• Home
  • Sobre o AE
  • Editores
  • Loja
  • Publieditoriais
  • Participe do AE
  • Contato
Autoentusiastas
  • Home
  • Editores
  • Avaliações
    • Testes
    • Testes de 30 dias
    • Lançamentos
  • Portal AE
    • ELETROentusiastas
    • MOTOentusiastas
    • Cultura do Automóvel
    • Fernando Calmon
    • Falando de Fusca e Afins
    • Substance
    • Revista Curva3
    • AEROentusiastas
  • Colunas
    • O editor-chefe fala
    • Coluna Fernando Calmon
    • Opinião de Boris Feldman
    • Acelerando Ideias
    • Conversa de Pista
    • Coluna Luiz Carlos Secco
    • Falando de Fusca & Afins
    • Histórias & Estórias
    • Perfume de Carro
    • Substance
    • Visão Estratégica
  • Mundo AE
    • Análises
    • Automobilismo
    • Aviões
    • Editorial
    • Clássicos
    • Fora de Estrada
    • História
    • Livros
    • Mercado
    • Motos
    • Notícias
    • Opinião
    • Tecnologia
    • Trânsito
  • Vídeos
  • Do Leitor
    • Histórias dos Leitores
    • Carros dos Leitores
  • Participe do AE
  • Contato
Nenhum resultado
View All Result
Nenhum resultado
View All Result
  • Home
  • Editores
  • Avaliações
    • Testes
    • Testes de 30 dias
    • Lançamentos
  • Portal AE
    • ELETROentusiastas
    • MOTOentusiastas
    • Cultura do Automóvel
    • Fernando Calmon
    • Falando de Fusca e Afins
    • Substance
    • Revista Curva3
    • AEROentusiastas
  • Colunas
    • O editor-chefe fala
    • Coluna Fernando Calmon
    • Opinião de Boris Feldman
    • Acelerando Ideias
    • Conversa de Pista
    • Coluna Luiz Carlos Secco
    • Falando de Fusca & Afins
    • Histórias & Estórias
    • Perfume de Carro
    • Substance
    • Visão Estratégica
  • Mundo AE
    • Análises
    • Automobilismo
    • Aviões
    • Editorial
    • Clássicos
    • Fora de Estrada
    • História
    • Livros
    • Mercado
    • Motos
    • Notícias
    • Opinião
    • Tecnologia
    • Trânsito
  • Vídeos
  • Do Leitor
    • Histórias dos Leitores
    • Carros dos Leitores
  • Participe do AE
  • Contato
Nenhum resultado
View All Result
Autoentusiastas
Nenhum resultado
View All Result
Home AG

VW KÜBELWAGEN: O VEÍCULO MILITAR TÁTICO LEVE DA WEHRMACHT

ROBUSTEZ, SIMPLICIDADE E VERSATILIDADE: OS SEGREDOS DO SUCESSO MILITAR DO KÜBELWAGEN DA VOLKSWAGEN

Alexander Gromow por Alexander Gromow
07/07/2025
em AG, Falando de Fusca & Afins, Outros
Foto: Livro VW im Kriege de Michael Sawodny

Foto: Livro VW im Kriege de Michael Sawodny







Inicio a matéria falando da palavra “Wehmacht” no contexto do III Reich quando ela assumiu um peso muito mais específico e ideológico. Embora literalmente signifique força de defesa, durante o regime nacional-socialista (1933–1945), a Wehrmacht foi transformada na máquina militar oficial do Estado totalitário de Hitler.

A Wehrmacht não era apenas uma força armada convencional. Ela foi: um instrumento de expansão territorial e agressão militar; foi parte integrante da política de Lebensraum – espaço vital (um dos pilares ideológicos do regime nacional socialista que serviu como justificativa para sua agressiva expansão territorial e práticas genocidas) finalmente foi cúmplice em crimes de guerra e, em alguns casos, no extermínio em massa, especialmente por meio da colaboração com a SS e Einsatzgruppen (que foram unidades móveis de extermínio criadas pela SS).

