• Home
  • Sobre o AE
  • Editores
  • Loja
  • Publieditoriais
  • Participe do AE
  • Contato
Autoentusiastas
  • Home
  • Editores
  • Avaliações
    • Testes
    • Testes de 30 dias
    • Lançamentos
  • Portal AE
    • ELETROentusiastas
    • MOTOentusiastas
    • Cultura do Automóvel
    • Fernando Calmon
    • Falando de Fusca e Afins
    • Substance
    • Revista Curva3
    • AEROentusiastas
  • Colunas
    • O editor-chefe fala
    • Coluna Fernando Calmon
    • Opinião de Boris Feldman
    • Acelerando Ideias
    • Conversa de Pista
    • Coluna Luiz Carlos Secco
    • Falando de Fusca & Afins
    • Histórias & Estórias
    • Perfume de Carro
    • Substance
    • Visão Estratégica
  • Mundo AE
    • Análises
    • Automobilismo
    • Aviões
    • Editorial
    • Clássicos
    • Fora de Estrada
    • História
    • Livros
    • Mercado
    • Motos
    • Notícias
    • Opinião
    • Tecnologia
    • Trânsito
  • Vídeos
  • Do Leitor
    • Histórias dos Leitores
    • Carros dos Leitores
  • Participe do AE
  • Contato
Nenhum resultado
View All Result
Nenhum resultado
View All Result
  • Home
  • Editores
  • Avaliações
    • Testes
    • Testes de 30 dias
    • Lançamentos
  • Portal AE
    • ELETROentusiastas
    • MOTOentusiastas
    • Cultura do Automóvel
    • Fernando Calmon
    • Falando de Fusca e Afins
    • Substance
    • Revista Curva3
    • AEROentusiastas
  • Colunas
    • O editor-chefe fala
    • Coluna Fernando Calmon
    • Opinião de Boris Feldman
    • Acelerando Ideias
    • Conversa de Pista
    • Coluna Luiz Carlos Secco
    • Falando de Fusca & Afins
    • Histórias & Estórias
    • Perfume de Carro
    • Substance
    • Visão Estratégica
  • Mundo AE
    • Análises
    • Automobilismo
    • Aviões
    • Editorial
    • Clássicos
    • Fora de Estrada
    • História
    • Livros
    • Mercado
    • Motos
    • Notícias
    • Opinião
    • Tecnologia
    • Trânsito
  • Vídeos
  • Do Leitor
    • Histórias dos Leitores
    • Carros dos Leitores
  • Participe do AE
  • Contato
Nenhum resultado
View All Result
Autoentusiastas
Nenhum resultado
View All Result
Home AG

ZUNDER 1500, O PORSCHE ARGENTINO

TALVEZ ELE TENHA SIDO UMA DAS MAIS ORIGINAIS E COMPLETAS TENTATIVAS DE SE FAZER CARROS NA ARGENTINA. MAS QUE, COMO TANTOS OUTROS, EM MEIO A GRANDES ESPERANÇAS ACABOU SOFRENDO UM AMARGO FRACASSO

Alexander Gromow por Alexander Gromow
12/02/2024
em AG, Falando de Fusca & Afins
Foto: Julien Sanchez Garcia

Foto: Julien Sanchez Garcia







Ainda estes dias, numa matéria desta coluna, surgiu a discussão sobre o surgimento de um fabricante nacional de carros. A discussão evoluiu, mas o mais perto que chegamos desta meta foi com a Gurgel Motores S.A., que chegou a ter o seu motor próprio, o Enerton, pouco antes de falir.

O Zunder 1500 em foto de época (Foto: fotograma do vídeo “Zunder el auto fabricado em Río Cuarto”)

As dificuldades de se projetar e produzir carros de maneira independente ocorreram em muitos países e as tentativas foram muitas, com um grau de sucesso pequeno em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento.

