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Home Portal AE ELETROentusiastas

VEÍCULO ELÉTRICO UNIVERSAL FORD

MENOS BATERIA POR EFICIÊNCIA, MENOS PEÇAS POR INTEGRAÇÃO E MENOS MINUTOS POR UNIDADE POR REORGANIZAÇÃO FABRIL.

identicon por Paulo Manzano
18/02/2026
em ELETROentusiastas, Front Page, PM, Substance, Tecnologia
Imagens: divulgação Ford

Imagens: divulgação Ford







O movimento que a Ford descreve como arquitetura universal de elétricos e “sistema universal de produção” não é apenas um programa de produto. É uma estratégia para atacar, ao mesmo tempo, as duas frentes que ainda limitam os resultados de modelos elétricos: custo industrial e custo de materiais.

A premissa vigente ainda hoje adota como resposta padrão à ansiedade de alcance o aumento do tamanho das baterias, tornando os modelos elétricos pesados, caros e difíceis de produzir. A Ford está dizendo que a solução não é uma bateria gigantesca, e sim um veículo mais eficiente e uma fábrica mais enxuta, com menos peças e menos operações.

A Ford Motor Company apresentou sua chamada arquitetura universal de elétricos como uma inflexão metodológica interna. O ponto central não é o lançamento de um produto específico, mas a adoção de um método de engenharia voltado a reduzir o tamanho da bateria como caminho para viabilizar preço competitivo. O primeiro veículo dessa base será uma picape elétrica média, ainda não revelada em sua forma definitiva, desenvolvida sob a lógica de integração sistêmica e simplificação estrutural.

A seguir, os dez fatos centrais do release e da transcrição, selecionados após análise técnica do conteúdo.

1.  A bateria é o centro do problema econômico

A Ford parte de um dado estrutural: a bateria responde por cerca de 40% do custo total de um elétrico e por mais de 25% do peso. A solução dominante no mercado tem sido aumentar a capacidade energética para atender à expectativa de mais de 300 milhas/480 km de alcance. Isso eleva pesol, custo e consumo energético. A empresa inverte a equação: em vez de aumentar bateria para compensar ineficiências, busca reduzir as perdas do veículo, permitindo uma bateria menor para o mesmo alcance.

o nova arquitetura elétrica

2. A analogia histórica com o turbocarregador

A comparação com a adoção do turbocarregador no início da década de 2010, especialmente no Ford F-150, não é casual. A lógica é semelhante: extrair mais de um conjunto menor. Assim como o turbocarregador permitiu motores menores com igual desempenho, a nova arquitetura pretende entregar alcance equivalente com menos bateria. Trata-se de uma aposta industrial em eficiência sistêmica como fator de mercado.

3. O conceito de “bounties” (recompensas financeiras) como instrumento de engenharia

O elemento organizacional mais relevante é a criação de métricas financeiras atreladas diretamente a decisões técnicas. Cada milímetro de altura de teto, cada redução de peso ou de arrasto recebe um valor monetário traduzido em custo de bateria. Um exemplo citado: 1 mm adicional no teto implicaria aproximadamente US$ 130 em custo de bateria. A decisão deixa de ser negociação subjetiva entre departamentos e passa a ser cálculo econômico direto vinculado ao alcance. Bounties (valores monetários atribuídos a decisões e ganhos técnicos, convertidos em custo equivalente de bateria) passam a funcionar como linguagem comum entre engenharia e finanças.

Aerodinâmica como elemento central

4. Ganho aerodinâmico superior a 15%

A nova picape elétrica média teria eficiência aerodinâmica mais de 15% superior à de qualquer outra picape do mercado. O trabalho inclui assoalho carenado, direcionamento de fluxo para esconder os pneus traseiros do escoamento de alta velocidade e modelagem traseira com perfil em gota virtual sobre a caçamba. A própria Ford afirma que, com a mesma bateria, o novo modelo teria quase 80,5 km adicionais de alcance frente à picape média a combustão mais eficiente em aerodinâmica.

O impacto da aerodinâmica no consumo

5. Redução de atrito mecânico tratada como variável energética

A Ford detalha intervenções em rolamentos, vedadores, ângulo de semiárvores e gestão de óleo do conjunto motriz elétrico. A bomba elétrica de óleo opera em regime variável por software, minimizando perdas por arrasto interno. O aprimoramento do sistema de regeneração permitiria economia estimada equivalente a US$ 100 em custo de bateria. A abordagem trata cada watt como recurso escasso.