A SS — Schutzstaffel – “Tropa de Proteção” — foi a tropa de elite do regime nacional-socialista, braço repressivo e ideológico de Hitler. Comandada por Heinrich Himmler, controlava desde a polícia secreta até os campos de concentração, sendo peça-chave no Holocausto. Após a guerra, foi declarada organização criminosa no Tribunal de Nüremberg.

Na foto de abertura vemos os preparativos antes do embarque para a África, unidades do “Afrika-Korps” que foram reunidas na Grécia no verão de 1941 e realizaram exercícios lá. As tropas usavam capacetes tropicais, uniformes tropicais e botas de cano alto. Naquela altura a Grécia tinha sido ocupada pela Wehrmacht que usava seus portos como base.

Na foto os VW-Kübelwagens estão equipados com uma metralhadora MG 34 montadas em um braço giratório em posição de uso para combate. Aliás foi bastante difícil encontrar uma foto que mostrasse este detalhe.

Falando do Kübelwagen, um breve resumo

No memorando técnico elaborado por Ferdinand Porsche intitulado “Exposé sobre a construção de um Volkswagen alemão”, apresentado em 17 de janeiro de1934 ao Ministério dos Transportes do Reich, foram definidos os principais critérios técnicos para o futuro Volkswagen: motor traseiro arrefecido a ar, suspensão por barra de torção, eixo oscilante e tração traseira. A estrutura clássica de chassi de tubo central, com carroceria aparafusada permitia diferentes variações de carroceria — o que viabilizou a criação de uma versão militar aberta.

Em 1938, começaram os estudos para a aplicação militar da mecânica do Volkswagen — cujo protótipo definitivo tinha sido apresentado neste ano, estudos estes que resultaram no desenvolvimento do Kübelwagen e, posteriormente, do anfíbio Schwimmwagen.

Seguindo diretrizes do Departamento de Armamento do Exército, definiu-se que o veículo militar deveria ter carroceria aberta, peso total de 950 kg (sendo 550 kg do veículo e 400 kg para três soldados e uma metralhadora). Após experiências negativas com carros padrão (“Einheits-Pkw”), buscou-se um projeto mais leve, de fácil conversão a partir do modelo civil e com baixo custo de produção.

E o que eram os “Einheits-Pkw” (veículos de passageiros padronizados)? Na década de 1930, a Wehrmacht tentou padronizar seus veículos leves com um ambicioso programa. Os “Einheits-Pkw” foram divididos em três classes — leve, médio e pesado, todos com tração 4×4, suspensão independente e motores potentes — esses veículos foram projetados com uma tecnologia avançada para a época. O objetivo era facilitar a manutenção e a logística com peças intercambiáveis entre fabricantes como Horch, Stoewer, BMW e Opel.

Na prática, a ideia falhou, os veículos mostraram-se complexos, frágeis, caros e difíceis de serem consertados no campo de batalha, com pouca padronização real entre os modelos. Este projeto acabou sendo gradualmente abandonado, dando lugar, como vimos, a soluções mais simples e eficientes, como o Volkswagen Kübelwagen Type 82.

Em 3 de novembro de 1938, foi concluído o primeiro protótipo do VW Kübelwagen, testado dias depois no campo de manobras de Münsingen, no estado de Baden-Württemberg.

O primeiro protótipo do Kübelwagen

Em 1939, surgiu o modelo evoluído Type 62, já mais próximo da versão final. Contudo, seu desempenho fora de estrada ainda não satisfazia o Alto Comando do Exército.

Protótipo Type 62 ainda com formas arredondadas

Porsche então elevou a altura livre do solo e introduziu um sistema de redução nos semieixos traseiros, aumentando o torque; também foi incluído um diferencial autobloqueante. A frente do veículo também foi elevada. Em dezembro de 1939, surgiram os primeiros exemplares do Type 82, enquanto se iniciavam os testes com versões de tração nas quatro rodas (Type 86/87). Dois protótipos foram avaliados em fevereiro de 1940, incluindo testes em neve.

Os testes mostraram que os protótipos com tração nas quatro rodas tinham desempenho superior, mas eles foram rejeitados por serem mais caros e pesados. O Kübelwagen Type 82, com tração 4×2, mais leve e simples, foi aprovado e produzido em massa durante a guerra, a partir da primavera de 1940. Mesmo assim algumas unidades com tração 4×4 chegaram a ser produzidas especialmente para algumas unidades da SS que tinha um orçamento mais privilegiado.

