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Home BS

COMO UM MOTOR E A II GUERRA MUNDIAL MUDARAM O JEITO DE ANDAR DE MOTOCICLETA

TUDO GRAÇAS AO REVOLUCIONÁRIO ESQUEMA DE JANELAS SCHNUERLE

identicon por Bob Sharp
11/03/2023
em BS, História, MOTOentusiastas
ItalJet SuperSport 50 /Fotos: yahoo.com/entertainment

ItalJet SuperSport 50 /Fotos: yahoo.com/entertainment







Por Emmet White

Motocicletas nem sempre tiveram estrutura monobloco, pneus largos e velocidade de 300 km/h como se vê hoje. Na verdade, as origens da motocicleta vão até experiências de transporte pessoal a partir da bicicleta. E andar de motocicleta teve a ver historicamente com reduzir o custo para ir de um lugar a outro, se bem que o prazer proporcionado por andar numa ter sido sempre um bem-vindo efeito colateral.

Para esse fim, motociclistas de hoje, como eu, devem aos nossos antepassados sobre duas rodas termos conhecido nossa própria história. E uma significativa parte desse complexo jogo que levou ao andar de motocicleta hoje teve início antes da Segunda Guerra Mundial.

O que está escrito é importado do YouTube. Pode-se achar o mesmo texto em outro formato, ou é possível ter mais informações lá.

Como Ryan Leech, do canal FortyNine do YouTube, focado em motocicleta explica, o desenvolvimento da construção de potentes e confiáveis motores de dois tempos é diretamente ligado ao início e fim da Segunda Guerra Mundial. Especificamente, um modelo conhecido como RT 125 produzido pelo fabricante alemão DKW, foi inicialmente o único modelo a se beneficiar da nova tecnologia dos dois tempos conhecido por esquema de janelas schnuerle.

O nome se refere ao engenheiro alemão Adolf Schnürle e o esquema das janelas schnuerle foi uma maneira revolucionária de evacuar os gases de escapamento da câmara de combustão. Ao localizar duas janelas de transferência de admissão e uma de escapamento no mesmo lado do cilindro, as janelas schnuerle (também chamada de lavagem em arco, loop scavenging), reduziu-se a quantidade de gases queimados retidos na parte superior da câmara de combustão, que contaminavam a mistura fresca problema comum dos motores de dois tempos de lavagem transversal.

Um dos primeiros modelos DKW RT 125 tinha uma estranha sela para o passageiro

O motor dois-tempos ganhou importância ao longo do tempo comparado ao de quatro tempos em razão da sua grande simplicidade sob determinadas circunstâncias. Os tipos de dois-tempos com lavagem por canais, em que o escapamento e a lavagem são controlados pelo movimento do pistão, são muito vantajosos”, escreveu Schnürle no seu pedido de patente em 1924, aprovado em 1930. Mas não antes que a DKW adquirisse, em 1929, os direitos da tecnologia da lavagem em arco. Com a DKW sendo o único fabricante com permissão legal para produzir uma motocicleta com um motor eficiente por determinado tempo altamente potente, o futuro de opções de motocicletas competitivas parecia desanimador para os consumidores.

O editor da revista americana Cycle World por muitos anos e lenda da indústria motociclística, Kevin Cameron, escreveu em 2017 a respeito da desvantagem da lavagem transversal dos motores dois-tempos:

“A ideia era que durante o tempo gasto pelo fluxo de admissão para atravessar este arco, o processo de exaustão já teria terminado e o pistão no movimento de subida fecharia as janelas, retendo o volume de mistura fresca ainda no arco. Achava-se que estes problemas da lavagem transversal limitavam a potência e comprometeriam a confiabilidade de tal forma que a busca por potência nos dois-tempos nos anos 1920 e 1930 levaram a complexidades como dois pistões opostos em um cilindro, controlados por dois virabrequins, ou por dois cilindros paralelos compartilhando a mesma câmara de combustão, mais o uso de uma lavagem por soprador externo a pistão ou giratório. Tais motores não eram simples, muito menos baratos. Isso explica por que a direção da DKW considerou valioso o esquema de lavagem de Schnürle. “

