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Home AG

“ACHADO DE CELEIRO”: KOMBI MUITO ANTIGA, RESGATADA PELA VW, BRILHOU NO EVENTO HO22

A HISTÓRIA DE UMA KOMBI 1953, UMA RARA"BARNDOOR", E SUA HISTÓRIA PECULIAR QUE CHAMOU MUITA ATENÇÃO NO EVENTO DE HESSISCH OLDENDORF 22

Alexander Gromow por Alexander Gromow
22/08/2022
em AG, Falando de Fusca & Afins
Foto: Volkswagen

Foto: Volkswagen







Ao comentar com Rodrigo Kurmen Figueiroa a matéria sobre a Kombi Half-track Fox, ele lembrou que havia outra Kombi bem antiga, também pertencente ao acervo da VWNO Volkswagen Nutzfahrzeuge Oldtimer, Volkswagen Veículos Comerciais Veículos Antigos, exposta no evento HO22 e que por isso merecia uma atenção especial por sua história peculiar.

Em HO22, uma mostra da VWNO: em primeiro plano a Kombi 1953, tipo barndoor, com equipamento de radar de velocidade; atrás está, com sua cor laranja característica, a Half-track Fox, e bem ao fundo uma “Kombi” elétrica, a nova ID.Buzz. Detalhe para o manequim trajando o uniforme de polícia da época da polícia (Foto: Rodrigo Kurmen Figueroa)
As portas estavam abertas e se podia ver o equipamento de detecção de velocidade homologado para uso na Alemanha em 1958 (Foto: Rodrigo Kurmen Figueroa)

Trata-se de uma Kombi 1953, das primeiras, que se destacam por uma enorme tampa do motor, o que lhe conferiu o nome de barndoor (porta de celeiro em inglês), como se pode ver na foto abaixo, tirada no 2nd European Barndoor Gathering and Vintage VW Show (2º Encontro Europeu de Barndoors e VW Vintage) realizado em 19 e 20 de maio de 2018 em Amersfoort, na Holanda:

Duas Kombis barndoor com as grandes tampas do motor abertas. A Kombi furgão da esquerda é mais antiga, já que não tem vigia traseira, coisa que foi implementada depois (Foto: Kathleen & Theo)

A última barndoor foi fabricada em 28/02/1955, com o número de chassi 20-117901. Quanto à denominação, cuja grafia barn door, em escrita separada, é específica para porta de celeiro no sentido real, ela é escrita junto — barndoor — quando se refere a este tipo de Kombi, embora as duas grafias sejam encontradas na literatura.

A história da Kombi-Radar

Este Bulli (apelido da Kombi na Alemanha, só que por lá Bulli é masculino) foi um raro achado de celeiro (barn find em inglês) que se tornou uma parte importante da coleção de carros antigos da VWNO em Hannover: trata-se do primeiro Bulli que foi equipado com radar detector de velocidade e que serviu para treinamento desta tecnologia, então nova, para policiais da Baixa Saxônia, Alemanha. Esta Kombi T1 de 69 anos passou despercebida guardada numa garagem por mais de 57 anos. Seu princípio de medição de velocidade por radar da época permanece válido e ainda aterroriza muitos motoristas hoje em dia.

Para a instalação do sistema de radar foram feitas várias alterações nesta Kombi T1, como a instalação de uma janela adicional na lateral esquerda, da abertura de uma vigia traseira retangular grande (talvez de uma Kombi tipo Samba da época). Também foi instalada uma potente lâmpada de flash numa abertura circular na coluna D esquerda, abaixo da vigia traseira, que quando fora de uso era disfarçada com uma tampa em formato de calota pintada na cor do veículo. O sensor de radar, de forma retangular, foi instalado atrás da vigia traseira, e a seu lado ficava a temida câmera fotográfica que tudo registrava.

As luzes traseiras também já não são as originais, e devem ter sido trocadas. pois elas incluíam as luzes de indicadoras de direção que, junto com pequenas lâmpadas adaptadas na dianteira, substituíram a função das “bananinhas” (semáforos direcionais) originais. Na foto de abertura as luzes direcionais adaptadas na dianteira não estão instaladas, aparecendo somente os respectivos furos.

