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Home Colunas

UM ÚLTIMO ALERTA ÀS FABRICANTES TRADICIONAIS

GANHOS MARGINAIS NÃO BASTAM, MUDANÇA CULTURAL É NECESSÁRIA

identicon por Milad Kalume Neto
12/09/2025
em Colunas, MKN, Visão Estratégica
Arte: execuçlão do autor com auxílio de inteligência artificial

Arte: execuçlão do autor com auxílio de inteligência artificial







Estudo recente da BCG indica que as fabricantes hoje denominadas por tradicionais estão sob pressão. Vivenciam a queda na demanda de veículos novos leves (carros de passeio e utilitários leves) em nível global bem como a competição severa dos novos entrantes, especialmente dos chineses, que hoje são capazes de produzir veículos com custos significativamente menores.

Fatores como fábricas novas e modernizadas, automação de processos e menor complexidade de produto estão diretamente responsáveis pelos menores custos dos veículos chineses sendo melhores explicados a seguir.

A pesquisa conjunta entre a BCG e a Automotive News, com análise complementares da K.LUME Consultoria, envolveu 386 executivos do mercado automobilístico que laboram pela indústria automobilística ao redor do mundo. Interessante observar que muitas empresas ainda não reconheceram a urgência de mudanças, ou mesmo estão confiantes de que poderão lidar simultaneamente com a pressão de custos de curto prazo somente com investimentos no longo prazo.

O estudo indica que esta decisão não levaria ao melhor dos caminhos. Incrementos marginais decorrentes de melhoria contínua geram ganhos pequenos, entre 3% e 7% ao ano, insuficientes para enfrentar o gap de custo da nova indústria. Para competir, as fabricantes precisariam de mudanças estruturais passando por uma reengenharia de fábrocas, fusão ou redução dos fornecedores caros, simplificação de design de veículo, reorganização cultural, redesenho produtivo, entre outros. Se não adotarem este caminho, tendem a ser meros competidores de nichos ou simplesmente virarem parceiras de valor agregado baixo sem qualquer controle da cadeia tecnológica.

Muitos executivos reconhecem os desafios hoje enfrentados como: custos, competição chinesa, transição dos veículos elétricos, mas poucas empresas possuem planos definidos ou implementados para coibi-los. Parte da pesquisa mostra despreparo operacional ou planos estratégicos claros.

A expectativa de retorno sobre investimento (ROI) de curto prazo limita o que pode ser feito pelas empresas, pois a cultura corporativa de cautela atrasa decisões estruturais relevantes. Um retorno menor do que dois anos é pouco realista para uma mudança de grandes proporções necessárias, o que cria barreiras para qualquer inovação e modernização minimamente mais profundas.

Os novos concorrentes possuem uma grande vantagem comparativa que são as fábricas modernas com menos legado de sistemas antigos, um design simplificado e ampla utilização de automação.

Por intermédio destas e de outras questões como a detenção de tecnologias únicas, os novos entrantes conseguem custos de produção muito abaixo dos fabricantes tradicionais, o que afeta diretamente as margens e, principalmente, a precificação de produtos em especial nos mercados mais sensíveis a preços.

A redução do número de versões à disposição e menores possibilidades de personalização por intermédio dos opcionais são fatores determinantes que podem gerar economia significativa por unidade e já observado pelas empresas tradicionais antes.

No Brasil já observamos esta mudança há anos com um notório enxugamento dos opcionais disponíveis em cada versão, tornando itens como ar  condicionado e conjunto elétrico — vidros, espelhos e travas. e por exemplo — disponíveis em todos os carros novos. A GM foi uma das primeiras a introduzir este conceito, por volta dos anos 2010, reduzindo seus diversos opcionais para umas três ou quatro opções no máximo. E outras seguiram o mesmo caminho, pois é notório que a ampliação das possibilidades dentro de um mesmo modelo aumentam os custos de sua produção.

Outro ponto elencado pelo estudo diz respeito a uma nova arquitetura para veículos elétricos que simplificaria a eletrônica por envolver menos módulos de controle e uma menor complexidade de software e de integração.

