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Home Matérias Luxo

BENTLEY CONTINENTAL GT SUPERSPORTS: RECEITA DE EMAGRECIMENTO

identicon por Paulo Manzano
18/11/2025
em Luxo, PM, Substance
Fotos: divulgação Bentley

Fotos: divulgação Bentley







Há alguns anos a eletrificação vem, de alguma forma, comprometendo a essência de um automóvel voltado para o prazer de dirigir. Híbridos potentes, modos de condução em excesso, camadas de tecnologia atuando o tempo inteiro para “ajudar” o motorista e, inevitavelmente, mais peso. O Continental GT Speed atual é um exemplo claro dessa tendência, com seu V-8 híbrido plug in de mais de 770 cv, tração integral e uma ficha técnica impressionante, mas que cobra a conta na balança.

O mesmo acontece com o novo BMW M5, agora híbrido plug in, ultrapassando facilmente as 2,4 toneladas e rompendo com a regra de ouro do bom desempenho dinâmico, que sempre foi a relação direta entre peso contido e resposta imediata. Acho que, com a explosão dos números de potência absurdos, a relação peso-potência continua boa. Mas o peso se sente na tocada. E não faz o menor sentido carros “esportivos” com esse peso todo. Colin Chapman se revira no túmulo.

Mas nem tudo está perdido. A Bentley decidiu fazer o oposto com o seu novíssimo Supersports. Cortou peso, removeu o sistema híbrido, abandonou a tração integral, tirou o banco traseiro e reduziu isolamento acústico. O resultado é o Bentley de rua mais leve em 85 anos, abaixo de duas toneladas e quase meia tonelada mais leve que um Continental GT convencional. Em um universo que caminha para carros cada vez mais pesados, isso é praticamente um manifesto.

O nome Supersports aparece pela quarta vez na história da marca. A primeira em 1925, com o 3 Litre Super Sports, o primeiro Bentley a passar de 100 mph. Depois vieram as versões de 2009 e 2017, sempre marcando o ápice de esportividade da linha Continental. Agora, cem anos depois do original, o emblema retorna com uma proposta nova: menos números e mais envolvimento. Como todo autoentusiasta verdadeiro prefere.

O projeto nasceu como um experimento interno, apelidado Mildred, em homenagem a Mildred Mary Petre, pilota que completou 24 horas sozinha em Montlhéry com um Bentley 4½ Litre em 1929. A ideia era simples e ousada: criar o primeiro Continental GT de tração traseira e menos de duas toneladas. Um protótipo ficou pronto em seis semanas e o desempenho foi convincente o bastante para avançar.

 

A mecânica segue essa filosofia. Nada de híbrido, apenas o V-8 4,0 biturbo retrabalhado para 666 cv e 81,6 m.kgf, enviado exclusivamente ao eixo traseiro por um câmbio de dupla embreagem de oito marchas. O escapameno de titânio desenvolvido com a Akrapovi dá ao carro uma sonoridade mais viva e um toque especial. Os números oficiais são de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos e velocidade máxima de 310 km/h, mas o foco está em como ele reage ao comando do motorista. Isso. Os números não interessam tanto quanto as sensações.

O chassi foi redesenhado para privilegiar agilidade. O diferencial eletrônico, o vetorzamento de torque por frenagem e a bitola traseira 16 mm mais larga trabalham juntos para entregar um comportamento muito mais direto. A lista aerodinâmica impressiona: splitter (defletor) dianteiro monumental, apêndices aerodinâmicos instalados nas extremidades do para choque dianteiro, difusor traseiro, teto de fibra de carbono e um spoiler fixo. Tudo funcional, gerando mais de 300 kg de carga descendente adicional. Com pneus Pirelli Trofeo RS, o carro chega a 1,3 g de força lateral, algo difícil de imaginar em um Bentley até pouco tempo atrás.

A cabine segue a mesma lógica. Só dois lugares, bancos mais leves e baixos, estrutura interna em fibra de carbono no lugar do espaço traseiro e menos material fonoabsorvente para aumentar as sensações. Ainda assim, permanece um Bentley em acabamento, materiais e possibilidades de personalização. Serão apenas 500 unidades numeradas, com entregas a partir de 2027.

O Supersports traz um sinal importante. Em um mundo que empilha tecnologia e peso, a Bentley decidiu que ainda existe espaço para um cupê grande e “analógico”, capaz de entregar sensações mais diretas e uma experiência que coloca o motorista no centro. É uma carta de intenções.

Galeria

Sem contar que acho o design, principalmente o perfil, desses Bentleys GT atemporal e elegante, com muita esportividade.

 

MILDRED MARY PETRE: A MULHER QUE INSPIROU O CÓDIGO “MILDRED”

Mildred Mary Petre nasceu em 10 de novembro de 1895, em Chelmsford, Essex, Inglaterra, e ficou conhecida publicamente como The Hon. Mrs Victor Bruce (“A Honorável Senhora Victor Bruce”). Foi uma figura rara mesmo para os padrões da época, somando recordes em três frentes pouco prováveis para uma mulher nos anos 1920 e 1930: automobilismo, lanchas de competição e aviação. Além disso, construiu depois uma carreira bem sucedida como empresária.

Repare no avião em homenagem a pilota Mildred Mary Petre

Antes de entrar na história da Bentley, Mildred já tinha vencido a Coupe des Dames no Rally de Monte Carlo e estabelecido vários recordes de resistência em estrada, incluindo percursos de longa distância pela Europa e até acima do Círculo Polar Ártico. Em 1929, levou essa busca de limites a um novo patamar ao assumir um Bentley 4½ Litre no autódromo de Montlhéry, na França, e guiá lo sozinha durante 24 horas, com média próxima de 90 mph. O feito estabeleceu um novo recorde de resistência solo e ajudou a consolidar a imagem da Bentley como marca ligada à durabilidade e ao alto desempenho em uso extremo.

Mildred Mary Petre ou “A Honorável Senhora Victor Bruce” pilotando o Bentley 4½ Litre em 1929

A carreira de Mildred não parou aí. Ela também quebrou recordes em lanchas a motor, incluindo uma travessia de ida e volta do Canal da Mancha em 1929, e mais tarde se tornou uma das pioneiras da aviação, realizando um voo solo quase ao redor do mundo com um Blackburn Bluebird, em uma época em que voar ainda era algo experimental.

Quando a equipe de engenharia de Crewe precisou de um nome de código para o projeto do novo Supersports, a escolha de “Mildred” foi um reconhecimento direto a essa combinação de coragem, resistência e capacidade de levar um Bentley ao limite durante 24 horas seguidas.

PM







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