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Home CL

DE TÁXI PELO MUNDO!

identicon por chicolelis
04/10/2024
em CL, Histórias & Estórias
Táxi em Capri (foto: Jader Andrade)

Táxi em Capri (foto: Jader Andrade)







Ao receber a foto (de abertura) de amigos que visitaram Capri (no Golfo de Nápoles, no mar Tirreno, ilha com 30 mil habitantes numa área de 10,4 km²) mostrando um táxi local, fiquei inspirado para falar de outros táxis, igualmente curiosos, ou não, espalhados por esse nosso planeta.

Em Capri eles são montados sobre ao mais variados modelos e marcas, desde o menor dos carros, como um Fiat 600, até algumas “banheiras” que a indústria automobilística produz. Todos com sua parte superior cortadas, substituídas por toldos  que têm suas cores e formato determinado pelo gosto, ou mau gosto, do seu proprietário. Mas são todos “divertidos”. “São muito caros”, acrescenta minha amiga, informando que a corrida mais barata, que dura 11 minutos, custa entre 10 e 13 euros (60 a 78 reais).

No contraponto dessa irreverência de Capri, a “seriedade” do táxi londrino, todos com o mesmo design e em sua maioria na cor preta, dai serem chamados de “black cabs”. Seu uso é muito caro também: uma corrida de 20 minutos, chega a custar 15 libras esterlinas (cerca de R$ 110,00). Nada muito diferente do preço cobrado por aqui, pelos aplicativos, em dias de chuva, ou na hora do rush, quando é aplicada a chamada tarifa dinâmica. Certo? Diz a lenda que eles têm o teto elevado para que os “lordes” ingleses pudessem entrar sem ter que tirar suas elegantes cartolas. Eram Austin com motor diesel e há alguns anos passaram a ser elétricos e chineses fabricados por uma empresa subsidiária da Geely. Sua característica mais notável é a manobrabilidade, pois são capazes de girar num diâmetro de apenas 7,6 metros, sendo por isso autorizados a retornar em “U”, de uma vez só, nas estreitas ruas de Londres,

O novo táxi londrino. Tão imponente quanto o antigo (Foto: moto1.com uk)

O táxi em Roma não tem lá seus atrativos, mas a cidade não poderia ficar fora de um roteiro, certo? O preço de uma corrida do aeroporto internacional de Fiumicino até o centro custa 48 euros, perto de R$ 250,00. Nas demais corridas pela cidade, vale o que mostra o taxímetro.

Os ‘yellow cabs’, os famosos táxis amarelos de Nova York; um dos mais populares foi este Ford Crown Victoria (Foto: dyler.com)

A cor amarela dos táxis de Nova York, talvez o táxi mais conhecido em todo o mundo, vem desde 1915, quando John Hertz inspirou-se em um estudo da universidade de Chicago, mostrando que a cor amarela combinada com o vermelho era mais visível de longe. Uma corrida padrão por lá custa US$ 10 (cerca de R$ 50,00). Informação extra: o primeiro táxi com motor a combustão circulou pela chamada “capital do mundo” em 1907.

Táxis no desembarque do Aeroporto Santos Dumont, Rio de Janeiro (Foto: alexfiel.com.br)

No Rio de Janeiro, o mesmo argumento foi usado para determinar a cor do táxi carioca, onde o km rodado custa em torno de R$ 4,00.  E pode custar bem mais se você pegar um tiroteio na Linha Vermelha, e ficar parado por um longo tempo. Uma observação; na minha infância morei no amado Rio de Janeiro, onde a malandragem, hoje substituída pela bandidagem, andava solta por lá, dando golpes e tungando carteiras na Praça XV, no Largo da Carioca, ou na Cantareira, a barca que fazia a travessia Rio-Niterói e que tinha até música).

Em Pequim, capital chinesa, aparece o amarelo, como no Rio e Nova York. Uma larga faixa nessa cor aparece em todos os modelos que circulam pela cidade e também por Xangai. E, pelas informações na Internet, os preços são bem convidativos.

Táxi de Pequim, China , Citroën Elysée (Foto: WorldPress.com)

Nos primeiros, custando entre US$ 2,80 e US$ 4,20 em corridas pelo Centro da cidade. Em Pequim com 21,8 milhões de habitantes, e o amarelo dominando nos “carros de aluguel”, como eram chamados os táxis antigamente. Lá, os primeiros 3 km custam o equivalente a US$ 10,48, com custo adicional, por quilômetros rodado, de US$ 1,80. Justificativa para uso do amarelo: melhor visualização, tanto para serem encontrados, quanto por serem avistados pelos outros motoristas e evitar acidentes.

Em Roma, o táxi não tem cor definida, mas foi incluída lá apenas por ser Roma. A corrida entre o aeroporto de Fiumicino, o principal da Itália, custa, fixo, o equivalente a US$ 48. E não se assuste com o trânsito terrível da cidade e com o motorista, que à todo momento, larga do volante para falar com as mãos, além do mais, olhar para você, sentado no banco traseiro.

Paris também foi incluída na lista, por ser a “Cidade-Luz” e abrigar os mais famosos museus do mundo. Lá, a bandeirada custa US$ 2,60, e o quilômetro rodado, de dia, US$ 0,96 e US$ 1,17 à noite. E Buenos Aires, na lista por que é a capital dos “hermanos” e onde Carlos Gardel cantou belos tangos compostos pelo brasileiro Alfredo Le Pera, nascido no bairro do Bexiga, no Centro de São Paulo, e tornado famoso por Adoniran Barbosa). Lá a bandeirada custa $ 1.28 pesos (o dólar blue está a $ 1.200 pesos) e $ 128 pesos a cada 200 metros, com 20% de acréscime4 no período noturno.

Lisboa, só incluí por uma questão sanguínea, em homenagem à minha amada avó Eva, mas não há o que falar, a não ser que para saber preços das corridas devemos recorrer à simulação da Coptaxis.

Nova Deli foi incluída por oferecer o mais curioso tipo de taxi, o “Tuk-Tuk”, que foi inventado no Japão, mas predomina na capital da Índia, com seus quase 33 milhões de habitantes. Ele tem apenas três rodas, já que é montado sobre motocicleta, mas pode levar até sete pessoas, de acordo com sua configuração.

Tuk-tuk na Índia (Foto: vemomundo.blogspot.com)

Finalmente, Tóquio, que abriga, além do táxi tradicional, um dos mais antigos tipos de transporte de passageiros, o Riquixá, com duas rodas e, como diz seu nome em japonês, “jinrikisha” (veículo a tração humana). Ele surgiu no Japão em 1868 e hoje tem a versão ciclo-riquixá, montado sobre uma bicicleta.

Agora, em Berlim está o “táxi” mais divertido para quem gosta da uma boa cerveja alemã: o Beer Bike”, onde um determinado número de “passageiros”  (varia entre 6 e 12 pessoas) pedala uma bicicleta em forma de mesa ou de um  balcão de bar, que tem um “ciclista” que não bebe e cuida para que o “bar” não erre a mão, ao circular pelos pontos turísticos, de Berlim.

Pedalando e bebendo chope (Foto: berlin-stag-do.com

CL

A coluna “Histórias & Estórias” é de exclusiva responsabilidade do seu autor.







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