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Home Matérias Destaques

TROLLER TX4, O BRUCUTU AUTOMÁTICO

Jipão 4X4 da Ford agora tem opção de câmbio automático de seis marchas, para facilitar a pilotagem no asfalto e off road

identicon por Josias Silveira
10/02/2020
em Destaques, JS, Lançamentos
Fotos: divulgação Troller

Fotos: divulgação Troller







Pode parecer estranho, mas um câmbio automático em um Brucutu feito para terrenos ruins, como o Troller, tem suas vantagens.

Desde que a Ford refez o projeto do Troller (cuja fábrica em Horizonte, CE, foi comprada em 2007), o jipão seguia sem novidades. Veículo de nicho, focando fanáticos pelo fora-de-estrada, em 2014 o Troller apareceu totalmente reformulado, usando toda a mecânica da Ranger, inclusive o chassi, que foi encurtado.

O motor é o Duratorq Diesel cinco-cilindros 3.2 (de 200 cv e 47,4 m·kgf de torque) e o câmbio sempre foi manual de cinco marchas, tudo herdado da picape Ranger.

Na época da compra da fábrica, 13 anos atrás, era claro o interesse pela marca e fábrica por uma questão fiscal, já que as instalações no Nordeste tinha maiores incentivos, extensivos a outras fábricas da Ford. Mesmo assim, a Ford primeiro reformulou a fabricação e processos industriais, colocando uma verdadeira linha de montagem para melhorar qualidade e reduzir custos de produção. A mecânica da Ranger também foi outra solução lógica e por isso o jipão com carroceria de compósito de  fibra de vidro (com peças moldadas a quente) foi todo reprojetado para encaixar no chassi da Ranger encurtado e reforçado. E surgiu o modelo atual, seis anos atrás.

Junto com o câmbio automático vem um pacote de equipamentos, inclusive para-choques metálicos

Com tudo isso, o Troller continua veículo de nicho, vendendo uma média de 1.500 unidades anuais. Como prova de sua especialização em terra, lama e terrenos ruins, pesquisa da Ford entre os proprietários revela que ele trafega no asfalto em apenas 5% de sua utilização.

Por isso, o fabricante resolveu democratizar um pouco seu uso, lançando o TX4, modelo com câmbio automático.

O interior conta com algum luxo e agora ganhou multimídia no centro do painel

Segundo o Marketing, isso permitirá que ele concorra também com suvess e picapes 4×4. Não me parece real: suvess estão cada vez mais para Shoppings do que para a lama, e quem usa picapes na agricultura precisa de caçamba e maior capacidade de carga.

Mas a Ford criou todo um pacote de equipamentos para o novo TX4 para torná-lo mais atraente também para quem explora caminhos radicais. Inclusive para justificar seu preço de R$167.530. O modelo com câmbio manual começa em R$ 141.800, mas pode chegar a R$ 174.800 com vários equipamentos da própria marca, e boa parte deles já virão de série no TX4. Além do câmbio automático, o novo Troller traz para-choques metálicos com melhores ângulos de entrada e saída, além de uma série de detalhes estéticos e utilidades, inclusive uma central multimídia de 7″. Rodas também são especiais, usando os pneus Pirelli Scorpion 245/70R17. Detalhe: esse pneu é voltado 80% para o uso off-road e apenas 20% para o asfalto. Tem excelente tração em terra, lama e areia.

O TX4 sempre será bicolor, com o teto e apliques em azul Naval. Com o marrom fica um pouco estranho

O TX4 sempre será bicolor, com algumas cores combinando sempre com o azul Naval, o que resulta em combinações estranhas, como é o caso do marrom e azul, o visual de lançamento.

O câmbio da Ranger tem uma relação final diferente do usado na picape, mas com o automático esta relação do Troller ficou cerca de 12% mais longa, comparada com o câmbio manual, E, claro, o câmbio do jipão tem uma programação de gerenciamento eletrônico diferente da usada na picape.

Com câmbio automático, a Ford espera que o Troller concorra melhor com suves e picapes; e ande mais no asfalto

Ficou muito bom de cruzar no asfalto, chega a ser bem rápido, mas exige adaptação e uma tocada diferente. A direção tem assistência hidráulica, que aguenta maiores pancadas e mantém maior sensibilidade no volante sobre o que ocorre com as rodas dianteiras, tudo fundamental em terrenos difíceis. Porém, no asfalto, há bastante inclinação da carroceria em curvas e os pneus mais voltados para o off-road cobram seu preço. Eles “dobram” bastante e é preciso entrar “antes” na curva. Ou seja, com maior velocidade no asfalto você vira o volante, os pneus têm resposta lenta para só depois o Troller começa a fazer a curva. Claro, dá para andar rápido, mas é preciso lembrar que para corrigir uma possível derrapagem as manobras ficarão um pouco em câmera lenta, com reações bem demoradas. Mas, a tração 4×4 ajuda muito e para “atravessar” numa curva é preciso fazer muita bobagem.

