• Home
  • Sobre o AE
  • Editores
  • Loja
  • Publieditoriais
  • Participe do AE
  • Contato
Autoentusiastas
  • Home
  • Editores
  • Avaliações
    • Testes
    • Testes de 30 dias
    • Lançamentos
  • Portal AE
    • ELETROentusiastas
    • MOTOentusiastas
    • Cultura do Automóvel
    • Fernando Calmon
    • Falando de Fusca e Afins
    • Substance
    • Revista Curva3
    • AEROentusiastas
  • Colunas
    • O editor-chefe fala
    • Coluna Fernando Calmon
    • Opinião de Boris Feldman
    • Acelerando Ideias
    • Conversa de Pista
    • Coluna Luiz Carlos Secco
    • Falando de Fusca & Afins
    • Histórias & Estórias
    • Perfume de Carro
    • Substance AE
    • Visão Estratégica
  • Mundo AE
    • Análises
    • Automobilismo
    • Aviões
    • Editorial
    • Clássicos
    • Fora de Estrada
    • História
    • Livros
    • Mercado
    • Motos
    • Notícias
    • Opinião
    • Tecnologia
    • Trânsito
  • Vídeos
  • Do Leitor
    • Histórias dos Leitores
    • Carros dos Leitores
  • Participe do AE
  • Contato
Nenhum resultado
View All Result
Nenhum resultado
View All Result
  • Home
  • Editores
  • Avaliações
    • Testes
    • Testes de 30 dias
    • Lançamentos
  • Portal AE
    • ELETROentusiastas
    • MOTOentusiastas
    • Cultura do Automóvel
    • Fernando Calmon
    • Falando de Fusca e Afins
    • Substance
    • Revista Curva3
    • AEROentusiastas
  • Colunas
    • O editor-chefe fala
    • Coluna Fernando Calmon
    • Opinião de Boris Feldman
    • Acelerando Ideias
    • Conversa de Pista
    • Coluna Luiz Carlos Secco
    • Falando de Fusca & Afins
    • Histórias & Estórias
    • Perfume de Carro
    • Substance AE
    • Visão Estratégica
  • Mundo AE
    • Análises
    • Automobilismo
    • Aviões
    • Editorial
    • Clássicos
    • Fora de Estrada
    • História
    • Livros
    • Mercado
    • Motos
    • Notícias
    • Opinião
    • Tecnologia
    • Trânsito
  • Vídeos
  • Do Leitor
    • Histórias dos Leitores
    • Carros dos Leitores
  • Participe do AE
  • Contato
Nenhum resultado
View All Result
Autoentusiastas
Nenhum resultado
View All Result
Home Matérias Avaliações Testes

HONDA CITY EXL, NO USO

identicon por Arnaldo Keller
24/01/2015
em Testes
Aumento do entre-eixos melhorou espaço interno

Aumento do entre-eixos melhorou espaço interno

Honda City 2015 - Autoentusiastas - 11

Rodei uma semana com o novo Honda City, versão EXL, que só oferecida com câmbio automático CVT, mas que tem sete marchas virtuais. Os primeiros dias foram no trânsito paulistano e no fim de semana viajei com ele. Viagem com o carro carregado, bem carregado, com quatro adultos, um nenê e tendo o grande porta-malas de 536 litros integralmente aproveitado. E mesmo assim, com ele pesado, o City portou-se bem na estrada; estável, com até que pouca oscilação da carroceria e com razoáveis retomadas.

Quando digo razoáveis retomadas, esse razoável se deve ao câmbio CVT, por ele não ser o mais adequado para a estrada, principalmente com o carro carregado. O motor tem força de sobra, como ficou provado quando testei o Fit (mesmo motor 1,5-l, com câmbio manual) . Esse câmbio CVT do City/Fit é um pouco controverso. Não dá para concluir com um “gostei” ou “não gostei”, pelo simples motivo de que para o trânsito da cidade ele me pareceu o primeiro câmbio que se deseja ter, mas para a estrada ele é o último. E então?    

 

Boa ergonomia
Boa ergonomia

O câmbio tem a sua razão de ser como é. Ele é assim porque a Honda o desejou assim, ou melhor, a Honda crê que o consumidor gostará dele exatamente assim. Ela não errou em nada. Ela tem tecnologia mais que suficiente e este CVT saiu como ela queria. Na cidade ele agrada plenamente, já que as ruas não são lugar para fortes aceleradas. Então, no ritmo suave, como deve ser o ritmo citadino, não há nada melhor que a absoluta ausência de interrupções na aceleração, e é isso que este e outros CVT oferecem. Afinal, os fabricantes dos câmbios automáticos e robotizados sempre trabalharam para aprimorar a suavidade nas trocas de marcha, com a menor interrupção possível. Sendo assim, o câmbio com relações continuamente variáveis simplesmente resolve de vez esse problema. Fica parecendo carro elétrico e na cidade o giro do motor raramente passa de 2.000 rpm, mesmo andando ligeiro, o que traz economia de combustível. Na cidade ele fez entre 8 e 9 km/l de álcool, dependendo do trânsito.

