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MEU ANIVERSÁRIO DE 40 ANOS E UM PRESENTE – POR RODRIGO CANOZI

identicon por Autoentusiastas
11/04/2026
em AE, Histórias dos Leitores
Momento da partida 
(esta foto e todas da matéria:  autor)

Momento da partida (esta foto e todas da matéria: autor)







Há tempo estava em meus pensamentos levar o Ka XR para um passeio na Estrada da Graciosa. Afinal, o pequeno Ford se sente muito à vontade numa estrada sinuosa! E depois da preparação do seu motor, mais algumas mudanças na suspensão e freios, seria uma experiência ímpar!

A Estrada da Graciosa, PR-413, é uma estrada histórica que começou como trilha no século XVIII para ir do litoral a Curitiba. Sua construção começou em 1873 e foi inaugurada em 1878.

Seu trajeto total é de aproximadamente 40 quilômetros do portal de Quatro barras até a ponte do rio Nhambiquara em Morretes/Porto de Cima, uma estrada que lota nos fins de semana, mas que nos dias úteis é praticamente deserta.

Eu planejava ir até uma parte somente, até o início da descida onde há um mirante, fazer umas fotos, comer um bom pastel com caldo de cana e voltar, coisa de duas horas de passeio.

Acordei cedo naquela manhã, dia lindo, ensolarado, perfeito para apreciar as belas paisagens daquela estrada. Depois de trabalhar um pouco como motorista de aplicativo, das 6h00 até umas 10h00 dirigindo um Hyundai HB20S, carro familiar e de trabalho, cheguei em casa, troquei de roupa e comecei o ritual para ligar o Ka…Bem, aqui a diferença é notória, ao sair de um carro novo, todo competente em conforto, silêncio, maciez, consumo, com itens a bordo que em muitas viagens me deixa sonolento, me preparo para entrar num carro básico com seus 25 anos. Pequenino, com poucos itens de conforto e comodidade, apenas direção hidráulica, mas é o que me encanta, que me faz sentir vivo! Deixo o competente e monótono carro de trabalho, entro no meu pocket rocket.

Injeto algumas doses de limpa-contatos (que não deixa melado como óleo desengripante) no seu grande filtro de ar cônico e dou partida, pois ele está com motor preparado (adiante comento a respeito), aquele cheiro adorável de álcool que me lembra muito o cheiro de iogurte natural, o ronco se pronuncia, e o motor já está funcionando. Um som agradável toma conta da paisagem sonora, espero alguns minutos até o motor aquecer um pouco, e saio com o Ka. Nos primeiros quilômetros dirijo de forma tranquila, pois o motor e o óleo ainda estão frios.

O detalhe que esqueci de mencionar é que sempre antes de sair com o Ka verifico os níveis dos fluidos do motor, que considero imprescindível num carro antigo preparado.

Estou no caminho para Estrada da Graciosa que fica relativamente perto da minha casa, cerca de 10 quilômetros, e o caminho até o portal já é sinuoso, o que é bom. Antes, paro num posto, abasteço, confiro pneus — o básico, não é?

Desta vez estou levando o estepe, uma caixa de ferramentas e um macaco jacaré (herdado de meu pai) no porta-malas. Geralmente quando saio perto de casa para um passeio vou sem esses itens para não pôr lastro no leve carro. Sei que é arriscado, mas corro o risco.

Depois da parada no posto, saio feliz da vida em direção ao portal da Graciosa. Em poucos minutos já estou lá. Esse trecho se chama Graciosa nova, é de dois quilômetros demarcado por dois portais. No final acessa-se a tradicional Estrada da Graciosa, onde começa a íngreme descida de serra.

Portal da Estrada da Graciosa

Nesse primeiro trecho começo tranquilo em ritmo de passeio, mas fica difícil manter esse ritmo leve, pois curva em cima de curva começa a mexer com meus instintos e do carro. É como se fosse um aquecimento onde cada curva de raio pequeno vai te provocando, e quando se percebe já se está entrando rápido em cada curva, embora longe do limite do carro. Por ser uma via pública não quero pôr em risco a minha vida e a de ninguém,  mas o Ka é assanhado para essas coisas! Quem tem ou teve um, sabe. E como coloquei molas esportivas nele, fica difícil me conter.

Observo o comportamento um tanto dianteiro dele, já que está com espaçadores de 20 mm no eixo traseiro e uma barra de amarração ligando as torres da suspensão dianteira. Tudo isso somado aos pneus dianteiros um tanto perto do fim da vida, o que fez perder um pouco da característica do Ka de soltar a traseira em curvas feitas mais rapidamente, porém isso tornou o passeio bem previsível e seguro, já qualquer abuso ele avisava e começava a “arrastar” a frente.