Os incrementos marginais por si só não garantem a sobrevivência das empresas tradicionais e uma ação mais profunda seria necessária bem como alteração da forma de pensar. Os stakeholders precisariam entender que a empresa não vive apenas de bônus (parte relevante do negócio), mas a sobrevivência da empresa é primordial e está acima de qualquer bônus. A incapacidade de o Brasil investir em eletrificação desde 2015, mesmo com alíquotas zero para veículos eletrificados, me vêm à tona quando penso neste tema. Nada ou pouco fizemos, como indústria automobilística até 2023 quando duas marcas novatas iniciaram suas atividades no Brasil e causaram um verdadeiro estardalhaço.

O que foi feito desde então? Aumento dos impostos de importação para estes mesmos produtos (eletrificados) que passaram a ter um aumento escalonado até atingir os 35% em Julho de 2026. Ao menos agora, frente à competição, iniciaram-se os lançamentos de produtos destinados ao mercado brasileiro mesmo com uma tecnologia de entrada no mundo dos eletrificados. A Stellantis está sendo precursora com quatro versões à disposição do consumidor final.

Mas globalmente ainda existe a necessidade de revisão do modelo de produção atual que conta com fábricas antigas, modelos complexos de produção, fornecedores onerosos e características de produto que aumentam seus custos unitários.

A cultura organizacional, desta forma, precisa ser revista. Enquanto países como a China desenvolvem novos produtos em um ano e meio aproximadamente, a indústria tradicional ainda leva, em média, o dobro deste tempo. Os processos internos dever ser mais limpos e menos burocráticos, centrados na eficiência do processo e no resultado final direcionado ao atendimento ao consumidor e interesses políticos têm que ficar à margem de qualquer discussão.

Outro ponto interessante é que fabricantes que lideram a automação possuem plataformas modulares, que possuem oferta de veículos elétricos e de software, possuem ganhos operacionais visíveis em relação aos custos. A pesquisa aponta que aproximadamente 15% das novas empresas são “líderes em múltiplas dimensões” (tecnologia, modernização, investimento de longo prazo).

Em virtude das mudanças do mercado motivadas por regulamentações, principalmente ambientais, mudanças requeridas pelo consumidor, por custos de energia, pela da mão de obra e pela competição entre as marcas, as empresas que demorarem a responder ao conjunto destas alterações perderão, sem qualquer dúvida, suas vantagens competitivas. As fabricantes tradicionais têm como foco a escala, experiência produtiva e o capital consolidado, mas as novas fabricantes possuem escala muito mais significativa, controle de custos, verticalização, entre outros fatores que colocam em risco a estrutura as vezes secular das empresas tradicionais.

E no Brasil?

O Brasil não pode ficar para trás nesta corrida, devendo aproveitar o momento de investimentos para modernizar as fábricas, desenvolver a automação, incentivar a produção de veículos eletrificados sob pena de ficar ainda mais atrás dos países que já possuam tais tecnologias.

Políticas públicas neste sentido seriam ainda mais relevantes. Direcionar incentivos fiscais para os ambientes que proporcionem um legado para nossa indústria, exercer planos de financiamento para a modernização de fábricase, equipamentos, adotar (e manter) políticas claras com apoio à pesquisa e desenvolvimento em software e eletrônica automobilísticos, baterias, infraestrutura de recarga, entre outros, é substancial.

O Brasil precisa manter uma visão estratégica de longo prazo e precisa estar inserido nos cenários futuros, participando das discussões quanto as mudanças regulatórias, tarifas de importação, pegada de carbono e em qualquer ambiente que discuta os veículos eletrificados, combustíveis de origem fóssil e a descarbonização como um todo. O Brasil precisa ser visto como um país de relevância nestes assuntos. Competência não falta a nossa engenharia e a nossa indústria.

Sob meu humilde ponto de vista, falta foco e deixar de se olhar para o próprio umbigo.

MKN

A coluna “Visão estratégica” é de exclusiva responsabilidade do seu autor.







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Foto: Divulgação General Motors

GM ESTÁ DESENVOLVENDO TECNOLOGIA QUE ALERTA SOBRE OS RISCOS AO DIRIGIR

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