 

Aumento do entre-eixos melhorou espaço interno
Aumento do entre-eixos melhorou o espaço interno

Mas quando se chega a uma estrada a coisa muda de figura, pois, dependendo dela, se é sinuosa, montanhosa e/ou está com trânsito pesado, volta e meia temos que acelerar, pisar fundo, e aí vem um incômodo descompasso entre a rotação do motor e o ganho de velocidade. A sensação é parecida com a de embreagem patinando, pois o giro sobe rápido e o aumento de velocidade não é correspondente. O que ocorre é, mesmo com só uma leve acelerada, em vez de o câmbio manter a relação de transmissão do momento e o carro tratar de ganhar velocidade à custa de um maior esforço do motor — como ocorre num câmbio manual, e mesmo num automático epicíclico bem programado como os atuais —, imediatamente, mesmo com essa leve acelerada, o CVT encurta a relação de transmissão e o giro sobe. E, também, encurta mais do que encurtaria se reduzíssemos uma marcha num câmbio manual.

 

Mostradores bem legíveis e informativos
Mostradores bem legíveis e informativos

Vou exemplificar para me explicar mais claramente: estamos na estrada com um câmbio manual, em 5ª e última marcha, e começamos a pegar um suave aclive. Primeiramente aceleramos um pouco mais (aplicamos mais carga) e com isso o carro mantém o giro e a velocidade. No caso do CVT ele imediatamente resolve isso encurtando a relação de transmissão.     

Bom, daí esse aclive se acentua, então, com um câmbio manual, se você pretende manter a velocidade, você trata de reduzir para a 4ª marcha, acelera um pouco mais fundo e o giro sobe. Nesse mesmo caso de acentuação do aclive, o CVT faria uma redução mais drástica do que faríamos, e trata de reduzir para uma relação de transmissão que seria equivalente ao de uma 3ª marcha, ou seja, um giro muito alto para aquela velocidade. Tudo bem, funciona, mas é estranho, e por mais que racionalmente tentemos nos desvencilhar dos costumes, estranhamos. Talvez essa característica não incomode um jovem motorista recém-habilitado, virgem de hábitos, que tenha aprendido a guiar num carro com câmbio CVT. Talvez essa característica não incomode motoristas pouco sensíveis. De qualquer modo, pedi para que minha esposa e minha filha — que são boas motoristas, mas não entusiastas — o guiassem e elas também se incomodaram com essa característica. Deixo claro para o leitor que não posso considerar isso um defeito, pois mecanicamente está certo e nada de errado acontece.

Mas tudo isso só ocorre quando se deixa o câmbio no modo automático, pois usando as borboletas atrás do volante, existentes nas versões EXL e EX, o câmbio entra em modo manual e passam a valer as sete marchas virtuais. Estas são obtidas por paradas pré-programadas das duas polias do câmbio, que simulam à perfeição marchas obtidas mediante engrenagens, dai o termo ‘virtual’. Caso o câmbio permaneça por 10 segundos sem atividade de trocas de marchas manuais ou variação de velocidade, o modo automático (D) volta a prevalecer por si só.

Em outras palavras, se o efeito de parecer patinagem e/ou de giro muito alto incomodar, basta um toque na borboleta esquerda para reduzir marcha, como se faz num câmbio manual. Pena que suba uma marcha quando o motor chega a 6.000 rpm, mas abaixo disso a marcha escolhida permanece até que decorram 10 segundos e a velocidade do carro não se altere.

 

Porta-malas com 536 litros leva muita coisa, muita
Porta-malas de 536 litros leva muita coisa, muita

O bom do CVT na estrada é que, no plano, a 120 km/h o giro fica em torno de 2.200 rpm, um giro bem baixo, bem econômico e silencioso. A transmissão final, portanto, é bem longa (v/1000 54,8 km/h), principalmente para um motor pequeno como esse, de 1,5 litro e 115/116 cv. Com o CVT é possível se dar a esse luxo, já que basta, como disse, uma aceleradinha para que a relação da transmissão encurte. Acontece que a essa velocidade, se tirarmos o pé do acelerador, teremos pouco freio-motor, já que o motor é pequeno e a transmissão final é bem mais longa que o normal. Na prática, tudo bem, já que o City tem freios de sobra, mas essa sensação de sentirmos o carro “mais solto” é outro ponto que estranhamos.

