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Home Matérias Análises

TRABALHO COM LAZER

Se trabalhar com o que se gosta já é bom, imagine trabalhar com lazer incluído.

identicon por Carlos Meccia
16/01/2019
em Análises, CM, História, Tecnologia






O engenheiro de desenvolvimento é responsável pela interação dos atributos funcionais do veiculo, requerendo o seu envolvimento com o projeto, testes e avaliações, tanto em campo de provas quanto nas ruas e estradas, analisando as varias situações reais que o consumidor vai se deparar.  Para tal, requer do profissional um amplo conhecimento interativo do produto, discernimento e disponibilidade para viagens tanto no Brasil quanto no exterior.

Os atributos funcionais indicam os sistemas que independentemente interagem entre si, indicando o melhor caminho para que o consumidor fique satisfeito. Cada atributo, explicitado em seus detalhes, daria para escrever um compêndio:

  1. Conforto de rodagem
  2. Direção
  3. Estabilidade
  4. Ruído do conjunto motriz
  5. Ruído de componentes eletromecânicos
  6. Ruído de vento e de rolagem
  7. Freios
  8. Sensação de desempenho
  9. Dirigibilidade
  10. Câmbio
  11. Controle climático
  12. Bancos e cintos de segurança
  13. Visibilidade e espaço interno
  14. Controles funcionais
  15. Sistemas de entretenimento
  16. Manutenção
  17. Iluminação

Todos os atributos passam pelo crivo da engenharia, em termos de testes, medições, análises virtuais e avaliações veiculares, esta ultima gerando viagens representativas dos ambientes vários que o consumidor irá se defrontar com seu veículo.

A percepção do consumidor é fundamental quando se fala em DNA da marca, por exemplo, a Ford sempre se destacou pelo acabamento interno e conforto, a VW em durabilidade geral, a GM em termos de equilíbrio entre os atributos sem grandes destaques individuais, etc. Ruídos espúrios sempre geram insatisfação e veículos silenciosos são normalmente elogiados.

Ford Del Rey, exemplo de requinte e conforto

Falando em conjunto motriz, os motores são calibrados inicialmente em dinamômetros que levantam mapas de torque, potência e consumo específico em função das rotações e cargas, desde a marcha-lenta até a rotação máxima especificada do motor. A calibração em veículo é feita em campos de provas e/ou em ambientes externos, ao nível do mar, em altitudes, em baixas e altas temperaturas/umidade relativa do ar, etc.

Mapa de consumo específico e carga

Lembro-me nos idos de 1982, eu e mais dois engenheiros, em viagem a Campos do Jordão-SP, em pleno inverno, para avaliações de dirigibilidade do Escort em clima frio e em altitude, como parte do trabalho de desenvolvimento do veículo para o Brasil.

A cidade de Campos do Jordão fica na Serra da Mantiqueira a 1.630 m de altitude, tendo o seu ponto mais alto, o Pico do Itapeva a 2030 m e no inverno, sua temperatura ambiente chega fácil a 0 °C.

A altitude afeta o rendimento do veiculo pela perda de potência. Para motores aspirados, a 1.000 m, a redução é de 10%; a 2.000 m, a queda atinge 23%; em 2.500m, chega a 31%. No Pico do Itapeva o motor estaria com 23% a menos de potencia com relação a seu valor ao nível do mar.

Pico Itapeva em Campos do Jordão-SP

A estrutura da dirigibilidade inclui os seguintes pontos:

– Facilidade na partida do motor, tempo para funcionar e qualidade sonora
– Marcha-lenta, estabilidade e retorno à rotação especificada
– Suavidade nas mudanças de marcha, facilidade de concatenar o acionamento da embreagem e o acelerador durante as trocas
– Desempenho em velocidades estabilizadas na estrada e em tráfego anda e para, nas cidades- Respostas ao movimento do pedal do acelerador em todo o seu curso, acelerações e desacelerações, com progressividade
– Respostas em regime máximo do motor em várias cargas
– Facilidade de partir em rampas, considerando a modulação da embreagem e a redução do câmbio

Basicamente podemos resumir que a sensação de perda de torque/potência está intimamente ligada a efeitos observados de descontinuidades de calibração do motor.

A dirigibilidade se relaciona com a qualidade do motor em termos de gerenciamento da mistura ar-combustível e tempo de injeção e ignição. As avaliações são efetuadas na condição de motor frio e motor quente, nas diversas condições ambientais de temperatura, pressão e umidade relativa do ar.

Os principais focos são os seguintes: facilidade de partida do motor a frio e a quente, estabilidade de marcha lenta, dirigibilidade em trafego anda e para, dirigibilidade na estrada, freio motor, progressividade em acelerações e desacelerações, tempo de reação em varias posições do pedal do acelerador etc.

Avaliamos o Escort com o motor CHT 1,6 comparativamente ao original CVH 1.6, gasolina com 10% de álcool e com grata surpresa, o CHT se comportou bem, tanto em desempenho quanto em dirigibilidade.

Escort com motor CVH 1.6 original europeu

Em outra viagem de avaliação, fomos com os dois Escort para a cidade de Teresina no Piauí, na condição de praticamente ao nível do mar (75 m de altitude) e temperaturas acima de 30 °C, repetindo todos os pontos de dirigibilidade da viagem anterior.

Teresina, cidade muito bonita e contrastante com o sertão do Piauí

Na realidade o motor CHT, mesmo de concepção antiga, foi a abertura para que a Ford do Brasil fosse considerada centro de criação de produtos mundiais,  graças ao programa brasileiro de exportação do Escort CHT para os países nórdicos, principalmente para a Finlândia. Este fato foi importante para justificar mais investimentos para o Campo de Provas de Tatuí e para toda a engenharia. Várias avaliações foram feitas também na Finlândia, incluindo o comportamento das borrachas, liquido de arrefecimento, óleo do motor, graxas e lubrificantes em geral em temperaturas bem abaixo de zero, podendo chegar a 20 °C negativos. Eu, infelizmente não estava lá.

Ford Escort em avaliação de inverno na Finlandia

Imagine para quem gosta de dirigir como nós, autoentusiastas, conhecendo novas paragens e trabalhando com prazer. Realmente não tem preço.

CM

Créditos de fotos e imagens: youtube, autocar, naturam, diariodoturismo, google







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