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Home Matérias Avaliações

CITROËN BASALT FEEL, COMPARATIVO ASPIRADO x TURBO

DUAS PERSONALIDADES PARA O MESMO SUVE-CUPÊ DE ENTRADA

identicon por Gerson Borini
21/08/2025
em Avaliações, Front Page, GB, Testes
Fotos: autor

Fotos: autor







No AUTOentusiastas, como é sabido, não fazemos comparativos entre modelos de marcas diferentes por entender que sempre pode haver um viés que acabe dificultando ao leitor escolher sua melhor opção. Mas no caso do Citroën Basalt, como já ocorreu em outras ocasiões, trata-se de mesmos marca, modelo e cilindrada, variando a forma de carregamento, natural ou forçada e, obviamente, potência..

À primeira vista, parece até injusto comparar: dois Citroën Basalt na versão Feel, mesma carroceria, mesmas rodas, mesmo interior. Mas basta girar a chave (ambos utilizam chave-canivete) para perceber que são dois carros distintos na forma de responder ao motorista. Um tem o motor tricilindro Firefly 1,0 de aspiração atmosférica, aqui chamado de aspirado, com câmbio manual de 5 marchas, e o outro o motor também tricilindro, mas o T200 1,0 turbocarregado com câmbio automático CVT de 7 marchas.

Rodei sete dias com cada em situações reais, verificando não só números, mas também sensações — aquele tipo de percepção que não aparece na ficha técnica, mas que todo motorista, em especial o entusiasta, logo reconhece.

Clique nas fotos com o botão esquerdo do mouse para ampliá-las e ler as legendas

Motores: parentes distantes

O 1,0 aspirado é um tricilindors de concepção simples e robusta. Duas válvulas por cilindro, comando no cabeçote, correia “silent chain” e taxa de compressão de 13,2:1. É um motor que pede rotação para mostrar disposição e gosta de trabalhar entre 3.000 e 6.000 rpm. Entrega 71/75 cv a 6.000rpm e 10/10,7 m·kgf a 3.250 rpm.

O motor Firefly de 3 cilindros tem algumas inovações, como o coletor de escapamento que é integrado ao cabeçote

Já o 1,0 turbo 200 é outra conversa: quatro válvulas por cilindro, injeção direta, comando com variação eletro-hidráulica Multiair III e turbocarregado. O torque máximo de 20,4 m·.kgf aparece a apenas 1.750 rpm e se mantém disponível por uma larga faixa. Essa curva plana muda completamente o jeito de guiar: as respostas são imediatas e previsíveis, sem a necessidade de “caçar marcha” o tempo todo. A potência máxima de 125/130 cv ocorre a 5.750 rpm.

A instalação do motor T200 é bem compacta e tem uma grande preocupação com as rotas de ar de admissão para não prejudicar a potência; o cofre do motor passa a ser pintado na cor do carro na versão 2026

Câmbio: participação vs. comodidade

No aspirado, o câmbio manual de 5 marchas tem engates curtos e precisos, com uma relação de diferencial (4,929) que privilegia a saída e retomadas, mas exige que o motorista saiba antecipar reduções para manter o ritmo. Na cidade, o pedal de embreagem leve ajuda na rotina, mas em rodovia é preciso certa atenção para não deixar a rotaçao do motor cair muito, como abaixo de 3.000 rpm.

O turbo vem com câmbio CVT ajustado para 7 marchas definidas, e aqui vale um elogio: a Stellantis acertou na programação do CVT do Citroën evitando aquele “miado” contínuo, típico dos CVTs que, embora correto do ponto de vista de operação do motor — carga constante com rotação variável — desagrada a muitos. A programação consiste justamente no abandono da variação contínua da relaçao de transmissão em favor de variação em degraus como nos câmbios de engrenagens, sejam elas cilíndricas nos câmbios manuais ou robotizados ou epicpiclicas nos câmbios automáticos ditos “convencionais”..

No Basalt as trocas transmitem naturalidade e mantêm o motor na faixa de rotação que já produz potência considerável. Em uso rápido não há a mesma conexão mecânica de um bom manual, mas no dia a dia, a comodidade de um câmbio automárico, independente do tipo, fala mais alto.

Suspensão: firmeza e fluidez

Ambos usam suspensão McPherson na frente e eixo de torção atrás, com batente hidráulico de distensão nos amortecedores dianteiros, mas o ajuste é diferente, ou os 60 kg a mais do peso da versão turbo afetam o resultado final.

No aspirado, a calibração da suspénsão é levemente mais firme, o que significa menos rolagem de carroceria em curvas e maior sensação de estabilidade em alta. A leitura de piso é mais direta — o motorista sente melhor a estrada, algo que agrada quem gosta de saber o que as rodas estão fazendo.

No turbo, a suspensão é um pouco mais macia. O carro “flutua” mais em ondulações longas, filtrando bem buracos e remendos, mas deixando a carroceria inclinar um pouco mais nas mudanças rápidas de direção.

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Tecnologia a bordo: iguais nos dois

Independente da motorização, o pacote tecnológico da versão Feel é o mesmo. O painel de instrumentos digital é configurável e oferece informações completas, com computador de bordo detalhado, incluindo consumo médio e instantâneo, alcance, temperatura externa e alertas do veículo.

A central multimídia é de fácil operação, com boa resposta ao toque, integração com Android Auto e Apple CarPlay e menus claros — tudo idêntico nas duas versões.

