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Home Colunas

EM MANAMA A NOVA F-1 COMEÇA A SE MOSTRAR

A UM MÊS DA ABERTURA DA TEMPORADA EQUIPES AVALIAM E COMPARAM PROJETOS COM OS RIVAIS DE 2026

identicon por Wagner Gonzalez
10/02/2026
em Colunas, Conversa de Pista, WG
Foto: FIA

Foto: FIA







Começa amanhã no Bahrein a fase final de preparação das equipes (foto de abertura) que disputarão o Campeonato Mundial de F-1 de 2026. Estão programadas duas sessões de testes para a temporada que inicia dia 8 de março em Melbourne, Austrália. O novo regulamento técnico tem tudo para criar uma nova composição de forças na categoria que este ano ganha mais uma equipe, a Cadillac. No teste privado realizado em janeiro, em Barcelona,  na Espanha0, o inglês Lewis Hamilton (Ferrari) foi o mais rápido, seguido por George Russell (Mercedes) e Isack Hadjar (Red Bull). Tal resultado, porém, não deve ser tomado como um indicativo seguro das chances de cada construtor: nesse ensaio o quesito confiabilidade foi mais importante do que desempenho, qualidade que terá mais atenção nas atividades desta semana e na próxima, entre os dias 18 e 20.

O Mercedes F1 W17 é considerado a maior força da temporada 2026 (Foto: Mercedes)

Embora a McLaren tenha triunfado no Campeonato dos Construtores nos últimos dois anos, além de ter levado Lando Norris ao título de pilotos em 2025, e a Ferrari se destacado na Espanha em janeiro, é a Mercedes quem mais alimenta o mercado de apostas. Depois de dominar a década de 2010 ao conquistar sete títulos consecutivos entre 2014 e 2010, seguido de outro em 2021, o time alemão viu-se batido pela Red Bull (2022/23) e pela McLaren (24/25).

Os McLaren MCL40 ainda não deu mostras do seu verdadeiro potencial (Foto: McLaren)

Como acontece com leve frequência, a operação dirigida por Toto Wolff inicia o ano com uma clara demonstração de criatividade. Para contornar a limitação da taxa de compressão do motor térmico em 16:1 (a relação de quantas vezes a mistura ar-combustível é comprimida dentro de cada cilindro) desenvolveu pistões e, principalmente, biela com materiais que dilatam e aumentam esse índice em dois pontos. Como há poucos segredos que duram muito na F-1, a ideia vazou e as equipes rivais prontamente organizaram uma agenda para tornar ilegal tal solução, moção que ainda está em andamento.

O Alpine A526 marca o início da associação entre a Renault e a Mercedes (Foto: Alpine)

O motor Mercedes-AMG F1 M17 é o mais usado na categoria. Além do Mercedes F1 W17 também equipa o Alpine A526, o McLaren MCL40 e o Williams FW48. Sem dúvida alguma a equipe em melhores condições de aproveitar essa vantagem é a McLaren: seus recursos técnicos e financeiros são comprovadamente maiores que as outras duas rivais. Outra vantagem é o organograma do time papaia, estrutura desenvolvida por Gil de Ferran, francês que veio para o Brasil com quatro anos de idade, repentinamente falecido em 29 de dezembro de 2023 aos 56 anos. Resta saber até onde os motores das quatro equipes serão iguais.

Com o FW48 a Williams luta para reviver os bons tempos em que era parâmetro de time vencedor (Foto: Williams)

Equipes em clara fase de restruturação, Alpine e Williams buscam corrigir falhas de um passado marcado por erros. O time francês, braço esportivo da Renault, foi vítima da decisão de gerenciar sua operação dentro de premissas que funcionam na indústria automobilística, onde o desenvolvimento de um automóvel leva, no mínimo, três a quatro anos. Na F-1, a unidade de tempo utilizada é a diferença de segundos entre os carros mais rápido e mais lento do grid. O mal maior da Williams foi a falta de recursos para acompanhar o investimento de seus rivais em infraestrutura.

O RB22 marca a estreia do motor Red Bull Ford DM 01 fabricado pela equipe (Futo: Red Bull)

Terceira colocada entre os Construtores em 2025, atrás da McLaren e Mercedes, a Red Bull é outra escuderia que atravessa uma importante fase de mudanças. Os títulos conquistados em 2022/23 poderiam ter sido mais numerosos não fosse a decisão de centrar forças em Max Verstappen, decisão que o holandês justificou ao ser o piloto mais eficiente de 2021 a 2024. Para além disso Christian Horner, o mentor da estruturação do time dos energéticos como operação ultraeficiente, envolveu-se em uma disputa de poder agravada pela acusação de uma funcionária que alegou conduta imprópria do inglês.

