Em 5 de outubro de 2000, o mundo perdeu Heinz-Willi Lottermann, mas o que ele construiu permanece vivo — não apenas em motores que roncam, mas em memórias que vibram. Passados 25 anos de sua partida, Bad Camberg ainda respira o legado de um homem que transformou uma cidade em capital mundial dos Volkswagens Veteranos Clássicos.
O patriarca da família, Wilhelm Lottermann II, fundou uma autoescola e uma oficina mecânica VW anexa a um posto de gasolina. Nascido em 8 de julho de 1937, Heinz-Willi cresceu entre o maquinário, as ferramentas e engrenagens da oficina, aprendendo o ofício com seu pai e quando assumiu a oficina, este ramo da empresa da família em referência regional, com uma reputação que ultrapassou fronteiras.
Mas Heinz-Willi não era apenas um mecânico — ele tinha um coração voltado para os veículos veteranos da Volkswagen, especialmente os modelos produzidos entre primeiros e os de janela oval. Enquanto muitos viam nesses carros apenas sucata, ele enxergava verdadeiros testemunhos da história automobilística alemã e mundial. Reconhecia neles uma herança Volkswagen de valor incalculável.
Foi com esse olhar sensível e histórico que começou a resgatar veículos raros e esquecidos, formando uma coleção impressionante que incluía modelos militares como Kommandeurwagens, Kübelwagens e Schwimmwagens, além de sedãs extremamente raros. Seu hobby de preservação não era solitário — Heinz-Willi cultivava contatos com colecionadores de todo o mundo, trocando informações, peças e histórias.
Dessa rede de amizades e da paixão compartilhada nasceram, em 1979, os Internationale Bad Camberger VW-Veteranen-Treffen -Encontros de VW Veteranos de Bad Camberg. Eventos, que começaram como um encontro modesto de apaixonados por Fuscas, tornando-se uma celebração global da cultura VW realizada de quatro em quatro anos, atraindo visitantes da Europa, América, Ásia e Oceania. Lottermann não era apenas um organizador — era um anfitrião caloroso, um contador de histórias, um elo de gerações.
Sua paixão pelos Volkswagens não se limitava à mecânica. Ele via nos carros antigos uma forma de preservar a história, de unir pessoas e de celebrar o espírito de comunidade. A cada edição do encontro, Heinz-Willi fazia questão de conversar com os participantes, ouvir suas histórias e compartilhar sua própria jornada. A imagem dele discursando no 5º encontro, em 1995 mostrada na foto de abertura, tirada pelo autor, é um retrato fiel de sua liderança serena e inspiradora.
Após sua morte súbita, causada por um ataque cardíaco fulminante, sua família assumiu o bastão com dignidade. Seu irmão Michael e a esposa Biggi mantiveram o evento vivo, e, desde 2024, seu filho Markus lidera a organização, honrando o legado com a mesma paixão que moveu seu pai.


Hoje, ao lembrarmos Heinz-Willi Lottermann, não falamos apenas de um mecânico ou de um organizador de eventos. Falamos de um visionário que entendeu que carros antigos são mais do que máquinas — são pontes entre passado e presente, entre pessoas e culturas.
Seu nome continua sendo reverenciado em cada Fusca que chega a Bad Camberg, em cada conversa entre entusiastas, em cada fotografia que resgata os encontros de décadas passadas. E assim, mesmo 25 anos depois, Heinz-Willi Lottermann segue acelerando corações.
Palavras do anfitrião do 5º Encontro de VW Veteranos para a DW
Apresento o vídeo (04:05) da DW – Deutche Welle: – “Bad Camberg 95 Lotterman VW Show”, no programa Boulevard Deutschland, do qual eu transcrevi as palavras do Heinz-Willi Lottermann e do locutor da DW:
Segue a transcrição
-Heinz-Willi Lottermann:
Meu nome é Heinz-Willi Lottermann. Tenho 57 anos. Sou, portanto, um “VW-Freak”, um entusiasta. Participei do primeiro encontro de Fuscas na Alemanha em 1975, organizado por um particular. Em 1976, a Volkswarenwerk (Fábrica da Volkswagen) realizou um evento, e eu fiquei tão motivado que disse a mim mesmo: “Preciso fazer melhor do que eles dois.” E, até agora, consegui isso a cada quatro anos.