Há algum tempo eu tinha a intenção de falar sobre o Zunder 1500, da Indústria del Transporte Automotor SRL, que surgiu da iniciativa dos irmãos Nilson José e Eligio Oscar Bongiovanni, concessionários General Motors na cidade de Río Cuarto, província de Córdoba (a 240 quilômetros ao sul desta). O objetivo da empresa era produzir m carro argentino médio e econômico,

No leque que se abriu quando eu iniciei as pesquisas, uma fonte se destacou. Foi uma entrevista que Eligio Oscar Bongiovanni que, junto com seu irmão, vivenciou a aventura de tentar fabricar na Argentina dos anos 1960, concedeu a Bibiana Fulchieri, do suplemento “Temas” do jornal La Voz, publicada em julho de 2009. Tratou-se de um forte depoimento de como as coisas ocorreram.

Eligio Oscar Bongiovanni fala sobre o Zunder 1500

Sim, toda a difícil saga do Zunder 1500 deixou cicatrizes e causou muita mágoa, mas, mesmo assim Elgidio decidiu falar sobre o assunto, sem, no entanto, dizer: “Foi um fracasso, deve ser dito assim. E a verdade é que não sei por que há tanta insistência em falar do Zunder. O que você quer que eu diga? É melhor não falar de fracassos, certo?”

Capa de um catálogo do Zunder 1500

Assim começa o diálogo com Eligio Bongiovanni, um cavalheiro de Río de Cuarto com uma aparência refinada, elegante ao extremo, que já passou dos 80 anos “e há muito tempo!” Nessa deferência, ele aceita romper um silêncio de 50 anos, guardado ciosamente como um luto por seu falecido sonho chamado Zunder (“Foi assim que o batizamos porque soava bem, era curto e significava “faísca”), o carro que ele criou do zero, junto com seu irmão Nilson; e que ele fez com suas próprias mãos diante do olhar espantado de todos os vizinhos em Rio Cuarto, que espiavam a oficina de Bongiovanni na rua Rioja, como se examina um laboratório de gênios loucos. “Ainda estou convencido, depois de tudo o que nos aconteceu, de que é viável fabricar carros em pequena escala e de que haveria pessoas exigindo-os”, confessa Don Eligio em seu bar favorito.

Um Zunder 1500 em Mendoza na década de 60 (Foto: fotograma do vídeo “Zunder el auto fabricado em Río Cuarto”)

“Meus avós maternos, na Itália, eram fabricantes de ferramentas para o campo; meus avós paternos, quando vieram para a Argentina, abriram uma fábrica de carruagens puxadas por cavalos, portanto, sempre houve industriais em minha família”, diz ele.

“Quando meu irmão e eu saímos do ensino médio na Nacional de Río Cuarto, estávamos muito interessados em tudo o que era mecânico, eletricidade, motores. Fomos para Córdoba para estudar em uma escola técnica preparatória que nos permitiria entrar na universidade. Passamos três anos estudando matérias de engenharia, mas meu pai achou que não tínhamos feito a escolha certa e nos preparou uma armadilha, dizendo: “Venham e ganhem dinheiro! Eu vou investir o capital. Foi assim que, em 1948, abrimos uma concessionária General Motors em Río Cuarto.

Naquele ano, o grande sucesso da Chevrolet veio das façanhas de Domingo “Toscanito” Marimón, que triunfou com seu 12 coupé no Gran Premio América del Sur Buenos Aires-Caracas.

Domingo “Toscanito” Marimón chega a Caracas. Nesse momento ele não sabia que tinha ganho a competição com seu Carretera Chevrolet 1939 (Foto: La Prensa)

“Fomos tão bem que chegamos a importar diretamente dos Estados Unidos”, conta Eligio, “mas meu irmão e eu sempre tivemos na cabeça a ideia de querer fazer algo. Se estávamos cercados de carros o dia todo, como não poderíamos fazer o nosso próprio?”

Na nova Argentina

Em abril de 1952, a revista Coche a la vista publicou um artigo no qual o nascimento do Institec foi mencionado da seguinte forma: “Na nova Argentina, nada ou muito pouco é impossível. Produziremos carros em massa. Tudo isso começou no Instituto Aerotécnico da cidade de Córdoba, cuja equipe está trabalhando ativamente na construção dos carros Justicialistas: um sedã de quatro lugares, uma caminhoneta com capacidade para sete pessoas e um carro pequeno de até 600 quilogramas. Fatos que, sem dúvida, marcam nossa nacionalidade e o progresso industrial da República”.