Mas, novamente,  podemos evitar a sensação reduzindo o quanto quisermos a relação acionando a borboleta da esquerda — e são mais seis marchas à disposição para isso —, só que a versão LX não têm as borboletas. Sendo assim, concluo que se o motorista é dos que querem um domínio maior sobre o carro, se ele deseja entrar numa curva com o motor um pouco mais cheio e não deseja alteração da relação ao levantar o pé no meio da curva por qualquer motivo, por exemplo, é bom que ele compre a versão EX ou a EXL, senão a coisa não ficará do seu pleno agrado.

 

Bom de chão. Com o câmbio manual fica um sedã divertido
Bom de chão. Com o câmbio manual fica um sedã divertido

Com a alavanca na posição S o câmbio fica mais responsivo, a 7ª virtual é cancelada, porém ainda não é exatamente esportivo. Resumindo, é um câmbio medianamente adequado a uma tocada mais forte, mas não é o seu ambiente. Além do mais, esse câmbio mascara a excelente pegada desse motor. Pena que o câmbio manual só seja disponível na versão “de entrada” do City, a DX.

Na estrada, carregado como descrevi e a 120 km/h em estrada livre, ele fez 9,5 km/l de álcool e 13,5 km/l de gasolina. Econômico, portanto. Viaja muito bem. Depois, com ele vazio, tratei de colocá-lo forte em curvas e o comportamento mostrou-se muito bom. Boa dinâmica, sempre na mão, mesmo com a recalibração da suspensão que a deixou bem mais macia que no City anterior.

O espaço para os passageiros de trás é impressionante. Experimentei dirigir com o meu banco no batente traseiro e mesmo assim sobrava espaço para as pernas de quem ia atrás, e o passageiro que estava atrás de mim tem 1,80 m. A ergonomia é ótima. Há regulagem de altura do banco, de distância e altura do volante, e da altura de ancoragem do cinto de segurança. O volante tem boa pega e o banco é anatômico. Pode-se dirigir por horas e horas e não vem aquele desejo de dar uma parada para sair e esticar o esqueleto.

 

Falta saídas de ar para os de trás
Falta saídas de ar para os de trás

Tudo funciona niponicamente bem. Ar-condicionado eficiente, som bom, controlador automático de velocidade fácil de acionar, banco traseiro rebate com facilidade, prático, os vidros das janelas traseiras descem até sumirem nas portas. O que falta, e é uma falta grave para um carro desse padrão, são saídas de ar-condicionado para o banco de trás. Mais detalhes das mudanças que ele sofreu estão na minha matéria sobre o lançamento do novo City. 

Então, como sempre, é ponderar, pensar no uso que o carro terá. Se o preponderante é uso urbano o CVT irá muito bem. Segundo a Honda, 95% dos City são vendidos com o CVT. Mas se o interessado pretende pegar bastante estrada ou deseja algo com uma boa tocada esportiva, é melhor experimentar o City com câmbio manual, porque aí, sim, o City terá como mostrar o quão bom é para isso, tal qual o Fit com câmbio manual se mostrou ser.

Preço da versão EXL testada, topo de linha: R$ 69.000. Vale assistir o vídeo. Ali tem outras dicas sobre o carro.

 

Maior por dentro que por fora
Maior por dentro que por fora

 

AK

Fotos e vídeo: Paulo Keller

 

