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Home Colunas Perfume de Carro

OS MELHORES CARROS NACIONAIS DOS ANOS 1990, 2000 E 2010 QUE JÁ DIRIGI

identicon por Douglas Mendonça
18/05/2024
em DM, Perfume de Carro
Foto: divulgação Honda

Foto: divulgação Honda







Para ler a primeira parte desta série sobre os carros dos anos 1970 e 1980, clique aqui.

Anos 1990

Já convivendo com os importados, os carros nacionais precisaram se requintar e se modernizar para não ficarem para trás. Vieram Chevrolet Omega e Vectra, Fiat Tempra, VW Gol de segunda geração, entre outros, mas o que mais me dá saudade é o VW Gol GTI 16v duas-portas, configuração que chegou na linha 1996 do esportivo compacto. Além da nova carroceria “bolinha”, era equipado com motor e câmbio longitudinais de origem Audi (alemães) que para  poderem ser utilizados no hatch nacional obrigou a fábrica a modificar ligeiramente o capô do Gol criando um pequeno boleado nele. Isso devido ao cabeçote de duplo comando e quatro válvulas por cilindro, mais volumoso. Com potência de 141 cv a 6.250 rpm, era um prato cheio para quem queria desempenho.

Outro GTI foi meu favorito, desta vez o 16v nos anos 1990 (Foto: divulgação VW)

Não muito atrás, como coadjuvante coloquei o sedã Chevrolet Vectra GSi outro esportivo nacional com o trem motriz importado da Alemanha. O carro era muito bonito, mesclando classe e esportividade com seu motor 2-litros de 150 cv a 6.000 rpm que o levava de 0 a 100 km/h em apenas 8,5 segundos, segundo a GM.. Era outro integrante do “Cube dos 200”, chegava a 210 km/h. A grande virtude do Vectra sobre o Gol era o fato de ele ter as vantagens de espaço e conforto de um sedã quatro portas, o que garantia comodidade a todos os passageiros, enquanto não deixava de lado o enorme prazer de dirigir e a pegada esportiva. Quase roubou o lugar do principal…

Seda esportivo de mecânica importada e ainda confortável: Vectra GSi como coadjuvante dos anos 1990 (Foto: divulgação GM)

E, mesmo chegando no finalzinho da década, mereceu o espaço como melhor conceito o Mercedes-Benz Classe A, de 1999. Apesar do fracasso de produção nacional e de vendas, o MB brasileiro apresentava soluções modernas, como o assoalho vincado, que melhor absorvia os impactos frontais e laterais, controles eletrônicos de estabilidade e tração de série, opção de câmbio com embreagem automática, além de bastante espaço interno e modularidade. No início, tinha apenas versões 1,6, mas depois ganhou uma opção maior, de 1,9 litro. Cheguei a ficar usando um, cedido pela Mercedes, por um ano inteiro, e lembro que, além de muito seguro e prático, o Classe A conquistava pelo visual diferente, conforto e posição de dirigir ereta e elevada.

O Classe A hoje é um carro até esquecido: vendeu pouco, 70 mil unidades em 7 anos, e hoje já é considerado raridade. Mas, na época, um carro para lá de legal (Foto: divulgação Mercedes-Benz)

Anos 2000

Desse, gostava tanto que quase comprei um zero-km. Seguindo a ideia do Vectra GSi e Gol GTI 16v, a Honda fez o mesmo em 2007, importando um motor 2,0 16v e o câmbio manual de seis marchas do seu famoso esportivo S2000 japonês para serem instalados no Civic Si nacional. Era uma fera de três volumes com 192 cv de potência a altíssimas 7.800 rpm, e um modesto torque máximo de 19,2 m·kgf que ocorria a 6.100 rpm. O motor era “agudo”, mas delicioso de ser ouvido, especialmente trabalhando com aquela caixa manual. Até o ronronar da máquina mudava nas rotações acima de 5.000 rpm.

Civic Si: nacional, com mecânica importada, motor girador e câmbio manual encurtado em uma bela receita esportiva (Foto: Honda/divulgação)

Aqui temos outro coadjuvante que quase ficou para a próxima década: o VW Polo Bluemotion, lançado em 2009. Apesar de “comum”, me convenceu já no lançamento pela avançada tecnologia, tendo como principal objetivo a redução no consumo de combustível. Para isso, recebia reprogramações da eletrônica do motor 1,6 8v, novas relações das cinco marchas manuais (4+E) e uma série de apêndices aerodinâmicos para reduzir seu arrasto. Até as rodas, com menos resistência ao ar no movimento, grade mais fechada, e os pneus “verdes”, de baixo atrito, além da menor altura de rodagem, contribuíam para deixá-lo mais econômico.