O VCarb 03 terá importante papel no desenvolvimento do motor fabricado em Milton Keynes (Red Bull)

Após ano e meio de uma crise escancarada, Horner foi desligado do time no meio do ano passado e substituído por Laurent Mekies. Esse engenheiro francês, ex-FIA e ex-Ferrari, está colocando ordem na casa, agora ampliada com uma fábrica própria de motores, operação apoiada técnica e financeiramente pela Ford. Entre as novas marcas de unidades de potência, o motor Red Bull Ford DM01 instalado no RB22 mostrou-se o mais confiável e potente, o que garante ao time satélite da marca de energéticos, a Racing Bulls, boas chances de marcar pontos com o chassi VCarb 03.

O Ferrari SF-26 tem a responsabilidade de recuperar a imagem arranhada por uma péssima temporada em 2025 (Foto: Ferrari)

Quarta colocada entre os Construtores, a Ferrari experimentou um 2025 no marcado por algo que pode der descrito como um prato de espaguete requentado e um vinho que poderia ser dispensado até ser usado como vinagre. A contratação multimilionária de Lewis Hamilton e a inconstância de desempenho de Charles Leclerc apenas ajudaram a lembrar que o parmesão ralado estava vencido. Para este ano a Scuderia trocou o engenheiro de pista de Hamilton (saiu Ricardo Dami entrou Lucca Diella) e, na parte técnica levou Enrico Gualtieri a reorganizar seu departamento de unidades de potência após perder Wolf Zimmermann e Lars Schimidt para a Audi, ambos atraídos por um convite de Mattia Binotto, antecessor de Fred Vasseur no comando da equipe de Maranello.

A ligação cada vez maior entre a Haas e a Toyota é percebida pelas cores do VF26 (Foto: Haas)

A exemplo da Mercedes, a Ferrari também fornece o seu motor e caixa de câmbio para outros construtores, mais especificamente a Haas e a estreante Cadillac. Tal condição contribui técnica e desportivamente ao permitir analisar melhor o desgaste de peças, avaliar inovações e contribuir para amadurecer pilotos que sejam considerados aptos para substituir Hamilton ou Leclerc no futuro próximo. Um deles é Oliver Bearman, jovem inglês que acelera um Haas VF26. Vale lembrar a participação cada vez maior da Toyota nessa operação financiada por Gene Haas.

O estreia da Cadillac na F-1 é a grande incógnita da temporada de 2026 (Foto: Cadillac)

A Cadillac herdou o contrato de aluguel de motores da Sauber e instalou o motor 067 em seu inédito chassi, ainda sem uma sigla pública de identificação. O time pode ser considerado a maior incógnita da temporada que inicia em Melbourne. A decisão da General Motors — proprietária da marca de carros de luxo —- reflete a popularidade cada vez maior da F-1 nos Estados Unidos.

O AMR 26 criado pelo mago Adrian Newey pode ser a grande surpresa do ano (Foto: Aston Martin Racing)

Fruto da obstinação de Lawrence Stroll em fazer de seu filho Lance um Campeão Mundial da Fórmula 1, a Aston Martin com certeza é o time que mais poderá surpreender em 2026. A contratação de Adrian Newey, o criador do maior número de chassis que venceram o Campeonato Mundial de Construtores, e a construção de uma estrutura técnica entre as mais avanças da F-1, são motivos para tamanha expectativa. O AMR26 é equipado com o motor Honda RA626H, última versão da família RA6 desenvolvida sob a liderança de Toshihiro Mibe.

Após dois anos preparando o R26, a estreia da Audi na F-1 certamente enfrentará problemas de uma nova operação (Foto: Audi)

Após um período de dois anos em que incorporou a operação da Sauber a ponto de mudar o nome da equipe suíça, a Audi desembarca na F-1 com uma operação que constrói e faz manutenção de seus carros em Hinwill, cidade próxima de Zurique, e fabrica seus motores em Neuburg an der Donau. O chassi R26 tem o Audi AFR26 Híbrido como unidade de potência. A exemplo dos pilotos da Aston Martin — Fernando Alonso e Lance Stroll —, a dupla do time alemão — Gabriel Bortoleto e Nico Hulkenberg —, também terá desvantagem de não ter um parâmetro de desempenho com outra equipe que use o mesmo motor.

WG

A coluna “Conversa de pista” é de exclusiva responsabilidade do seu autor.

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Tags: Adrian NeweyAlpineaston martinAudiCadillacCampeonato MundialChristian HornerEnrico GualtieriF-1FerrariFórmula 1Gene HaasHassLars SchmidtLaurent MekiesLawrence StrollLuca DiellaMattia Binotto Toshihiro MibemclarenMercedesRacing BullsRed BullRicardo AdamiToto WolffWilliamsWolf Zimmermann
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