Publicidade francesa do automóvel argentino marca Institec, modelo Justicialista, ano 1953, fabricado pela IAME – Indústrias Aeronáuticas e Mecânicas do Estado (Foto: Pelado Coya/Wikipédia)

Nota do autor: ‘Justicialista’ era o nome do partido político de Perón, ou seja, mais um exemplo, ao lado do KdF-Wagen, de uso político em nomes de carros.

Esses veículos foram um marco na Argentina, pois podem ser considerados como as primeiras tentativas (quase) artesanais de produção em massa, promovidas pelo governo de Juan Domingo Perón, na I.A.M.E. (Industrias Aeronáuticas y Mecánicas del Estado). Antes desse evento, em 1945, a Fábrica Argentina de Automóveis havia sido criada por César Castano, cujo veículo, o Castanito, serviu de base para os Justicialistas.

Do início dos anos 1950, Eligio Bongiovanni lembra bem o surgimento da Institec e observa: “Em 1951, com Perón, as importações dos Estados Unidos foram cortadas porque a intenção era substituir o que vinha do exterior pela produção nacional, ideia muito boa, mas a Argentina não estava madura em capital ou, dito de outra forma, não havia dinheiro, e apareceram oportunistas e improvisadores, envolvendo-se como industriais “para o desenvolvimento”, com boas intenções, mas sem resultados.

Ficamos sem vender Chevrolets, mas tínhamos 30 funcionários qualificados que não queríamos demitir. Assim, suprimos as importações, tornando-nos uma oficina de reparos para veículos de guerra, ambulâncias e motores particulares…”.

Esta circunstância encorajou novamente o antigo sonho. Eligio rabiscou papéis, fez cálculos, acordava com o molde do Volkswagen na cabeça; que tanto se falava em Escarabajo (besouro, Käfer),  com o qual um certo Ferdinand Porsche venceu o concurso da Associação Alemã da Indústria Automobilística, e em 1934 foi apresentado aos olhos do mundo como o queridinho do Salão Automóvel de Berlim em 1938.

Nasce uma faísca

No final da década de 1950, os irmãos Bongiovanni só precisavam trazer da Alemanha o coração Porsche do sonho Zunder, o resto estava pronto, como lembra Eligio: “Fizemos um modelo muito especial do carro para economizar muito dinheiro. O motor, a caixa de câmbio e o diferencial tinham que ser um bloco único [Nota do autor: a suspensão dianteira e os freios também vieram da Porsche]. Projetamos um chassi tubular reforçado com duas longarinas centrais de metal para melhor suportar o teto. Para a carroceria usamos plástico reforçado com fibra de vidro, moldado camada por camada.

Uma carroceria, quase pronta, em produção na fábrica (Foto: fotograma do vídeo “Zunder el auto fabricado em Río Cuarto”)

O que eu mais gostei foi que desenhei os faróis em ângulo e levantei bem os para-lamas. Nossos operários aprenderam o processo rapidamente, compramos tambores de resina poliéster gigantes da Shell. Os freios eram a tambor hidráulicos nas quatro rodas, com freio de mão nas rodas traseiras, Até gravamos o “Z” em preto nas calotas cromadas.”

Calotas personalizadas com o logo do Zunder [Foto: Julien Sanchez Garcia proprietário deste Zunder restaurado)
“Meu irmão foi à Alemanha e comprou 100 motores Porsche e, em 1959, o protótipo estava pronto. Se era bom? Eu não o qualifico, apenas lhe digo que enviaram um certo doutor Grupillo da fábrica de motores alemã a Río Cuarto para testar o Zunder e ele disse: “Está aprovado. Mas tenho uma dúvida: como vocês fizeram o som do motor por dentro? Tínhamos melhorado o Fusca, porque com esses motores arrefecidos a ar você pode ouvir o ruído, e fizemos uma parede dupla de fibra prensada para isolar o som.”