A Kombi Radar vista de ¾ de trás do lado esquerdo (Foto: Volkswagen)

Para se ter um termo de comparação. procurei fotos de uma Kombi 1953 original semelhante, e encontrei as fotos de Rikki James postadas no site www.barndoor.dk:

 

A foto abaixo permite comparar também com a dianteira atual da Kombi-Radar:

Kombi-Radar (Foto: Volkswagen)

A Kombi-Radar de 1953 tem hoje apenas 65.144 quilômetros no hodômetro e foi adquirida nova pelo Escritório de Aquisições da Polícia da Baixa Saxônia por 6.750 marcos alemães. Após seus primeiros anos de serviço para a polícia de Hannover, esta Kombi recebeu o equipamento de radar e foi usada de 1961 a 1964 para ensinar policiais a operar a unidade de radar estático. O sistema de radar em si ficava no interior da Kombi. Era onde os funcionários avaliavam os dados coletados pelo equipamento que ficava sobre uma pequena mesa, como mostra esta foto:

Interior agora completo com mobiliário e equipamentos de época reconstituindo a fase de “veículo-escola” desta Kombi (Foto: Volkswagen)

E já havia um registro fotográfico que mostrava a foto do veículo infrator:

Reprodução de um protocolo de medição padrão da época (Foto: fotograma de vídeo da apresentação da Kombi-Radar no Museu da VWNO)

 

No canto direito superior, escrito à mão, no sentido vertical, a localidade da medição e a data, ao lado um ponteiro indicava a velocidade aferida, no caso 50 km/h, e a hora da medição 11h18m era indicada por um relógio. Quando fosse o caso, com base nesta foto era emitida a multa — lembrando que este era o estado da arte do início da década de 1960. Muitas vezes os carros infratores eram parados próximo ao carro de medição com a multa sendo emitida manualmente “no ato”.

Até a introdução da medição por radar na Alemanha há 63 anos, as violações de velocidade ainda eram determinadas com cronômetros, como foi aqui no Brasil durante muitos anos. A primeira medição de radar oficial ocorreu em 15 de fevereiro de 1959 na Renânia do Norte-Vestfália em um trecho da estrada entre Düsseldorf e Ratingen.

Heinz Scholze, de 89 anos, então sargento da polícia, participou do “2º Curso de radar” na Baixa Saxônia em 1961: “Esse era um território completamente novo para os usuários da estrada e para nós. Não tínhamos absolutamente nenhuma experiência com essa nova tecnologia. Fomos, então, treinados por várias semanas.”

Heinz Scholze relembrando o tempo em que ficava horas a espreita de infratores para serem captados pelo sistema de radar da Telefunken tipo VRG 2 (Foto; Volkswagen)

Heinz tem fotos da época das Kombis-Radar como a abaixo, observando que esta já é uma Kombi mais nova e de uso real do radar, não a Kombi-escola motivo deste artigo:

Foto de época mostrando uma Kombi=Radar à espera de infratores. Acho que levou pouco tempo para que o pessoal passasse a identificar as Kombis-Radar paradas ao lado da rua (Foto: Heinz Scholze)

O resgate da Kombi-Radar

Em 1964, a polícia cancelou o registro da “nossa” Kombi-Radar, que passou para a propriedade privada. Ela acabou em garagens e celeiros. O último proprietário, um mestre mecânico de Hannover, colocou-a em sua garagem no distrito de Hannover-Badenstedt. Assim a Kombi permaneceu protegida das intempéries, e passou lá despercebida por anos. Devido à falta de tempo, uma restauração planejada nunca ocorreu e, portanto, o veículo acabou, por sorte, sendo resgatado pela VWNO e mudou de endereço para o distrito vizinho de Hannover-Limmer.