O cambio automático de seis marchas traz opção de trocas manuais pela alavanca seletora subindo marcha com toques na alavanca para trás e reduzindo, para frente

Por outro lado, o novo câmbio automático do TX4 traz vantagens em algumas situações do fora-de-estrada.

“Pera aí”, não me xingue ainda. Sou um adepto do câmbio manual mas… senta, que lá vem história.

O câmbio automático e o off-road

Mais de uma década atrás, fui convidado pela Chrysler, na qualidade de publisher da revista Oficina Mecänica, para fazer a Trilha  Rubicon com o Jeep Wrangler. Suas 22 milhas (35,4 km) formam a única trilha americana com grau 10 de dificuldade em toda sua extensão, uma trilha totalmente rochosa. E a escala é de 0 a 10.

Um dos momentos da minha “conversão” para o uso do câmbio automático no off-road, mostrado na revista Oficina Mecânica

São dois dias escalando pedra na Sierra Nevada, Califórnia, próximo do Lago Tahoe. O primeiro aviso é simples “:Está com pressa, vá a pé,” Dá para fazer em dia. De Jeep são dois dias, dormindo em um acampamento no meio da trilha. Chegando à trilha, fiquei revoltado, pois todos os Jeeps tinha câmbio automático. Um personagem que parecia ter fugido de alguma história em quadrinhos (macacão de jeans, botinas e barba pela cintura) me pegou e levou para baixo de uma árrvore. Era um dos guias e inclusive morava num rancho na beira do Rubicon há mais de 20 anos.

Disse que no início, quando a fabricante colocou essa trilha com parte do Jeep Jamboree (um conjunto de trilhas demarcadas em todo os Estados Unidos) havia Jeep com câmbio manual no Rubicon. Com calma, ele explicava: nem o Jeep e nem o piloto aguentavam. A velocidade média escalando todas aquelas rochas era de 1.6 km/h, sempre em reduzida, e mesmo assim era necessário “carregar”o jipinho na embreagem em quase todos os obstáculos.

A capacidade off-road do Troller sempre foi apreciada

A perna esquerda não aguentava e também a própria embreagem, que tinha seu disco torrado em poucos quilômetros. Com o câmbio automático, o conversor de torque funciona como um “acumulador de energia” e se pode dirigir em marcha-lenta, centímetro por centímetro, sem que o motor apague. Depois de uma meia hora na trilha, o guia voltou a falar comigo: “Daria para passar com um câmbio manual?” Concordei com ele, que me disse: “olha a quilometragem no velocímetro”. O jipinho tinha cerca de 100 mil milhas rodadas (160 mil km), toda esta distância feita no Rubicon, rodando apenas 11 milhas por dia. Segundo ele, aqueles Wrangler vinham 0-km para o Rubicon e morriam com mais de 100 mil milhas sem ter problemas de câmbio.

O Troller TX4 depois de um passeio na lama em pistas off-road do Campos de Provas em Tatuí, SP (Foto: autor)

Sim, aquilo mudou minha opinião sobre câmbio automático em trilhas. Quanto maior a dificuldade, maiores as vantagens do câmbio automático, desde que se saiba como usar. E, nas trilhas do Campo de Provas da Ford em Tatuí (que infelizmente está com baixíssimo uso), o Troller TX4 comprovou o que experimentei anos atrás no Rubicon. O câmbio automático é muito bom no fora-de-estrada, principalmente em situações difíceis, e você se concentra naquilo que interessa: qual a melhor forma de vencer aquele obstáculo e onde as rodas estão passando.

Por isso, a chegada do câmbio automático epicicloidal de seis marchas se torna uma interessante opção, mesmo para os amantes do off-road pesado.

JS

 

