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O Volkswagen T-Cross acaba de atingir o marco de 600 mil unidades produzidas no Brasil. O modelo tem a primazia de ser o primeiro suve compacto da Volkswagen fabricado no país, tendo sua manufatura concentrada na fábrica de São José dos Pinhais, PR desde 2019.
Vale ressaltar, que a fábrica paranaense, já produz desde abril de abril de 2025 o sedã Virtus e nos próximos meses,também abrigará a produção da terceira geração do suve Audi Q3 e da inédita picape Tukan.

“Celebrar 600 mil unidades do T-Cross produzidas pela Volkswagen em São José dos Pinhais é reconhecer a força do suve mais vendido do Brasil há três anos consecutivos, um modelo que tem papel decisivo para a liderança da marca no segmento mais importante do País”, afirma César Drazul, gerente de produção da Volkswagen do Brasil em São José dos Pinhais.
Líder de vendas
Só em 2025 foram 92.842 unidades comercializadas no país. Em 2026, o T-Cross segue na liderança do segmento de suves, com 13.651 unidades emplacadas até 10 de março.

A Volkswagen mantém uma gama variada de modelos no segmento de suves e que atuam numa ampla faixa de mercado, fator este que contribuí fortemente para que a Volkswagen siga na liderança deste segmento. Em 2026, já foram comercializados 37.479 suves, números distribuídos entre o T-Cross, Taos, Tera, Nivus, Nivus GTS e Tiguan (entre janeiro a março).
Sucesso também no exterior
O VW T-Cross também é um sucesso de vendas no mercado internacional. Desde 2019, já foram exportadas 118.692 unidades do modelo para 33 países da América Latina e África. São eles: Angola, Argentina, Aruba, Bahamas, Bolívia, Camarões, Chile, Colômbia, Costa Rica, Curaçao, República Dominicana, Equador, Egito, El Salvador, Gabão, Alemanha, Gana, Guatemala, Honduras, Costa do Marfim, Líbia, Madagascar, México, Panamá, Paraguai, Peru, Ruanda, São Martinho, Senegal, África do Sul, Sudão, Uruguai e Venezuela.

Somente em 2025, foram 17.816 unidades do T-Cross embarcadas, figurando como o 4º modelo mais exportado pela Volkswagen do Brasil no ano passado, atrás apenas do Polo, Tera e Saveiro.
Líder aprimorado
O T-Cross recebeu sua primeira renovação de meio-ciclo de vida em 2024. Esteticamente, o suve estreou um novo sistema de iluminação toda em LED de série, para todas as execuções, além de lanternas traseiras também em LED.

Internamente, o destaque fica por conta do sistema de infotenimento VW Play Connect disponível em todas as configurações, agora com tela semiflutuante. O interior com novos materiais e acabamentos.
Referente aos sistemas avançados de assistência ao motorista, a Volkswagen acrescentou ao suve o sistema de frenagem autônoma de emergência com reconhecimento de pedestre, assistente de mudança de faixa, detector de ponto cego, alerta de tráfego transversal à retaguarda, sensor de cansaço e alerta sonoro e visual para o uso dos cintos de segurança, entre outros itens.

Em 2025, foi acrescentado a versão topo de linha, a Extreme, designação anteriomente empregada nas picapes Amarok e Saveiro. O T-Cross recebeu uma roupagem mais aventureira, com execução interna exclusiva. A versão ainda inaugurou, em edição limitada, a cor cinza Oliver Fosco, a primeira pintura fosca produzida em série no Brasil. Além disso, a Extreme trouxe, pela primeira vez no suve, a iluminação “faixa de luz” na grade do radiador, hoje também equipada na versão Highline.
No Brasil, o T-Cross é oferecido com duas opções de motores turbocarregados, sempre associadoas ao câmbio automático epicíclico Aisin de seis marchas. As versões 200 e Comfortline utilizam o motor 200 TSI, 1-L de 3 cilindros, injeção direta de combustível, 12 válvulas, duplo comando com variador de fase na admissão e escapamento, que fornece potência máxima de 116/128 cv (gasolina/álcool) a 5.500 rpm e 20,4 m·kgf de 2.000 a 3.500 rpm

As variantes topo de linha Highline e Extreme, empregam o trem de força 250 TSI, de 4 cilindros, 1,5 litro, 16 válvulas, duplo comando de válvulas com variador e fase na admissão e escapamento, e injeção direta. A potência máxima é de 150 cv entre 4.500 a 5.000 rpm (álcool)/ 5.000 a 5.250 rpm (gasolina); 25,5 m·kgf entre 1.500 a 4.000 rpm (álcool)/ 1.500 a 3.800 rpm (gasolina)
AN