FICHA TÉCNICA HONDA CITY EXL 2015
 
MOTOR
N° e disposição dos cilindros Quatro, em linha transversal, flex
Cilindrada (cm³) 1.497
Diâmetro e curso (mm) 73 x 89,4
Potência (cv/rpm) 115/6.000 (G), 116/6.000 (A)
Torque (m·kgf/rpm) 15,3/4.800 (G e A)
Taxa de compressão (:1) 11,4
Distribuição 4 válvulas por cilindro, comando no cabeçote, corrente, variador i-VTEC de fase e levantamento conjugados, coletor de admissão variável
Formação de mistura Injeção no duto Honda PGM-F1
TRANSMISSÃO
Tipo do câmbio CVT, tração dianteira
Conexão motor-transeixo Conversor de torque
Relações de marcha (:1)  Frente 2,526 a 0,408; ré 2,706 a 1,382
Relação de diferencial (:1) 4,992
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, McPherson, mola helicoidal
Traseira Eixo de torção, mola helicoidal
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira, assistência elétrica indexada à velocidade
Voltas entre batentes 3
Diâmetro mínimo de curva (m) 10,3
FREIOS
Dianteiros Disco ventilado
Traseiros Tambor
RODAS E PNEUS
Rodas Alumínio, 6Jx16
Pneus 185/55R16
Estepe Temporário, roda de aço 4Tx15, pneu T135/80D15
CONSTRUÇÃO
Tipo Monobloco em aço, sedã 4-portas, 5 lugares
DIMENSÕES
Comprimento (mm) 4.455
Largura (mm) 1.695
Altura (mm) 1.485
Distâncias entre eixos (mm) 2.600
Bitola dianteira/traseira (mm) 1.482/1.472
Distância livre do solo (mm) 145,3
PESOS E CAPACIDADES
Peso em ordem de marcha (kg) 1.137
Capacidade do porta-malas (l) 536
Tanque de combustível (l) 46
CONSUMO (INMETRO/CONPET)
Cidade (km/l) Inexistente
Estrada (km/l) Inexistente
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em D (km/h) 54,8
Rotação a 120 km/h em D (rpm) 2.200

 

HONDA CITY 2015 – PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS
 
Acabamento de portas, volante e alavanca de câmbio em couro
Acionamento elétricos dos vidros, o do motorista 1-toque sobe/desce com antiesmagamento
Ajuste de altura do banco do motorista
Ajuste de altura do volante
Ajuste do áudio no volante
Alarme sonoro de cinto do motorista desatado
Alto-falantes (4) e tweeters (4)
Antena de teto na traseira
Apoio para o pé esquerdo
Ar-condicionado automático digital c/ controle pela tela tátil
Áudio com visor LCD de 5? (CD/AM-FM/USB/P2/Bluetooth com comando HFT no volante
Banco revestidos em couro
Banco traseiro reclinável partidos 60/40
Bolsa inflável lateral para motorista e passageiro
Câmera de ré multivisão
Chave-canivete c/ controle de travas das portas, porta-malas e alarme
Cintos dianteiros com pré-tensionador, limitador de força e ajuste altura
Cintos traseiros de três pontos (3)
Computador de bordo
Console central com porta-copos
Controle automático de velocidade de cruzeiro
Descansa-braço dianteiro com porta-objetos com tampa
Descansa-braço traseiro com dois porta-copos
Desembaçador do vidro traseiro
Encosto de cabeça para todos os ocupantes
Faróis de neblina
Iluminação no porta-malas
Limpador de pára-brisa com temporizador
Luz de leitura dianteira
Pára-brisa com faixa degradê
Pára-sóis com espelho
Porta-objetos nas portas dianteiras
Porta-revistas nas costas do encosto do banco do passageiro
Tomada de 12 V
Travamento de portas automático a 15 km/h
Travamento elétrico da portinhola do tanque
Travas para crianças nas portas traseiras
Próximo

DOZE INFRAÇÕES QUE TINHAM DE SER MAIS FISCALIZADAS

Nenhum resultado
View All Result
ROUE
ROUE
ROUE
Autoentusiastas

Seriedade, diversidade e emoção desde de 2008. Conteúdo próprio, abordagem emocional e diversidade feito por apaixonados por carros

Siga o Ae

><(((º> 17

  • AUTOentusiastas
  • Editores
  • Participe do AE
  • Anuncie
  • Contato
Nenhum resultado
View All Result
  • Home
  • Editores
  • Avaliações
    • Testes
    • Testes de 30 dias
    • Lançamentos
  • Portal AE
    • ELETROentusiastas
    • MOTOentusiastas
    • Cultura do Automóvel
    • Fernando Calmon
    • Falando de Fusca e Afins
    • Substance
    • Revista Curva3
    • AEROentusiastas
  • Colunas
    • O editor-chefe fala
    • Coluna Fernando Calmon
    • Opinião de Boris Feldman
    • Acelerando Ideias
    • Conversa de Pista
    • Coluna Luiz Carlos Secco
    • Falando de Fusca & Afins
    • Histórias & Estórias
    • Perfume de Carro
    • Substance AE
    • Visão Estratégica
  • Mundo AE
    • Análises
    • Automobilismo
    • Aviões
    • Editorial
    • Clássicos
    • Fora de Estrada
    • História
    • Livros
    • Mercado
    • Motos
    • Notícias
    • Opinião
    • Tecnologia
    • Trânsito
  • Vídeos
  • Do Leitor
    • Histórias dos Leitores
    • Carros dos Leitores
  • Participe do AE
  • Contato

><(((º> 17