direção, a Peugeot aproveitou para reinventar o i-Cockpit. No Polygon, o para-brisa é a tela. Não há quadro de instrumentos convencional. Um painel de micro LEDs atrás do Hypersquare projeta todas as informações diretamente no vidro, em uma área equivalente a uma tela de 31 polegadas. Velocidade, dados do sistema, modos de condução e animações ficam sempre na linha de visão, reduzindo distrações e aproximando ainda mais motorista, carro e estrada. Quando o veículo está parado, esse mesmo conjunto de micro LEDs pode ser visto de fora, com grafismos e animações que conectam interior e exterior. Os modos de condução Cruise, Fun e Hyper mudam não só a resposta dinâmica, mas também a ambientação visual do carro por dentro e por fora.

Do lado de fora, o Polygon antecipa a nova linguagem da Peugeot usando a mesma lógica dos micro LEDs. A assinatura de três garras, que já virou marca registrada da fabricante, migra para uma leitura mais horizontal, formada por pequenos módulos luminosos que podem ser animados com diferentes desenhos e cores. A ideia é permitir que cada motorista configure a própria assinatura luminosa sem perder a identidade da marca. Até os pneus Goodyear entram no jogo, com flancos coloridos e gravações a laser que acompanham cada configuração, além do sistema SightLine, que envia informações em tempo real sobre pneus e piso para o i-Cockpit. Tudo muito lúdico. Mas em linha com os tempos modernos.

A proposta de personalização vai bem além de luzes e telas. O Polygon foi pensado como um carro de múltiplas personalidades, facilmente reconfigurável. O interior praticamente inteiro é feito em tecido moldado, um material obtido a partir da reciclagem de bancos de modelos Peugeot desmanchados. Os bancos combinam casco em plástico reciclado, impresso em 3D, com espuma moldada em peça única, revestida por uma camada protetora colorida. Cada banco tem apenas três partes principais, contra dezenas em um banco tradicional, o que reduz peso, simplifica montagem e facilita a reciclagem. Essa espuma pode ser trocada em poucos minutos, mudando cor e formato, do mais enxuto ao mais envolvente. Tudo lindo no conceito. Mas pode ser uma boa visão para nortear inovações nos bancos.

O mesmo raciocínio vale para o painel e para o próprio Hypersquare. Vários elementos são encaixados em suportes específicos e podem ser substituídos conforme o uso ou o humor do dono, de suportes para celular e fones de ouvido a espaço para bonés, mochilas e até skate. O carro inteiro foi desenhado com a filosofia de ter menos peças, mais simples, mais fáceis de montar, desmontar e reaproveitar. As portas em estilo asa de gaivota em tamanho gigante, duas em vez de quatro, seguem a mesma ideia. Melhoram o acesso à cabine, reduzem o número de componentes e reforçam o aspecto conceitual do projeto sem perder o foco funcional.

Do ponto de vista de sustentabilidade, a Peugeot decidiu tratar o tema na origem, e não como detalhe de acabamento. Os painéis de porta, o assoalho e o teto recebem o tecido moldado reciclado. As calotas (adoro calotas!), incluindo o próprio sistema de fixação, são impressas em 3D em plástico reciclado. Menos partes significam carro mais leve, maior eficiência energética e um processo de montagem mais racional, com impacto direto em custos e em pegada ambiental. E, como vários componentes são substituíveis, a fabricante quer estimular uma vida útil mais longa, em vez da lógica de trocar o carro inteiro para ter algo “novo”.

Para mostrar que essa modularidade não fica apenas no discurso, a Peugeot criou três “personagens” para o Polygon. O Urban é a leitura mais limpa, compacta e discreta, pensada para o uso cotidiano na cidade. O Player assume uma postura mais esportiva, com visual carregado de elementos de desempenho, aquele tipo de configuração que parece rápida mesmo parada. Já o Explorer adota atitude mais aventureira, com posição de rodagem elevada e proteções visuais que remetem ao fora de estrada. Tudo parte do mesmo carro, com variações obtidas por meio de peças e acabamentos intercambiáveis, algo que também foi levado para o ambiente virtual em uma ilha própria dentro do jogo Fortnite.

No fim das contas, segundo a Peugeot, o Polygon Concept é menos um show car e mais um campo de provas em escala real. Ele concentra três grandes linhas de desenvolvimento que vão aparecer nos Peugeot de rua nos próximos anos.

Primeiro, a revolução do posto de condução, com direção eletrônica e comandos concentrados no Hypersquare, tentando resgatar o prazer de guiar em um contexto de carros cada vez mais eletrônicos.

Segundo, a reinterpretação do design, usando luz, cor e proporção de forma mais geométrica e felina, sem abrir mão da identidade francesa.

Terceiro, uma abordagem industrial que combina materiais reciclados, impressão 3D e redução radical de peças para tornar o carro mais leve, mais eficiente e mais fácil de manter ao longo de sua vida.

Como entusiasta, ainda fico com algumas perguntas em aberto, principalmente sobre a sensação real de direção com um sistema totalmente eletrônico e um formato tão diferente do volante clássico. É algo que só dá para julgar corretamente ao volante, em estrada de verdade, com irregularidades, curvas rápidas e frenagens fortes.

Mas o fato é que a Peugeot decidiu enfrentar esse desafio de frente, em vez de apenas seguir a cartilha da eletrificação fria e anônima. O Polygon pode até parecer distante da realidade de quem dirige no dia a dia, porém antecipa soluções que veremos em carros de produção muito em breve. E, em um cenário em que tantos conceitos parecem clonados, é interessante ver um fabricante arriscar uma visão mais clara de como equilibrar tecnologia, prazer ao dirigir e responsabilidade ambiental em um único pacote compacto.

E os apeciadores da marca certamente conseguem ver a herança do 205 nesse novo conceito!


Não vejo a hora de ver as novidades.

PM







Tags: Peugeot
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Fotos: Divulgação GAC Motors

AION UT SUPER, COMPACTO ELÉTRICO DA GAC, INCORPORA A TECNOLOGIA DE TROCA DE BATERIA DA CATL

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