Os especialistas em veículos da VWNO analisaram o veículo e o deixaram em sua condição original, tendo sido decidido não o restaurar. Foram adicionados detalhes contemporâneos ausentes (por exemplo, móveis). O Physikalisch-Technische Bundesanstalt Braunschweig — Instituto Físico-Técnico de Braunschweig, que originalmente homologou a tecnologia de medição de radar em 2 de dezembro de 1958, ainda tinha o mesmo sistema de radar em seu acervo, possibilitando completar este item que fazia parte do equipamento escola original.

Abaixo um equipamento VRG 2, Telefunken, idêntico ao instalado na Kombi-Radar, com o sensor de radar colocado sobre um tripé para medições de beira de estrada. A velocidade medida era indicada no voltímetro no centro do aparelho, calibrado em km/h, na época o fim de escala era de 150 km/h. Nos painéis atrás, da esquerda para a direita: a primeira multa de trânsito oficialmente registrada em 1894; a homologação de medição de velocidade por radar na Alemanha em 1958 e o equipamento VRG 2 exposto em um teste bem-sucedido feito 63 anos depois de sua fabricação, com medições ainda exatas.

Mostra feita durante a apresentação da Kombi-Radar no museu da VWNO, em Hannover-Limmer (Foto: fotograma de vídeo da apresentação da Kombi-Radar no Museu da VWNO)

Tobias Twele (Gerente de Projeto da VWNO), disse: “É um grande prazer ter este Bulli raro em nossa coleção e apresentá-lo ao público. Este Bulli de primeira geração impressiona com sua história especial e sua condição autêntica.” E isto com a verdadeira qualidade Bulli: depois de instalar uma nova bateria e trocar o óleo do motor, o motor voltou a funcionar imediatamente, apesar de 54 anos parado.

Ainda na festa de apresentação da Kombi-Radar no museu da VWNO, dois representantes da “velha guarda” da polícia em seus uniformes de época contaram suas experiências com este veículo quando eram feitos os primeiros treinamentos de operadores de radar viário na Alemanha:

Da esq. para a dir., Felix Hofmann e Heinz Scholze, ambos encerraram suas carreiras como comissários de polícia (Foto: fotograma de vídeo da apresentação da Kombi Radar no Museu da VWNO)

Na foto abaixo, o detalhe da calota de cobertura da luz de flash em posição fechada:

A Kombi-Radar (Foto: fotograma de vídeo da apresentação da Kombi Radar no Museu da VWNO)

Segue o vídeo (03:08), em alemão, com a apresentação da Kombi-Radar no museu da VWNO:

YouTube Video

 


Como eu tinha comentado em outra matéria, um evento como o de Hessisch Oldendorf traz muitos assuntos correlatos, como estes que estou relatando aqui na coluna Falando de Fusca & Afins.

Agradeço mais uma vez à colaboração do amigo Rodrigo Kurmen Figueroa para a elaboração destas matérias.

AG

Esta matéria se baseou nas informações constantes do release publicado pela VWNO no site www.presseportal.de, complementadas por material próprio e pesquisas na internet.
NOTA: Nossos leitores são convidados a dar o seu parecer, fazer suas perguntas, sugerir material e, eventualmente, correções, etc. que poderão ser incluídos em eventual revisão deste trabalho.
Em alguns casos material pesquisado na internet, portanto via de regra de domínio público, é utilizado neste trabalho com fins históricos/didáticos em conformidade com o espírito de preservação histórica que norteia este trabalho. No entanto, caso alguém se apresente como proprietário do material, independentemente de ter sido citado nos créditos ou não, e, mesmo tendo colocado à disposição num meio público, queira que créditos específicos sejam dados ou até mesmo que tal material seja retirado, solicitamos entrar em contato pelo e-mail alexander.gromow@autoentusiastas.com.br para que sejam tomadas as providências cabíveis. Não há nenhum intuito de infringir direitos ou auferir quaisquer lucros com este trabalho que não seja a função de registro histórico e sua divulgação aos interessados.
A coluna “Falando de Fusca & Afins” é de exclusiva responsabilidade do seu autor.

 







Tags: Alexander GromowFalando de Fusca & AfinsRodrigo Kurmen FigueroaVW Nutzfahrzeuge Oldtimer
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