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Home BF

DUAS ALEMÃS ENFRENTAM “CAVEIRA DE BURRO”. SUECA FOI MAIS ESPERTA

ESTIMULADAS PELO GOVERNO, MARCAS PREMIUM INVESTIRAM EM FÁBRICAS NO BRASIL. NEM TODAS SE SAÍRAM BEM

identicon por Boris Feldman
19/12/2020
em BF, Opinião de Boris Feldman
Foto: divulgação

Foto: divulgação







Não era novidade: Philipp Schiemer, ex-presidente da Mercedes no Brasil (ele voltou para a Alemanha em junho deste ano) avisou que estudava fechar a fábrica de automóveis em Iracemápolis, no interior de São Paulo, 170 quilômetros a noroeste da capital. Ela produzia lá dois modelos desde 2016, o GLA e o Classe C (foto de abertura, primeira unidade produzida). Foi construída para se valer dos incentivos do plano Inovar-Auto estabelecido pelo governo federal em 2012. As marcas que viessem a produzir aqui teriam incentivos, o que levou Mercedes, BMW e Jaguar Land Rover a implantar fábricas no país.

A Audi também aderiu ao plano, voltando a se utilizar da fábrica da VW (do mesmo grupo) no Paraná, onde já tinha produzido o A3 hatch.

Na quinta-feira dia 17 a Mercedes anunciou oficialmente o fechamento da fábrica. Fez as contas e percebeu ser mais barato trazer o GLA e a série C da Alemanha  do que produzir localmente. O baixo volume de vendas e o elevado custo Brasil inviabilizaram a operação.

Iracemápolis é o segundo fracasso da marca. O primeiro foi com o Classe A em Juiz de Fora, produzido de 1999 a 2005 apenas. Produziu 70 mil unidades em seis anos — esperava esse volume por ano.A fábrica tornou-se um elefante branco e os alemães decidiram substituir o Classe A pelo Classe C para exportação. Depois passou a fabricar caminhões e agora, só cabines. 

Audi também tentou duas vezes

A Audi repetiu os dois fracassos da Mercedes:

1- Associada com a Volkswagen, construiu uma fábrica em São José dos Pinhais , PR para dividir a produção do A3 hatch com o VW Golf. O carro da Audi durou apenas sete anos, de 1999 a 2006.

2- Em 2016, com o estímulo do Inovar-Auto, voltou a produzir na mesma fábrica. Desta vez, o A3 sedã e o seve Q3.

Volume de mercado e custos inviabilizaram o empreendimento e a Audi está prestes a encerrar novamente a produção local. O Q3 deu adeus no final de 2019 (o novo modelo já chega importado). O A3 sedã terá mesmo destino, pois deixa este mês de ser produzido por aqui e a nova geração virá da Europa.

A empresa não anuncia — ao contrário da Mercedes — que encerra definitivamente a produção local, mas “analisa possibilidades”. E argumenta que a matriz está insatisfeita com a postura do governo brasileiro e não aprova mais investimentos aqui, pois leva um calote de mais de R$ 100 milhões (relativos aos incentivos) dos cofres públicos. Cansou da “caveira de burro” e vai manter apenas a importação de automóveis.

Inglesa e alemã vão bem, obrigado

 A BMW, aparentemente mais hábil que as outras germânicas, driblou empecilhos, investiu numa fábrica em Araquari, SC. onde produz vários modelos de utilitários (linha X) e o sedã 320i e conquistou a liderança do segmento premium. Enquanto as outras duas alemãs se retiram de mala e cuia, ela continua firme e forte em sua operação brasileira.

A Jaguar Land Rover se instalou em Itatiaia, no interior do estado do Rio de Janeiro, próximo a Resende Operação bem mais modesta, ela monta hoje, após passar pelos percalços pandêmicos, o Discovery Sport. Discreta (sob todos os aspectos), diz que “o compromisso e estratégia da Jaguar Land Rover no mercado brasileiro é de longo prazo”.

Volvo cortou o mal pela raiz

 O anúncio do Inovar-Auto entusiasmou executivos de algumas marcas premium, mas o suecos da Volvo foram mais cautelosos e parecem  conhecer melhor o Brasil. Depois de debruçarem meses em cálculos, simulações e projeções, concluíram pela inviabilidade de investir numa operação industrial, mesmo abrindo mão dos incentivos oferecidos pelo governo federal. E continuaram importando seus automóveis, pois concluíram que:

  • A demanda do mercado doméstico seria insuficiente para viabilizar a operação;
  • O “Custo Brasil” inviabilizaria exportar parte da produção;
  • A instabilidade da economia brasileira não inspirou confiança da matriz.

A estratégia dos suecos  (leia-se chineses da Geely, sua proprietária) revelou-se adequada ao país, pois depois de alguns anos amargando um quarto lugar no ranking dos importados premium (à frente somente da Jaguar Land Rover), a Volvo alcançou este ano o segundo lugar em vendas, atrás da BMW, mas à frente da Mercedes e Audi.

BF

A coluna “Opinião de Boris Feldman” é de exclusiva responsabilidade do seu autor.

 

Mais Boris? autopapo.com.br







Tags: AraquariAudiBoris FeldmanIracemápolisMercedes-BenzVolkswagenVolvo
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