6. Estrutura com grandes fundições de alumínio

Pela primeira vez a fabricante utilizará grandes peças fundidas de alumínio integrando funções estruturais. Em comparação com a Ford Maverick, que possui 146 peças estruturais nas porções dianteira e traseira, a nova picape elétrica terá apenas duas grandes fundições equivalentes. A redução implica menos elementos de fixação (parafusos, porcas, rebites), menos pontos de vedação e menor complexidade fabril, com vantagem declarada de 27% em peso de fundição frente a concorrentes.

Grande estrutura de alumínio fundido

7. Bateria LFP integrada à estrutura

A química escolhida é fosfato de ferro lítio, sem níquel ou cobalto. A arquitetura cell-to-structure, pilha hospedada diretamente no chassi) transforma o conjunto de pilhas prismáticas em elemento estrutural do chassi. Além disso, uma placa flexível multicamada integra conexões de alta e baixa tensão e sensores térmicos, eliminando centenas de barras condutoras. A bateria deixa de ser módulo isolado e passa a integrar a espinha dorsal do veículo.

Pilhas da bateria montadas diretamente no chassi

8. Arquitetura elétrica zonal e redução drástica de módulos

Veículos convencionais utilizam mais de 30 unidades de controle eletrônico. A nova arquitetura terá cinco módulos principais. A transição para sistema de 48 V substitui a arquitetura tradicional de 12 V, permitindo reduzir seções de cobre nos chicotes. O resultado declarado é um chicote 1.219 metros mais curto e cerca de 10 kg mais leve que o de um elétrico de primeira geração da própria marca.

Redução significativa de tamanho e peso do chicote elétrico

9. Integração dos eletrônicos de potência num único módulo

Conversor DC-DC, carregador AC-DC, gerenciamento de bateria, distribuição de energia e função bidirecional de fornecimento à residência passam a compartilhar hardware. A Ford denomina esse conjunto de E-box. Ao consolidar sensores, placas e carcaças, reduz conectores, volume e peso. Trata-se de simplificação arquitetural com impacto direto em custo e confiabilidade.

10. Produção doméstica de pilhas

As pilhas serão fabricadas nos Estados Unidos, no complexo Blue Oval Battery Park, em Michigan. A decisão tem implicações logísticas e políticas industriais, mas também de custo e controle de qualidade. Ao internalizar parte relevante da cadeia, a Ford busca reduzir variabilidade e dependência de fornecedores globais.

Desenhos preliminares da nova picape

O primeiro modelo dessa estratégia será uma picape monobloco de porte médio, com lançamento previsto para o ano  e alvo de preço inicial em torno de US$ 30.000 (R$ 156.600), montada em Louisville. Pelas imagens e pelo material divulgado pela própria Ford podemos ver: cabine avançada, superfícies contínuas, traseira desenhada para reduzir o arrasto induzido e um cuidado aerodinâmico que, em picapes, costuma ser sacrificado pela função.

A importância desse anúncio aparece quando se entende que a Ford está mexendo nos três pilares importantes que mais determinam custo em elétricos: estrutura, bateria e arquitetura elétrica. Os grandes fundidos de alumínio, descritos como unicastings, que reduzem significativamente a quantidade comprados, requerem menos ferramentas, menos robôs e menos variáveis de qualidade em linha.

O segundo pilar é a bateria em arquitetura de pilhas para estrutura. A bateria deixa de ser volume carregado pelo assoalho e passa a ser parte resistente do conjunto, reduzindo peso não vendável e encurtando a cadeia de peças. Em contrapartida, reparabilidade e estratégia de colisão passam a depender ainda mais dessa integração.

O terceiro pilar é a integração elétrica e eletrônica como redução de custo físico. Arquitetura zonal, consolidação de módulos e rede de 48 V reduzem cobre, conectores, pesoe mão de obra de montagem. Em elétrico, interface é cara.

A abertura mais ambiciosa está na fábrica. O Universal EV Production System desloca o foco da linha única para grandes subconjuntos que convergem no final, com promessa de menos estações e menor tempo por unidade. Tempo de fábrica e custo por unidade são o outro lado do preço final.

O que esse movimento representa é a admissão de que o elétrico derivado de arquitetura pensada para motor a combustão chegou ao limite econômico. A relevância do projeto não está no discurso, mas na coerência entre grandes fundidos, bateria estrutural e integração elétrica.

Se a Ford entregar preço e alcance compatíveis com o que anuncia, estabelece um roteiro claro para elétricos de grande escala em fabricantes tradicionais: menos bateria por eficiência, menos peças por integração e menos minutos por unidade por reorganização fabril. É uma aposta de engenharia e manufatura. O resultado será medido na fábrica e no preço final, não na apresentação técnica.

PM







Tags: Ford
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