Versão definitiva do Kübelwagen

O grande diferenciador do Kübelwagen era sua leveza, o que tornava desnecessário o uso de tração nas quatro rodas — dois ou três soldados conseguiam levantar o veículo em caso de atolamento. Seu motor arrefecido a ar mostrava-se confiável tanto no calor extremo do norte da África quanto no frio intenso da União Soviética.

Soldados alemães valorizavam sua construção simples e a facilidade de manutenção: o motor podia ser removido com poucas ferramentas. A confiabilidade e robustez do Kübelwagen deram origem à reputação que sustentaria seu sucesso comercial do Volkswagen no pós-guerra.

Lutando com a lama

Além disso, graças à transmissão com redução e diferencial autobloqueante e à boa distância do solo, o Kübelwagen se mostrava altamente competente fora de estrada.

A versão básica — veículo de transporte de tropas com quatro bancos— deu origem a diversas variantes: carro de rádio, transporte de tambores de combustível, ambulância leve, veículo com lagartas traseiras (semilagarta), veículo simulado de combate (Panzer falso), adaptação para andar sobre trilhos, carro com sirene e veículos de topografia e comunicações.

Havia também acessórios opcionais montados na traseira, acionados pela força do motor, como bomba de água e tomada de força auxiliar.

Produção total segundo a Volkswagen:

Versão do Kübelwagen
Unidades produzidas
Transporte de tropas (4 lugares)
37.320
Veículo de comunicações (Nachrichten)
7.545
Veículo de rádio (Funkwagen)
3.326
Veículo de manutenção (Instandsetzung)
273
+ Protótipos e unidades experimentais
Sem número exato

A metralhadora do Kübelwagen

Até agora foi feita uma revisão da evolução do Kübelwagen e vamos aos detalhes militares deste veículo na guerra.

Disposições de fixação no compartimento frontal (com MG 34 instalado)”

A sigla MG vem de Maschinengewehr, ou seja, metralhadora. As legendas das fotos que seguem ainda foram escritas em alemão usando caracteres góticos.

A imagem mostra a configuração da parte dianteira de um Kübelwagen (Type 82), adaptado para o transporte e pronto atirar de uma metralhadora MG 34. Essa disposição era comum em unidades de reconhecimento e apoio leve da Wehrmacht durante a Segunda Guerra Mundial, oferecendo mobilidade e capacidade de fogo imediato

1-Suporte de fixação (para tripé); 2-Capa protetora para metralhadora MG; 3-Suporte articulado
  1. Suporte de fixação para tripé (Dreibein): Estrutura metálica utilizada para prender o tripé da metralhadora MG 34. Quando não utilizado em terra, o tripé era fixado de forma segura sobre o compartimento traseiro, facilitando seu transporte e acesso rápido.
  2. Bainha de proteção para MG: Invólucro metálico que serve como suporte e proteção para o cano da metralhadora durante o transporte. Além de garantir a estabilidade da arma, evita danos ao armamento por impactos ou vibrações durante o deslocamento do veículo em terrenos irregulares, quando a metralhadora não estiver em ação.
  3. Suporte articulado: Estrutura metálica fixada ao veículo que permite montar e travar a metralhadora na posição de disparo. Com essa instalação, o operador pode usar a MG 34 diretamente do interior do veículo, funcionando como uma posição de tiro móvel.