Por falar em Fusca, nesta foto as setas amarelas mostram que foram usadas grades de buzina VW usadas como saídas de aquecedor. Outro detalhe são os instrumentos Porsche no painel [Foto: Julien Sanchez Garcia)
No final da década de 1950, houve várias tentativas muito ousadas de entrar no mercado nacional com “o carro da Argentina”, um intermediário, em tamanho e potência, entre os modelos americanos e europeus. Entre eles, alguns permaneceram como protótipos e outros circularam com sucesso misto, entre os quais podemos mencionar: Rycsa Mitzi B40, Gilda, Gauchito, Dinarg D200, De Carlo 600, Bambi.

[Nota do autor: a colega colunista do AE, Nora Gonzalez, escreveu a matéria (em duas partes) “Carros-Conceito Argentinos: Efêmeros, mas Interessantes”, que descreve alguns dos modelos citados acima. Ela falou rapidamente do Zunder que agora está sendo tratado em um detalhamento maior]

Dizem que quando o primeiro Zunder 1500 Sedan ficou pronto, muitos se aglomeraram ao redor da oficina de 60.000 m² dos Bongiovanni, que havia se tornado uma fábrica: “Industrias del Transporte Automotor”.

Local onde foram as “Industrias del Transporte Automotor” em Rio Cuarto (Foto: fotograma do vídeo “Zunder el auto fabricado em Río Cuarto”)

Mas a apresentação pública nacional do Zunder 1500 foi no luxuoso Hotel Palácio Alvear, na capital federal, em 1960, onde todos aplaudiram com entusiasmo, até mesmo o próprio gerente de projetos da Porsche, que não queria ficar de fora de um sucesso como esse.

Apresentação oficial do Zunder à sociedade argentina feita no Hotel Alvear em 1960, feita com sucesso (Foto: fotograma do vídeo “Zunder el auto fabricado em Río Cuarto”)

Estreia e despedida

O slogan do Zunder 1500 era: “O carro que nunca muda porque é sempre novo”. Eligio se divertiu muito com isso: “É claro que ele nunca enferrujaria se fosse feito de plástico”, diz ele, mais do que divertido, e aí vem outra anedota incrível. “Acontece que na cidade de Pergamino (230 quilômetros a noroeste de Buenos Aires) havia uma concessionária Zunder e as pessoas estavam muito curiosas, mas também desconfiadas por causa da carroceria de plástico. Bem, o vendedor, cansado de explicar com palavras, decidiu pegar um revólver .22 e atirar no carro nas portas e não ficou nenhuma marca, as balas simplesmente ricochetearam”.

O Zunder 1500 com suas luzes traseiras dispostas em triângulo rebaixado (Foto: fotograma do vídeo “Zunder el auto fabricado em Río Cuarto”)

As demandas aumentaram, e os fãs eram os mais insistentes. Todos os dias havia gente interessada em ter o Zunder 1500 em suas concessionárias”, lembra Eligio, “mas o dinheiro arrecadado não era suficiente para trazer os motores da Alemanha, então saímos em busca de financiadores, e foi assim que Anselmo e Julián García, clientes muito bons, colocaram seu capital na fábrica, mas não houve como. Durante dois anos, produzimos cerca de 200 carros e vendemos todos, mas não conseguíamos pagar as dívidas e saímos desesperados para encontrar uma maneira de salvar a fábrica. O próprio governador de San Luís estava interessado em nos conceder um empréstimo para que pudéssemos levar a produção para lá, mas a oposição política vetou o empréstimo e, em 1962, fizemos uma licitação.

Tudo foi colocado em leilão, mas meu irmão não se resignou e continuou fazendo experimentos, fabricando um carro de cada vez. Ele lançou o cupê Zunder, acho que fez dois. Se, em vez de carros, tivéssemos feito galpões, ainda estaríamos em atividade. Mas o sonho se chamava Zunder”.

Um “Cupê Zunder”, cópia deslavada dos primeiros Karmann-Ghia, feito no desespero por Nilson José Bongiovanni agindo sozinho, o Egidio já tinha jogado a toalha (Foto: fotograma do vídeo “Zunder el auto fabricado em Río Cuarto”)

E assim termina o relato do Egidio sobre o sonho que “quase” deu certo. O texto original não tinha fotografias, eu as fui colocando para complementar o relato com imagens.