FICHA TÉCNICA TROLLER TX4 AUTOMÁTICO
MOTOR
Denominação Ford Duratorq 3,2 L 20V Diesel
Descrição Diesel 5 cilindros em linha, longitudinal, bloco e cabeçote de ferro fundido, duplo comando de válvulas no cabeçote, corrente, 5 válvulas por cilindro, turbocompressor de geometria variável com interresfriador, injeção direta, combustível diesel S-10
Cilindrada (cm³( 3.198
Diâmetro e curso (mm) 89.9 x 100,76
Taxa de compressão (:1) 15,5
Potência (cv/rpm) 200 / 3.000
Torque (m·kgf/rpm) 47,9 / 1.750~2.000
Rotação máxima (rpm) 4.800 +/- 50
TRANSMISSÃO
Câmbio Ford Getrag ¨6R80, automático epicíclico, 6 marchas à frente e ré, conversor de torque, três modos de condução (Drive,Sport. Manual), tração 4×4 temporária com reduzida, diferencial traseiro autobloqueante
Relações das marchas (:1) 1ª 4,171 – 2ª 2,342 – 3ª 1,521 – 4ª 1,143 – 5ª 0,867 – 6ª 0,691 – Ré 3,400
Relação dos diferenciais (:1) 3,73
Relações da caixa de transferência (:1) 1,00 e 2,72
SUSPENSÃO
Dianteira e traseira Eixo rígido, mola helicoidal, dois tensores longitudinais, barra Panhard, amortecedor hidráulico e barra antirrolagem
DIREÇÃO
Tipo Setor e sem-fim, assistência hidráulica
FREIOS
Configuração Servoassistido a vácuo com bomba dedicada, duplo circuito hidráulico dianteiro/traseiro, ABS (obrigatório) e distribuição eletrônica das forças de frenagem
Dianteiros (Ø mm) Disco ventilado / 302
Traseiros (Ø mm) Disco / 305
RODAS E PNEUS
Rodas Liga de alumínio, 8×17
Pneus 245/70R17 (20% on-road. 80% off-road)
CONSTRUÇÃO
Tipo Carroceria sobre chassi de  longarinas de perfil retangular, carroceria em compósito de fibra de vidro moldado, duas portas mais porta traseira de carga, 5 lugares
DIMENSÕES (mm)
Comprimento/largura com espelhos/altura 4.163/1.992/1.936
Distância entre eixos 2.585
Vão livre do solo sob os eixos 227 (dianteiro) e 208 (traseiro)
Vão livre do solo entre os eixos 316
CAPACIDADES OFF-ROAD
Ângulos de entrada/saída (º) 53 / 50
Ângulo de transposição de rampa (º) 30
Inclinação lateral máxima (º) 40
Profundidade de vau (mm) 800
CAPACIDADES (L)
Porta-malas 149 (835 com o banco traseiro rebatido)
Tanque de combustível 62
DESEMPENHO n.d
CONSUMO INMETRO PBEV n.d.
PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS DO TROLLER TX4 AUTOMÁTICO
Abertura/fechamento global de portas e vidros com controle remoto
Acabamento do assoalho em borracha (lavável com escoamento
Acionamento eletrônico da tração e reduzida através de seletor no console central
Ajuste de altura do volante de direção
Alarme volumétrico com acionamento a distância
Alto-falantes de 6 polegadas dianteiros e traseiros
Ar-condicionado automático/digital bizona
Aviso sonoro de de cinto de segurança do motorista desatado
Aviso sonoro de faróis acesos
Bagageiro de teto com barras transversais ajustáveis
Banco traseiro rebatível 60:40 e escamoteável
Bancos revestidos de vinil
Chave-canivete
Cinto de segurança de três pontos para todos os ocupantes
Computador de bordo com 7 funções
Console central com porta-objetos e porta-copos
Console no teto com luz de leitura
Engates Isofix para dois bancos infantis
Estepe na porta de carga
Imobilizador de motor PATS
Lanternas traseiras em LED hermeticamente seladas
Painel com pré-disposição para instalação de dispositivos de navegação off-road
Retrovisores externos com ajuste elétrico
Sistema de som multimídia JBL Harman, Smart CarDrive, tela LCD de 6,75”, rádio AM/FM, entrada USB, Bluetooth, conectividade via Android Auto e Apple CarPlay
Suporte para gancho de reboque traseiro removível
Teto solar panorâmico dianteiro e traseiro
Tomada de força 12 V no painel de instrumentos
Trava elétrica das portas laterais e de carga
Travamento elétrico da portinhola do bocal de abastecimento de combustível
Vidros elétricos, subida/descida a um toque com antiesmagamento (motorista e
EXCLUSIVO DO TX4
Acendimento automático dos faróis
Capô e teto na cor azul Naval
Diferencial traseiro autobloqueante
Estribos laterais off-road na cor azul Naval
Faixas laterais TX4
Faróis auxiliares de LED submersíveis Hella (2.000 lm)
Faróis principais com lâmpada superbranca – Blue Vision Plus
Interior com acabamento exclusivo
Para-choque dianteiro com base para guincho
Para-choques dianteiro e traseiro off-road na cor azul Naval
Pontos de ancoragem dianteiros e traseiros para ganchos do tipo manilha
Pontos de encaixe para macaco do tipo Hi-Lift Jack
Protetor frontal off-road em aço
Snorkel na cor azul Naval






Tags: fora de estradaJosias SilveiraJSnovo Trolleroff-roadTroller automáticoTroller TX4. Jipe Ford
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Foto: Imsa-FIA F2

F-1 SE AGITA, NASR E SETTE CÂMARA TESTAM NA F-INDY

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