Dispositivos de fixação para munição nas portas laterais traseiras e da metralhadora sobre os bancos dianteiros

A imagem apresenta o interior de um Kübelwagen, adaptado para uso com armamento. A configuração demonstra a fixação de uma metralhadora MG 34 acima dos bancos dianteiros, e a colocação de tambores de munição para uso imediato

1-Suporte para tambor de munição modelo 34; 2-Fixação do suporte superior para apoio da metralhadora; 3-Suporte para MG (metralhadora) e 4-Suporte para tambor de munição modelo 34

 

  1. Suporte para tambor de munição modelo 34: instalado lateralmente, este suporte metálico foi projetado para segurar com firmeza os tambores de munição da MG 34, que eram colocados ali para uso imediato. Em uso este tambor encaixava-se diretamente na arma ou era levado para próximo do atirador.
  2. Fixação do suporte superior para apoio do fuzil sobre os bancos dianteiros: este componente servia como ponto de apoio para a metralhadora ou fuzil, mantendo a arma estabilizada quando não em uso ou durante deslocamentos do veículo.
  3. Suporte para metralhadora: Estrutura central destinada à fixação segura da metralhadora MG 34 quando não estava em uso.
  4. Suporte para tambor de munição modelo 34 (repetido): localizado do lado oposto, espelhando o item 1, para permitir transporte adicional de tambores e facilitar o reabastecimento contínuo da arma em combate.

Dispositivos de Fixação de equipamentos no Compartimento Traseiro

Nesta imagem, observa-se o compartimento traseiro do Kübelwagen, equipado com suportes específicos para o transporte organizado de componentes de armamentos e suprimento de munição. A estrutura interna foi projetada para otimizar o acesso rápido ao material bélico durante operações de campanha.

1-Suporte para 14 caixas de munição (com os tambores de munição inseridos); 2-Suporte para cano sobressalente modelo 34 e 3-Suporte para recipiente de cano modelo 34
  1. Suporte para 14 caixas de munição: Estrutura metálica destinada a acomodar até 14 caixas padronizadas de munição, com os tambores de munição já inseridos nas caixas. Esse arranjo permite a estocagem segura e o transporte eficiente de grandes quantidades de cartuchos para metralhadora.
  2. Suporte para cano sobressalente modelo 34: localizado na parte interna da tampa traseira, este suporte é destinado ao transporte de canos de metralhadora MG 34 retirados da metralhadora. A substituição rápida do cano era essencial para evitar superaquecimento da arma durante uso intensivo.
  3. Suporte para recipiente de cano modelo 34: também fixado à tampa traseira, este suporte é destinado ao recipiente de transporte do cano sobressalente. O tubo metálico protege o cano de impactos, sujeira e umidade, garantindo sua funcionalidade imediata quando necessário.

Dispositivos de fixação de equipamentos sobre o compartimento traseiro continuação

A imagem mostra a parte superior do compartimento traseiro de um veículo militar leve, configurado para o transporte de armamento. Este arranjo é típico de veículos de apoio de fogo rápido durante a Segunda Guerra Mundial, especialmente do Kübelwagen.

1-Suporte de fixação (para tripé de uso no solo) e 2-Suporte para MG (metralhadora)
  1. Suporte de fixação para tripé (Dreibein): este suporte metálico foi projetado para acomodar e fixar o tripé da metralhadora MG 34 (ou MG 42), utilizado quando a arma precisava ser montada no solo para disparos mais precisos ou defensivos. O suporte impede o movimento do tripé durante deslocamentos em terreno acidentado.
  2. Suporte para metralhadora MG: localizado ao lado do suporte do tripé, este encaixe metálico assegura o transporte seguro da metralhadora MG 34, presa com firmeza à carroceria do veículo. Essa configuração permitia que a arma estivesse pronta para uso imediato, bastando sua remoção do suporte e montagem rápida sobre o tripé ou em suporte veicular. A metralhadora virada para trás permitia uma cobertura em caso de retiradas.

Comparação entre o Kübelwagen e o Jeep USA

No campo de batalha dois equipamentos disputavam a hegemonia técnica e operacional. De um lado o Kübelwagen do Eixo e de outro o Jeep USA dos Aliados. Esta é uma comparação um tanto difícil já que são equipamentos de características técnicas bem diferentes, mas eu apresento uma tabela comparativa para ilustrar estas diferenças:

Comparativo Técnico: Kübelwagen vs Jeep USA
Característica
VW Kübelwagen (Type 82)
Jeep Willys USA
Ano de produção
1940–1945
1941–1945
Motor
1.131 cm³, 4 cilindros boxer, arrefecido a ar
2.199 cm³, 4 cilindros em linha, arrefecido a água
Potência
25 cv
54 cv
Tração
4×2
4×4
Peso vazio
725 kg
1.113 kg
Velocidade máxima
~80 km/h
~105 km/h
Capacidade de carga
~450 kg
~540 kg (off-road)
Suspensão
Independente nas 4 rodas
Eixo rígido com molas semielípticas
Alcance
~290 km
~400 km
Produção total
~50.000 unidades
~640.000 unidades