Julien Sanchez Garcia é um estudioso da indústria automobilística argentina, e possui dois Zunder sobreviventes que ele restaurou. Um é o bege que aparece em muitas das fotos que ele encontrou, como mostra a foto abaixo:

Situação na qual Julien encontrou o Zunder 1500 (Foto: Julien Sanchez Garcia)

Ele expõe com orgulho os seus dois carros Zunder, o 1500 e o coupé:

Os Zunders de Julien (Foto: Julien Sanchez Garcia)

Complementando o material apresentado segue o vídeo (15:06) “Zunder el auto fabricado em Río Cuarto” com entrevistas e um resumo da história dos Zunder:

 

 

Lembro que praticamente todos os vídeos podem apresentar legendas em seu idioma, pois o YouTube oferece a possibilidade de traduzir as legendas para muitos idiomas (é uma tradução por computador – ele traduz o que consegue entender do áudio original).

Para ativar a tradução de legendas ative a visualização no YouTube e siga os passos abaixo

Selecione o ícone de legendas (é retangular com linhas de pontinhos), pause o vídeo e:

1) Clique no ícone de configurações abaixo da tela do vídeo (roda dentada);
2) Clique em Legendas/CC;
3) Clique em “Traduzir Automaticamente”;
4) Selecione o idioma desejado. Clique na tecla play e curta o vídeo.


Também apresento uma revista em espanhol editada para leitura na internet pelo sistema Issuu que tem um capítulo dedicado ao Zunder:

“Autohistoria 38 10 2020”

AG

NOTA: Nossos leitores são convidados a dar o seu parecer, fazer suas perguntas, sugerir material e, eventualmente, correções, etc. que poderão ser incluídos em eventual revisão deste trabalho.
Em alguns casos material pesquisado na internet, portanto via de regra de domínio público, é utilizado neste trabalho com fins históricos/didáticos em conformidade com o espírito de preservação histórica que norteia este trabalho. No entanto, caso alguém se apresente como proprietário do material, independentemente de ter sido citado nos créditos ou não, e, mesmo tendo colocado à disposição num meio público, queira que créditos específicos sejam dados ou até mesmo que tal material seja retirado, solicitamos entrar em contato pelo e-mail alexander.gromow@autoentusiastas.com.br para que sejam tomadas as providências cabíveis. Não há nenhum intuito de infringir direitos ou auferir quaisquer lucros com este trabalho que não seja a função de registro histórico e sua divulgação aos interessados.
A coluna “Falando de Fusca & Afins” é de exclusiva responsabilidade do seu autor.

 







Tags: Bibiana FulchieriEligio Oscar BongiovanniJulien Sanchez GarciaNilson José BongiovanniNora Gonzalez
Próximo
Foto: Divulgação Renault

FIQUE LIGADO

Nenhum resultado
View All Result
Autoentusiastas

Seriedade, diversidade e emoção desde de 2008. Conteúdo próprio, abordagem emocional e diversidade feito por apaixonados por carros

Siga o Ae

><(((º> 17

  • AUTOentusiastas
  • Editores
  • Participe do AE
  • Anuncie
  • Contato
Nenhum resultado
View All Result
  • Home
  • Editores
  • Avaliações
    • Testes
    • Testes de 30 dias
    • Lançamentos
  • Portal AE
    • ELETROentusiastas
    • MOTOentusiastas
    • Cultura do Automóvel
    • Fernando Calmon
    • Falando de Fusca e Afins
    • Substance
    • Revista Curva3
    • AEROentusiastas
  • Colunas
    • O editor-chefe fala
    • Coluna Fernando Calmon
    • Opinião de Boris Feldman
    • Acelerando Ideias
    • Conversa de Pista
    • Coluna Luiz Carlos Secco
    • Falando de Fusca & Afins
    • Histórias & Estórias
    • Perfume de Carro
    • Substance
    • Visão Estratégica
  • Mundo AE
    • Análises
    • Automobilismo
    • Aviões
    • Editorial
    • Clássicos
    • Fora de Estrada
    • História
    • Livros
    • Mercado
    • Motos
    • Notícias
    • Opinião
    • Tecnologia
    • Trânsito
  • Vídeos
  • Do Leitor
    • Histórias dos Leitores
    • Carros dos Leitores
  • Participe do AE
  • Contato

><(((º> 17