-Locutor da DW:
Willi Lottermann é o mais importante colecionador particular de Volkswagens antigos na Alemanha. Ele possui cerca de 30 modelos VW, sendo 20 deles VW Fuscas. Seu coração pertence aos carros fabricados até os anos 1950.
-Heinz-Willi Lottermann:
Quanto mais eu colecionava, mais as pessoas diziam: “Ele enlouqueceu. O que ele quer com essas velharias?” Mas felizmente eu tinha espaço e também um galpão onde podia guardar os veículos protegidos da umidade. O período de prosperidade veio em meados dos anos 1950, as pessoas passaram a ter mais dinheiro e se desfizeram dos carros antigos. Eu praticamente os salvei da sucata.
Os meus primeiros veículos de coleção foram um VW Schwimmwagen e um VW Kübelwagen, ambos da Wehrmacht (Exército) da Alemanha.
-Locutor da DW:
Ambos os carros foram os predecessores do VW Fusca. Veículos projetados por Ferdinand Porsche para uso militar. As peças da coleção de Lottermann saíram da fábrica antes e depois de 1945, incluindo o chamado “Brezelkäfer”, com a janela traseira dividida. Nenhum automóvel alemão esteve tão ligado ao período da guerra e do pós-guerra.
-Heinz-Willi Lottermann:
O fascinante é que a gente se acostumou tanto com a forma que eu diria: não importa se é um carro de 1942 ou de 1992, o desenho continua praticamente o mesmo. Em 50 anos, externamente, quase nada mudou. Isso não existe em nenhum outro carro no mundo.
-Locutor da DW:
Muitos fãs de Fusca desejam uma foto de lembrança com Willi. Mecânico formado e dono de uma concessionária, ele já ajudou muita gente com peças de reposição em momentos de aperto. Antigamente, Lottermann viajava com frequência para o exterior, visitando amigos da comunidade VW. Desde 1979, no entanto, são os fãs que peregrinam a cada quatro anos até Bad Camberg, em Hessen.
OBS.: eu estava neste evento onde lancei o Dia Mundial do VW Fusca. Neste vídeo eu apareço brevemente no minuto 00:38 e a tradução de minhas palavras é a seguinte:
“O encontro com o Willy Lottermann é de grande importância. Eu venho do Brasil, assim como muitos outros (vêm de outras partes) do mundo. É o melhor encontro em termos de qualidade.”

Testemunhos de pessoas que conheceram o Heinz-Willi
Esses testemunhos formam um mosaico completo: da família à comunidade global, da emoção à mecânica, da saudade à continuidade.
-Tiddo Bresters
— advogado holandês e entusiasta de longa data dos Volkswagens clássicos, especialmente os Fuscas. Presidente da FIVA (Fédération Internationale des Véhicules Anciens), Bresters é reconhecido internacionalmente por sua atuação na preservação do patrimônio automobilístico. Conheceu Heinz-Willi Lottermann nos encontros de Bad Camberg nos anos 1990 e compartilha da mesma paixão pela história viva dos veículos antigos. Sua esposa, Marianna, o acompanha nos eventos.
Testemunho:
Heinz-Willi Lottermann é um daqueles nomes que a gente nunca esquece.
Seja pelo fato de que o encontro de VW veteranos de Bad Camberg, criado por ele, ainda é conhecido na cena como o “Lottermann Treffen” (Encontros Lottermann). Seu nome, portanto, continua vivo 25 anos após sua morte prematura — e continuará a viver.
O fato de ele ter organizado o evento a cada quatro anos, seguindo o modelo olímpico, e desde o início ter feito uso máximo das redes de contato, mostra que ele foi um verdadeiro influencer avant la lettre — influenciador à frente de seu tempo!
Ele não organizou o VW Veteranentreffen (Encontro de VW Veteranos) em busca de glória pessoal, mas porque queria continuar explorando o poder de conexão mundial que os Fuscas e os Kombis já possuíam em seus anos de produção. E fez tudo isso também em benefício de sua amada Heimat (cidade natal), Bad Camberg, na bela região de Taunus.
– Wayne Fenton
— colecionador neozelandês apaixonado por Volkswagens clássicos, fundador, junto com a sua esposa Josie, da Qualität European Motors em Auckland, a maior oficina independente especializada em VW do país. Atualmente reside em Waiheke Island, Fenton é figura respeitada na cena internacional VW e conheceu pessoalmente Heinz-Willi Lottermann em Bad Camberg.
Testemunho:
Não consigo acreditar que já se passaram vinte e cinco anos desde o falecimento de Heinz-Willi Lottermann.
Conheci Heinz-Willi no início dos anos 1990, em Bad Camberg, durante o encontro VW que ele organizava a cada quatro anos. Josie e eu tiramos fotos com ele e o agradecemos por reunir entusiastas da Volkswagen de todas as partes do mundo.

Em uma das primeiras edições do evento, recebemos uma placa de Bad Camberg por termos viajado a maior distância — vindos da Nova Zelândia. Guardamos essa placa com muito carinho.