Percorri os 20 quilômetros iniciais alternando entre uma condução mais quente nos trechos de asfalto bom e modo passeio onde a estrada é calçada com paralelepípedos. Nela eu dirigia bem tranquilamente e até parava para tirar algumas fotos.

Chegando no local onde meu plano era parar, um lindo mirante e saborear um pastel com caldo de cana, o estabelecimento estava fechado. Aproveitei para para tirar mais fotos.

Bar do mirante estava fechado

E a dúvida, será que volto ou inicio a descida da serra, o trecho mais interessante? Resolvi descer mais um pouco, uns quilômetros até onde o asfalto termina. Dali em diante, com a suspensão atual seria um martírio. Dei meia volta e subi. Com certa cautela, pois há barrancos e penhascos. com o motor Rocam “roncando” lindamente, ecoando pelas íngremes encostas da serra.

O motor

Motor Rocam 1,6-L preparado!

Foi feito praticamente do zero, com alterações significativas. Pistões da versão flex e cabeçote com os dutos retrabalhados. A taxa de compressão passou de 9,5:1 para 13,5:1. Velas grau 7 (mais frias), bobina de Corsa, bicos injetores verdes de 42 libras, de maior vazão para melhor alimentação, além de um corpo de injeção de Mondeo 2,0 aliado a uma tomada de ar afastando a admissão do calor do motor, filtro de K&N cônico. Tudo além das melhorias que o motor já tinha, como comando de válvulas sul-africano SWR e coletor de escapamento 4x2x1 dimensionado. Tudo isso associado a um gerenciamento Fueltech FT 450 resultou em aproximadamente130 cv no motor Rocam 1,6 de 95 cv originalmente.

Combinado com o peso do carro de 890 kg — sem ar-condicionado, macaco e estepe —  resulta na relação peso-potência de 6,8 kg/cv. O resultado final ficou bem satisfatório! O carro acelera de 0 a 100 km/h em cerca de 7 segundos (10,8 s originalmente). Sua velocidade máxima de 186 km/h (dado de fábrica), por cálculo passou para 207 km/h, mas ainda não a experimentei.

Essa preparação transformou o carro em outro. Quem fez toda essa “magia” foi o preparador Fernando Bozza, aqui de Curitiba, o mestre dos Fords, Hondas e afins. O que já era bom ficou ainda melhor! Um motor “vivo” em qualquer rotação, que a partir de 5.000 rpm engole as faixas de rotação mais altas com uma vontade absurda, chegando a 7.000 rpm, muito prazeroso. Me lembra um comercial recente da Ford americana,  “A máquina fica leve, e vira um objeto se movimentando no espaço”.

Nas retas eu acelerava com ímpeto, porém nas curvas ia com mais cautela, mas sem deixar de ser rápido, pois o Ka com suspensão modificada fica difícil de se achar seu limite. Subi a serra de inúmeras curvas para todo lado — de raio longo, curto, ferradura. Maravilhoso.

Uma melhora futura que pensei será um banco-concha com cinto de cinco pontos. Com o banco original havia momentos em que parecia que eu ia cair dele!

Fim do passeio

Encostei o Ka, desliguei o motor, tudo certo! Terminei com uma doce sensação de liberdade, o Ka certamente também. A estrada, dia de semana vazia, eu pude realizar meus desejos tão banais para outros, porém que para mim o dinheiro não compra.

Quarenta anos, reflexões e mais reflexões. Pensei na vida, em tudo até aqui. Quando comprei o Ka, a dificuldade que foi reerguê-lo, as inúmeras vezes que fiquei na rua. Reformar, preparar, lá se foram seis anos. É o carro com que mais tempo fiquei e não pretendo nunca me desfazer dele.

Lembrei do meu pai, que partiu há pouco mais de um mês, foi dele que herdei essa paixão, quantos rolês fizemos de carro quando a preparação do motor do Ka ficou pronta, ele foi a primeira pessoa que levei para andar! Lembro que o homenageei aqui na publicação Meu pai e os sete galaxies.  Algumas lágrimas depois, veio a gratidão por tudo que vivi até hoje, não sei se ainda terei 40 anos pela frente, mas que valerá a pena como esse passeio de Ka pela Estrada da Graciosa, ah, vai valer sim!

Rodrigo Canozi
Piraquara, PR







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