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Home BS

CARRO ELÉTRICO, NADA CONTRA

MAS IMPÔ-LO "NA MARRA", COMO FAZ A UNIÃO EUROPEIA, NÃO TEM NADA A VER

identicon por Bob Sharp
01/05/2022
em BS, ELETROentusiastas, O editor-chefe fala
Plataforma Renault CMF-EV (Foto:  youtube.co)

Plataforma Renault CMF-EV (Foto: youtube.co)







Como tudo na vida, a locomoção individual consagrada pelo automóvel, tem prós e contras. Do mesmo modo, as duas formas de sua propulsão, por motores térmicos ou elétricos, também. Esse é o tipo de discussão interminável.

Fala-se muito no “prazer de dirigir”, que se anula no carro elétrico. Será que esse prazer está condicionado apenas ao motor? Não está, ele envolve diversos aspectos, o carro como um todo. Será que alguém acha agradável andar num carrinho elétrico de hotel-resort para se deslocar entre os vários blocos, comuns em complexos hoteleiros? Tenho certeza de que não.

O automóvel é um mecanismo complexo embora pareça “carne de vaca”, tal a sua popularização e difusão mundial iniciada há 126 anos. Para muitos, para dar um exemplo, o que faz o motor a combustão funcionar é a chave e não um intricado motor elétrico acoplado a um genial sistema de engrenamento do qual poucos se dão conta e dele se esquecem, tal a sua durabilidade.

O carrinho de hotel-resort é absolutamente primário no seus sistemas de propulsão, suspensão, direção e freios, pois destina-se a trafegar lentamente e em trajetos curtos. O oposto do automóvel, projetado e construído para transportar pessoas com conforto, rapidez e sobretudo segurança, numa técnica que se mistura com arte. Sua propulsão é apenas parte disso tudo. Como pode então ela ser a linha divisória entre prazer e falta dele ao dirigir?

Claro, o motor elétrico tem a característica de produzir torque instantâneo já a 1 rpm. mas é a potência exuberante que resulta desse torque que proporciona a forte aceleração desde a imobilidade. Só que para essa aceleração poder ser usada e aproveitada, o veículo como um todo precisa estar preparado para tanto. Então o prazer de dirigir do carro elétrico vai bem além do motor em si.

Um mesmo carro, no qual a única variável seja o tipo de motor, como o novo Peugeot 208, é capaz de proporcionar o almejado prazer de dirigir. Digo-o porque já dirigi os dois. O elétrico de 136 cv e 1.500 kg acelera de 0 a 100 km/h em 8,1 s, e o a combustão de 118 cv e 1.178 kg, em 12 s (álcool). Ambos têm relação peso-potência de 10 kg/cv, mas enquanto o elétrico atinge 150 km/h (velocidade limitada para poupar bateria), o a combustão chega a 190 km/h. O alcance rodoviário do elétrico e-208 GT é de 339 km e o do 1,6 Allure, com gasolina,  620 km.

Como visto nesse exemplo, a única “diversão”, de fato, do elétrico é a superior aceleração.

Na balança

Colocando na balança os prós e os contras de um e de outro, o custo para rodar dos elétricos é o seu grande trunfo, ao ser em torno da quinta parte do de um carro equivalente de motor a combustão, mas anulado em parte pelo preço elevado desses veículos. O custo de manutenção motor por motor é sem dúvida menor no elétrico, como também as despesas com freios dada a eficaz ação frenante proporcionada pela regeneração de energia com o carro rolando apenas na inércia. Mas o elétrico tem um complexo sistema de arrefecimento da bateria, a líquido, e seus componentes elétricos, o próprio motor, inclusive, podem apresentar defeito como qualquer mecanismo.

A favor do motor a combustão a total ausência da “ansiedade de alcance” e a virtual inexistência de qualquer preocupação com carregar a bateria, o que pode ser feito em poucos minutos em qualquer posto de abastecimento de combustíveis. O elevado custo de reposição da bateria de tração a princípio assusta, mas elas têm ampla garantia (8 anos) e parecem durar bem mais do que isso. E começa a ficar viável sua reparação com troca de módulos defeituosos.

A bordo escuta-se realmente mais o motor a combustão do que o elétrico  — a “vibração” de que tanto falam é falácia nos carros atuais — porém o zunido característico do motor elétrico nada tem de agradável. Mas outros  prós no carro elétrico são a ausência do pesado, vulnerável e dispendioso sistema de escapamento, a energia elétrica não poder ser adulterada, seu sistema desliga/liga motor nas paradas ser natural e não um artifício, e, do ponto de vista de segurança veicular, o peso e sua distribuição no veículo nunca se alterar em função da energia a bordo.

E deixo um recado; carro elétrico também proporciona prazer de dirigir. Depende apenas da sua construção, não do motor.

BS

A coluna “O editor-chefe fala” é de exclusiva responsabilidade do seu autor.






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Fotos: divulgação Ford

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