O que todo esse palavreado técnico sobre dois-tempos e engenharia alemã do pré-guerra tem a ver com moderno andar de motocicleta? Bem, a DKW tinha a patente do esquema de janelas schnuerle durante toda a Segunda Guerra Mundial, usando-o para produzir motocicletas para as forças armadas alemãs (o próprio Schnürle foi cúmplice do esforço de guerra da Alemanha e fabricou motores aeronáuticos radiais para a Luftwaffe). Contudo, em seguida à vitória dos Aliados em 1945 e à subsequente anulação da infraestrutura do Eixo, a patente do esquema de janelas schnuerle foi distribuída para o mundo todo. O resultado disso foi aproximadamente cada fabricante aliado criar sua própria versão da reverenciada DKW RT 125 civil e a NZ350 militar..

Carteiros do Correio Real de Londres utilizavam BSA Bantam com veículo de entregas

Especificamente, a fábrica da DKW em Zschopau, na Alemanha, sobreviveu incólume à guerra e ficou em território soviético, com a linha completa de produção e maquinário enviado para Izkevsk, Rússia. Uma copia da RT 125 logo surgiu como M-1ª Moskva graças à nova fábrica em Moscou. Ao longo dos Mares Báltico e do Norte, a BSA recebeu os direitos para produção da RT 125 no Reino Unido, tornando-se a exitosa BSA Bantam, produzida de 1948 a 1973 em quase meio milhão de unidades produzidas.

Até a Harley-Davidson produziu um modelo baseado na RT 125, conhecido como Model 125. Para se adequar ao consumidor americano o projeto da moto foi espelhado para ter o comando do câmbio no lado esquerdo, já que os motociclistas tinham que extrair os 3 cv em todas as três marchas. A Harley depois fez a versão de 165 cm³ ates de voltar a 125 cm³ renomeando-a Harley-Davidson Hummer.

A Harley-Davidson Hummer acabou se tornando clássica para colecionadores dos EUA

Não foram só as forças Aliadas que acabaram por se beneficiar da fonte aberta do primeiro motor de dois tempos confiável. De fato, o Japão também veio a produzir cópia da RT 125, a despeito de por meios mais difíceis. Através de engenharia reversa de uma RT 125, a Yamaha produziu a YA-1, lançada em 1955 — a primeiríssima Yamaha. A Itália acompanhou e criou uma variedade de cópias do projeto, incluindo a Mival 125 T, a Tipo 12 da Maserati e a ItalJet SuperSport 50 (foto de abertura).

O Museu da Saxon Vejhicles em Chemnitz, Alemanha, recebeu uma exibição de motocicletas DKW em 2022

Independente do país de produção, estes glorificados ciclomotores com substancial quadros freios a tambor, tornaram sucesso instantâneo em todo o mundo. Seu preço era justo, o tamanho era justo e era fácil para qualquer fabricante produzi0los. E devido a tantas pessoas poderem pôr as mãos num, uma cultura de competição logo seguiu. Esse tipo de tecnologia dois-tempos depois foi retrabalhada pelo engenheiro da MZ Motorcycles egresso da Alemanha Oriental, Ernst Degner, durante seu tempo na Suzuki depois da guerra, permitindo que tanto a Suzuki quanto a Yamaha expandissem suas fronteiras de corridas de 125 cm³na época. Outro engenheiro da MZ Motorcycles, Walter Kaaden, também tem o crédito por tais avanços, no qual adicionado um terceiro canal de transferência oposto à janela de escapamento melhorou ainda mais a eficiência.

Enquanto esta era da história da motocicleta é cada vez mais complexa, e o contexto da vitória aliada na Segunda Guerra Mundial é diretamente ligado à grande expansão da indústria de duas rodas desde então. Mesmo que motos de motor dois-tempos não sejam exatamente populares hoje, o desenvolvimento dos quatro-tempos deve-se em parte ao desenvolvimento lado a lado dos dois tipos de motores no século 20. E se você tiver a oportunidade de andar numa moto derivada da DKW RT 125, lembre-se que você estará andando numa grande parte da história.

BS







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Foto: Gooding & Company

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