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Home Matérias Análises

SERÁ QUE A F-1 EVOLUIU DEMAIS?

identicon por Bob Sharp
04/04/2015
em Análises
Monza 1970
GP da Itália, Monza, 1970 (foto bbs.hupu.com)

Quem assiste a um filme ou vídeo de corridas de Fórmula 1 dos anos 1960/70/80 fica impressionado com o grau de competitividade, bem diferente do que se observa hoje. Tudo bem que automobilismo é evolução, os carro evoluíram, a pista ajuda no progresso de tecnologia automobilística, mas será que o caminho está certo? Na minha opinião, não. A high tech passou, ou está passando, do ponto.

E não por simplesmente passar do ponto sob uma ótica técnica, passou do ponto numa questão sempre e cada vez mais sensível: custo.

Teria sido realmente necessário partir para a hibridização atual para manter o interesse nessa fantástica categoria de esporte a motor?

Teria sido necessário aprimoramento aerodinâmico de tal ordem que deixaram os carros com cara de tudo menos de carro de corrida? Carros extremamente feios, deselegantes?

 

Veja os dois carros acima: qual  tem mais cara de carro?

Certo, a aerodinâmica hoje foca muito mais na downforce, a força vertical descendente, do que no efeito perverso do arrasto aerodinâmico, daí os “monstros” que se vêem hoje. Mas para que tanta downforce? Ah, aumenta a velocidade em curva, muitos responderão.  Mas, como ficam então os carros de F-Indy, que têm limitações de superfícies que geram sustentação negativa, com downforce bem menor mas que andam em velocidades nas retas inimagináveis num F-1 atual? Será que saem decolando a torto e a direito nas pistas de altíssima velocidade como Indianápolis e Michigan? Alguém viu? Eu, nunca.

 

Indyr reta
A 350 km/h, tudo junto e sem problemas (foto f1weekends.com)

E tampouco parecem ser lentos nas curvas verdadeiramente de alta, confere? Então para que tanta downforce, se o que importa mesmo é ver disputa, sendo a velocidade até certo ponto irrelevante?

Mais, com tanta produção de downforce a turbulência gerada atrás do carro é enorme, muitas vezes perturbando o ar pelo qual o carro de trás vai passar ou está passando. Já nos F-Indy estamos cansados de ver entrarem colados nas curvas de Indianápolis a 320~330 km/h.

E o que dizer da mirabolante invenção do DRS, drag reduction system, reduzir o efeito da asa traseira para ganhar velocidade na reta e poder ultrapassar o carro da frente “freado pelo ar” por estar com a asa traseira na posição de máxima downforce? Se alguém conhece algo mais artificial, por favor, diga.

E o narrador ainda diz “agora fulano já pode abrir a asa!”, como se fosse uma coisa espetacular. Isso para mim não é automobilismo, é show circense.

O leitor pode pensar que sou contra o desenvolvimento. Não sou.

O câmbio robotizado, por exemplo, prestou um enorme serviço ao automobilismo. Não pela facilidade de trocar marchas, mas por impedir reduções que levem a excesso de rotação, causa invariável de quebra de motor. Já conhecemos isso dos carros de rua, se a redução for resultar em troca excessiva, ela simplesmente é recusada.

Inversamente, nas trocas ascendentes, se, por exemplo, ao passar de terceira para quarta o piloto errar, reduzir para segunda, o câmbio também se recusa, uma vez que ocorreria igualmente  excesso de rotação.

Porém, acho que volante é para esterçar e por isso as trocas deveriam ser pela alavanca, para trás e para frente como em muitos carros hoje, como os Stock Cars. Por tradição acima de tudo. Outro dia assisti a um vídeo do Senna em Mônaco, a câmera mostrando ele cambiando a caixa manual, sensacional.

Tecnologicamente, poderia continuar a “briga” turbo x aspirado” extinta em 1989, isso dá colorido à corrida. Mas usar coeficiente diferente de 2 (1,2 litro superalimentado, 2,4 litros atmosférico), pois os turbocompressores evoluíram muito nos últimos anos. Talvez um coeficiente 2,3 deixasse as coisas iguais (1,04 L superalimentado, 2,4 litro atmosférico), mas isso caberia a consenso entre construtores.

Nos freios, nada de pastilhas e discos de carbono, que só encarece. Discos de ferro fundido ou aço com pastilhas “ecológicas” também desaceleram bem e o piloto precisa administrar bem a frenagem para não ocorrer fading. Se todos os carros assim forem equipados, qual o problema? Todos terão a mesma dificuldade.

Para que limitar, como hoje, o combustível a 100 kg por prova? Para dizer que “a F-1 está colaborando com o meio ambiente”? Hipocrisia pura. Podem fazer isso de outra maneira, estabelecendo um Índice Energético e dar pontos ao Construtor que tivesse o carro mais econômico da corrida.

E por falar em hipocrisia, acho que o leitor já sabe do que vou falar: propaganda de cigarro nos carros. A idéia que me faz sentido é a seguinte: quem não fuma não vai passar a fazê-lo só porque leu Marlboro no Ferrari. Basta manter a proibição de “testemunhos” do tipo “Faça como eu, depois de vencer quero o meu Marlboro”. A propaganda de cigarro nos carros serve apenas para quem fuma, convencê-lo a mudar de marca, tanto convencer alguém a passar de Ford para Chevrolet ou vice-versa.

 

Emerson Lotus c
Emerson Fittipaldi numa magnífica derrapagem de potência com seu Lotus 72D ostentando a marca de cigarros John Player Special (foto sutton.images)

E com isso a ajuda financeira da indústria do fumo voltaria a ser expressiva, tirando muitas equipes da penúria financeira em que se encontram.

Acho que F-1 tem jeito. É só pensar um pouco.

BS

 

 

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