O interior do veículo tem desenho modernos e as saídas de ar da ventilação interna tem um desenho que agrada alguns e nem tanto a outros

Por outro lado, não há qualquer sistema de auxílio ao motorista: nada de controle de cruzeiro, alerta de colisão ou assistentes de faixa. A única ajuda eletrônica disponível é a assistência à partida em aclives, que segura o carro por 2~3 segundos, facilitando a saída, especialmente útil no câmbio manual.

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Comportamento dinâmico e sensações

No aspirado, a condução é sobre momentum — manter o embalo. Isso exige planejamento: chegar na curva na marcha certa, usar a potência onde ele está disponível, e trabalhar com o baixo peso do carro (1.120 kg) a seu favor. O motor sobe de giro com suavidade, mas sem “explosão”. A progressão de velocidade é linear e previsível. Em rotações mais altas, o som típico de três cilindros se torna presente, com aquele timbre levemente metálico que alguns amam e outros odeiam.

Linha de cintura alta na traseira com lanternas que se pronunciam na lateral da carroceria

O turbo, com seus 130 cv com álcool e potência abundante mesmo em baixa rotaçao convida a um estilo mais relaxado: basta encostar o pé e o carro responde, mesmo carregado. Ultrapassagens apertadas são rápidas e seguras, e subidas longas deixam de ser um teste de paciência. Em giro baixo o motor é discreto; quando solicitado, o turbo assobia levemente, mas o isolamento acústico é melhor, especialmente a 120 km/h, quando o CVT mantém o motor em rotação bem baixa, 2.630 rpm.

Silhueta atraente e boa altura em relação ao solo

Box técnico – leitura de entusiasta

Relação peso-potência
Aspirado manual: 1.120 kg / 75 cv (A) = 14,9 kg/cv
Turbo automático: 1.182 kg / 130 cv (A) = 9,1 kg/cv
O turbo tem cerca de 40% mais agilidade em acelerações e retomadas.

Velocidade por marcha – aspirado manual (estimada a 6.000 rpm)
1ª – 44 km/h | 2ª – 77 km/h | 3ª – 123 km/h | 4ª – 181 km/h* | 5ª – 246 km/h* (* teórico apenas, pois a máxima velocidade é 157 km/h)
4ª e 5ª são marchas de cruzeiro; desempenho real acontece nas três primeiras.

Faixa mais útil de torque
Aspirado: força concentrada entre 3.000 e 5.500 rpm.
Turbo: torque máximo já disponível a 1.750 rpm e sustentado até 4.500 rpm.

Esses números confirmam as sensações: o turbo é mais elástico e cheio, o aspirado pede giro e antecipação.

Consumo e eficiência

O aspirado leva vantagem na economia, especialmente na cidade:
Cidade (G): 13,2 km/l contra 11,9 km/l do turbo
Estrada (G): 14,3 km/l contra 13,7 km/l do turbo

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Tabela comparativa

Característica Basalt 1,0 aspirado manual Basalt 1,0 Turbo automático
Potência 71/75 cv (G/A) a 6.000 rpm 125/130 cv (G/A) a 5.750 rpm
Torque 10/10,7 m·kgf a 3.250 rpm 20,4 m·kgf a 1.750 rpm
Câmbio Manual, 5 marchas Automático CVT, 7 marchas
Peso 1.120 kg 1.182 kg
0–100 km/h 16,4/15,2 s (G/A) 9,7 s
Consumo cidade (G/A) 13,2 / 9,2 km/l 11,9 / 8,3 km/l
Consumo estrada (G/A) 14,3 / 10,1 km/l 13,7 / 9,6 km/l
Suspensão Firme Mais macia
Conteúdo tecnológico Igual nas duas versões Igual nas duas versões
Auxílios ao motorista Assistente de partida em rampa Assistente de partida em rampa
Porta-malas 490 litros 490 litros

Conclusão: qual é o seu Basalt?

O aspirado manual (R$ 101.490) é o carro para quem gosta de participar ativamente da condução, não se importa em reduzir marchas e aprecia uma suspensão um pouco mais comunicativa. É mais econômico e tem manutenção potencialmente mais simples.

O desenho da carroceria do Basalta agrada, principalmente na porção dianteira com bloco óticos separados para a luz de rodagem diurna em LED

O turbo automático (R$ 118.2900) é a escolha para quem quer comodidade, respostas rápidas e menos esforço para manter ritmo, seja na cidade ou na estrada. Perde um pouco de economia, mas ganha em tranquilidade e segurança nas ultrapassagens apertadas.

Para quem assumiu que o Basalt é o Fiat Fastback em nova roupagem, se enganou; os quadros das portas e a linha do teto e vigia traseiro mostra que são carros diferentes e que se complementam no portifólio da Stellantis

No fim, o mérito do Basalt é oferecer duas personalidades distintas sobre a mesma base sólida e bem equipada, mas sem recorrer a modismos de assistência eletrônica. Cabe ao motorista decidir se quer um carro que exige dele ou um carro que facilita a vida.

GB







Tags: #BasaltAspirado#BasaltTurbo#CitroenBasaltFeel#CitroenBrasil#ComparativoDeCarros#PrimeirasImpressões#TestDriveCitroënCitroen Basalt FeelComparativo Citroen Basalt
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