O Kübelwagen, mesmo só com tração traseira, surpreendia no off-road graças ao seu peso leve, diferencial autoblocante e fundo plano que “surfava” sobre lama e neve. Já o Jeep Willys era mais robusto, com tração integral e maior torque — ideal para terrenos difíceis e transporte de tropas.

Curiosamente, os Aliados gostavam dos Kübelwagens conquistados nos campos de batalha, tanto que logo foi feita uma tradução para o inglês do manual de instruções do Kübelwagen. Muitos Kübelwagens conquistados receberam a insígnia dos USA e foram usados em campanha.

Neste artigo, adotamos o termo “Jeep USA” para nos referirmos ao jipe militar padrão utilizado pelos Aliados durante a Segunda Guerra Mundial, que foi fabricado tanto pela Willys-Overland (modelo MB) quanto pela Ford (modelo GPW)..

Um exemplar militar do Jeep Willys (Foto: Joost J. Bakker/Wikipédia)

AG

As fotos desta matéria são do livro “VW im Kriege “de Michael Sawodny, a menos que indicado ao contrário.
NOTA: Nossos leitores são convidados a dar o seu parecer, fazer suas perguntas, sugerir material e, eventualmente, correções, etc. que poderão ser incluídos em eventual revisão deste trabalho.
Em alguns casos material pesquisado na internet, portanto via de regra de domínio público, é utilizado neste trabalho com fins históricos/didáticos em conformidade com o espírito de preservação histórica que norteia este trabalho. No entanto, caso alguém se apresente como proprietário do material, independentemente de ter sido citado nos créditos ou não, e, mesmo tendo colocado à disposição num meio público, queira que créditos específicos sejam dados ou até mesmo que tal material seja retirado, solicitamos entrar em contato pelo e-mail alexander.gromow@autoentusiastas.com.br para que sejam tomadas as providências cabíveis. Não há nenhum intuito de infringir direitos ou auferir quaisquer lucros com este trabalho que não seja a função de registro histórico e sua divulgação aos interessados.






Tags: Alexander GromowFalando de Fusca & AfinsKübelwagen
Próximo
Fotos: autor e divulgação Ford

FORD TERRITORY 2026, COMPLETO POR R$ 215 MIL

Nenhum resultado
View All Result
Autoentusiastas

Seriedade, diversidade e emoção desde de 2008. Conteúdo próprio, abordagem emocional e diversidade feito por apaixonados por carros

Siga o Ae

><(((º> 17

  • AUTOentusiastas
  • Editores
  • Participe do AE
  • Anuncie
  • Contato
Nenhum resultado
View All Result
  • Home
  • Editores
  • Avaliações
    • Testes
    • Testes de 30 dias
    • Lançamentos
  • Portal AE
    • ELETROentusiastas
    • MOTOentusiastas
    • Cultura do Automóvel
    • Fernando Calmon
    • Falando de Fusca e Afins
    • Substance
    • Revista Curva3
    • AEROentusiastas
  • Colunas
    • O editor-chefe fala
    • Coluna Fernando Calmon
    • Opinião de Boris Feldman
    • Acelerando Ideias
    • Conversa de Pista
    • Coluna Luiz Carlos Secco
    • Falando de Fusca & Afins
    • Histórias & Estórias
    • Perfume de Carro
    • Substance
    • Visão Estratégica
  • Mundo AE
    • Análises
    • Automobilismo
    • Aviões
    • Editorial
    • Clássicos
    • Fora de Estrada
    • História
    • Livros
    • Mercado
    • Motos
    • Notícias
    • Opinião
    • Tecnologia
    • Trânsito
  • Vídeos
  • Do Leitor
    • Histórias dos Leitores
    • Carros dos Leitores
  • Participe do AE
  • Contato

><(((º> 17