Com apêndices aerodinâmicos e consumo mais contido, lembro que o Polo Bluemotion foi um carro mais “comum” que me conquistou de cara. Anos depois, tive um Fox Bluemotion, com a mesma proposta (Foto: VW/divulgação)

Lembro que, na época, essas soluções me deixavam maravilhado, ainda mais quando analisava suas médias de consumo pelo computador de bordo. Numa mesma década, dois Honda: como dos anos 2000, não poderia deixar de falar do Fit, monovolume lançado em 2003 e produzido em Sumaré, SP. Compacto e com alguns predicados que citei no Classe A (altinho, espaçoso, com posição de guiar ereta), tinha ainda como atrativos a robustez mecânica e o baixo consumo de combustível. Era um carro ímpar também na modularidade: podia-se, por exemplo, levantar o assento traseiro para trás e dobrar o encosto, permitindo que todo o habitáculo ficasse livre para acomodar objetos grandes e altos. Outro carro muito prático e macio, especialmente nas versões com câmbio automático CVT acoplado aos seus pequenos motores. Só não era tão bom assim no desempenho…

Numa pegada semelhante a do Classe A, o Honda Fit até hoje é elogiado pelo espaço interno e modularidade (Foto: Honda/divulgação)

Anos 2010

Perdi minha visão em 2012, então classificar essa década já foi mais complicado para mim. Mas, um que me lembro ter sido muito divertido ao volante, fazendo merecer a liderança da década, é o Fiat Bravo T-Jet, hatch médio esportivo que chegou na metade de 2011. Com um motor 1.4 turbo que foi um dos precursores era do downsizing, acoplado ao câmbio manual de seis marchas, era um carro de 152 cv a 5.500 rpm e excelentes 21,1 m·kgf de torque a 2.250 rpm, com potência de sobra já nas menores rotações por conta do turbocarregador. Para 2011, lembrando, já era moderno, com sete bolsas infláveis, faróis de xenônio e direção eletroassistida indexada à velocidade, que vai ficando com menos assistência à medida que a velocidade aumenta.

Da leva mais recente de carros que guiei, um memorável foi o ítalo-mineiro Bravo T-Jet (Foto: diulgação Fiat)

O coadjuvante eu não cheguei a ver nas ruas, mas acompanhava seu projeto antes de nascer: Hyundai HB20 (“HB” de Hyundai Brasil, e 20 com relação ao seu porte). Os sul-coreanos aprenderam muito rápido o que o brasileiro queria, e fizeram algo à altura no segmento de hatches compactos, um dos que mais crescia na época, segundo semestre de 2012. Junto do design unanimemente agradável, bons equipamentos e o primeiro motor 1,0 de três cilindros 4-tempos do mercado brasileiro — era importado —, que segue em linha até hoje. Rodar macio, com boas respostas de direção e, para não perder a fama de hatch mais popular, tinha economia e confiabilidade como palavras de ordem. Um tiro certeiro dos sul-coreanos, até hoje um dos carros mais vendidos aqui.

Primeiro nacional com motor 1,0 de três cilindros, apesar de este ser importado, e dono de um visual único que faz sucesso até hoje, mesmo após 12 anos de lançamento: o HB20 é um bom coadjuvante da década (Foto: divulgação Hyundai)

Alguns anos mais tarde, em 2015, veio meu campeão em termos de conceito: a primeira picape nacional com quatro portas e carroceria monobloco, sem a utilização das pesadas e antiquadas longarinas de chassi. Basicamente, um suve  com caçamba, o que significava também um melhor aproveitamento de espaço interno, caçamba, com maior conforto e dinâmica. Os franceses da Renault apostaram, ousaram e acertaram no monobloco resistente que já existia no suve Duster, melhorando-o com as suspensões traseiras também independentes e mais reforços na estrutura traseira, para suportar o peso das cargas da caçamba: Duster Oroch. Tanto deu certo que, depois, outras picapes no mesmo esquema vieram: Fiat Toro, Ford Maverick, Chevrolet Montana, Ram Rampage, etc.

Muitos dão esse crédito à Fiat Toro, mas a primeira picape monobloco de quatro portas do mercado nacional foi a Oroch (Foto: divulgação Renault)

Na próxima semana, não perca os melhores importados listados por mim na mesma fórmula: por décadas, e divididos entre campeão, coadjuvante e conceito mais interessante. Não perca!

DM

A coluna “Perfume de carro” é de exclusiva responsabilidade do seu autor.

Nota: Alguns dados técnicos dos veículos foram obtidos no site www.carrosnaweb.com.br







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Na I 25 Horas, 1973 (Foto: acervo do autor)

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