Participamos do encontro várias vezes ao longo dos anos, e tudo isso graças a Heinz-Willi e à família Lottermann e sua equipe.
Descanse em paz, Heinz-Willi Lottermann, dos seus amigos lá do sul, da Nova Zelândia,
Wayne e Josie Fenton.
– Bob van Heyst
— empresário belga e entusiasta apaixonado por Volkswagens clássicos, fundador da BBT (Belgian Beetle Team) ao lado de sua esposa Arlette van Dijck. Com sede em Sint-Job-in-‘t-Goor, a BBT tornou-se um dos maiores entrepostos mundiais de peças para VW vintage e mais modernos. Bob é presença constante nos encontros de Bad Camberg, onde conheceu Heinz-Willi Lottermann e compartilhou sua dedicação à preservação da história automobilística Volkswagen.
Testemunho:
Lembro-me de Heinz-Willi da forma mais vívida por causa de um encontro que tivemos no Peppercorn Show, no Reino Unido.
Eu estava lá com meu primeiro Tempo Matador. Heinz-Willi se aproximou e começamos a conversar sobre estes veículos. Ele contou que haviam feito manutenção em um desses veículos nos seus primeiros anos de oficina, mas que, por causa da construção do modelo, não era fácil remover o motor.
Como eles resolveram isso?
Eles posicionaram o carro sobre a vala de lubrificação. Afrouxaram todos os parafusos e desconectaram os cabos, e então um mecânico grande desceu à fossa e se curvou. O outro mecânico, por cima, puxou o motor do Tempo e o colocou sobre os ombros do mecânico lá embaixo. Ele se ajoelhou — com o motor nos ombros — para que pudessem empurrar o Tempo para fora. Depois, o mecânico se levantou e dois outros colegas retiraram o motor de seus ombros para realizar os reparos. A remontagem foi feita da mesma forma, só que na ordem inversa.
Como proprietário novato de um Tempo Matador, achei essa história tão fascinante que nunca mais esqueci.
Outra coisa que nunca esqueci: Heinz-Willi foi uma das duas únicas pessoas que conheci que conheceram pessoalmente o Dr. Ferdinand Porsche. Estas duas pessoas — que não se conheciam — me contaram exatamente a mesma história. Dr. Porsche era uma pessoa difícil de conversar, pois estava sempre pensando em algo. Mesmo no meio de uma conversa, ele podia tirar um pequeno caderno do bolso do paletó e começar a anotar ideias que estavam passando por sua mente naquele instante.
Cada encontro ou visita com Heinz-Willi Lottermann era especial. Há tantas histórias que eu poderia contar…
E, além disso, Markus, seu filho, tem o aniversário no mesmo dia que a minha esposa — então sim, há uma conexão especial entre nós.
Heinz-Willi foi um verdadeiro apaixonado pela Volkswagen.
Era um homem de negócios, sim, mas seu coração pelos Volkswagens antigos era imenso. O evento que ele criou fez com que todos nós, das gerações mais jovens, sonhássemos e começássemos a colecionar. Se não tivéssemos tido o Heinz-Willi, o mundo dos colecionadores VW seria um lugar bem diferente…
-Traugott Grundmann
— restaurador e colecionador alemão de Volkswagens clássicos, fundador do museu Grundmann Sammlung em Hessisch Oldendorf. Reconhecido mundialmente pela excelência na preservação de raridades VW, como modelos militares e protótipos históricos, Grundmann também organiza com seu filho Christian os encontros internacionais de VW clássicos em sua cidade natal. Esses eventos ocorrem a cada quatro anos, em alternância com os de Bad Camberg, e são conhecidos por sua abrangência e escala. Sua dedicação à memória automobilística faz dele uma figura central na cultura VW global
Testemunho:
Ele foi o primeiro na Alemanha a reconhecer o potencial de uma coleção de Fuscas antigos
E, a partir disso, ele reconheceu a necessidade de garantir o fornecimento de peças de reposição.
Foi assim que surgiram os primeiros encontros dedicados aos Fuscas mais antigos, com atenção especial a um grande mercado de peças.
Esse conceito foi tão bem recebido que, em pouco tempo, colecionadores de todo o mundo passaram a incluir Bad Camberg em seus calendários — e o núcleo duro da família VW passou a se reunir regularmente ali.
Sua morte repentina abalou toda a cena.
Por isso, é ainda mais bonito ver que seu filho Markus agora leva adiante o legado do pai com a mesma paixão!
– Michael Lottermann
— irmão de Heinz-Willi Lottermann e herdeiro da autoescola da família em Bad Camberg. Após o falecimento de Heinz-Willi em 2000, Michael assumiu a organização dos encontros internacionais de VW veteranos, o Bad Camberger VW-Veteranen-Treffen, ao lado de sua esposa Biggi. Com apoio do sobrinho Markus, manteve viva a tradição até 2023, garantindo que o legado de seu irmão continuasse a unir apaixonados por Volkswagens clássicos de todo o mundo. O Markus assumiu os encontros daí em diante.
Testemunho:
Duas almas, um só compasso — gasolina no sangue, o coração em sintonia.
Desde o início, unidos não apenas pelo laço familiar, mas pela paixão.
Motores, histórias, caminhos compartilhados — uma vida sobre rodas.
1979 — o primeiro Encontro de VW Veteranos.
Um marco, um começo, um ritual.
Até 1999 — o último encontro juntos.
Uma despedida que não deveria ter sido.
2003 — eu queria, junto com Biggi, organizar apenas um encontro memorial.
Não apenas pelos veículos, mas por você.
A tradição permanece viva até hoje.
Por aquilo que foi, que permanece, que nos une.
Teu espírito, teu sorriso, o som dos teus motores — inesquecíveis.
Você foi mais que um irmão.
Foi meu compasso, meu copiloto, meu lar na estrada.
E mesmo que você não esteja mais ao meu lado —
você sempre segue comigo.
Imagens que dizem mais que mil palavras
Os Lottermann em Imagens – Memórias que aceleram o coração
Mais do que carros, encontros e histórias, o legado de Heinz-Willi Lottermann vive nas imagens que guardamos. Neste álbum, os Lottermann aparecem em momentos que aceleram o coração — registros de uma paixão que atravessa gerações, une continentes e mantém viva a chama da cultura Volkswagen.
Cada foto é uma engrenagem da memória, uma peça do motor emocional que impulsiona todos nós que vivemos essa história.
Uma das coleções que o Heinz-Willi mais gostava era a sua coleção de placas de licenciamento de carros de todo o mundo. Quando eu estive em Bad Camberg em 1991 cheguei um dia antes do começo do evento ele me mostrou parte de sua coleção de carros, mas deu ênfase à coleção de placas e fez questão de posar com uma placa brasileira:

Ainda em 1991, durante o jantar de confraternização do 4º Encontro Internacional de VW Veteranos de Bad Camberg eu presenteei o Heinz-Willy com uma camiseta oficial da campanha “Eu Amo Fusca” que ele imediatamente vestiu sobre a roupa que estava usando:

Dando um pulo no tempo vamos para junho de 2015 já no 10º Encontro de VW Veteranos, Eu estive lá para comemorar os 20 anos do Dia Mundial do VW Fusca e dei uma palestra sobre a criação desta data. No fim dela eu presenteei parentes do falecido: o irmão, Michael, e o filho, Markus, com um quadro com a foto acima, foi um momento muito emocione-te daquela noite:

Voltando à cronologia, no dia 13 de fevereiro de 1994, quando os preparativos para o lançamento do Dia Mundial do VW Fusca estavam à pleno vapor eu e a minha esposa visitamos a família Lottermann. Eles nos convidaram para um delicioso almoço, num restaurante próximo à casa deles. E depois ainda tivemos tempo de confraternizar um pouco na casa deles.
Eu trouxe de presente para o Heinz-Willi: uma das maletas que a VWB tinha preparado para o lançamento do Fusca Itamar em 1993, completa com todos os documentos e brindes que vinham com ela, até com o chaveirinho “Eu Amo Fusca”, que o Markus está segurando na foto abaixo, enquanto o Heinz-Willi mostrava a maleta. Eles gostaram do presente:

Ainda naquela oportunidade nós tiramos uma foto juntos e o Heinz-Willi rapidamente pegou um de seus troféus e o exibiu na foto:

Como na casa de um bom fã de VW Fuscas, também na casa dele havia uma estante com miniaturas de Fuscas:

Chegamos ao grande dia no qual eu lancei o Dia mundial do VW Fusca. Foi no 5º Encontro de VW Veteranos, em junho de 1995. Eu já tinha lido a declaração de Bad Camberg, com o público com representantes dos cinco continentes presente à tenda do evento aclamando novamente a data. Eis que o Heiz-Willi aparece no palco para me entregar presentes! Este momento é retratado na foto abaixo:

Encerramento — O Motor da Memória
Heinz-Willi Lottermann não foi apenas o criador de um encontro, ele foi o criador de uma cultura. Seu olhar para os Volkswagens antigos como pontes entre gerações e continentes transformou Bad Camberg em um santuário da memória automobilística.
Os testemunhos aqui reunidos de amigos, familiares e entusiastas mostram que sua presença ainda pulsa em cada motor que gira, em cada placa que reluz, em cada história que é contada. E as imagens que encerram esta matéria não são apenas fotografias: são engrenagens da saudade, peças do motor emocional que ele deixou em todos nós.
Hoje, 25 anos após sua partida, Heinz-Willi segue conosco não apenas nas estradas, mas nos corações. E enquanto houver um Fusca rodando, haverá também um pouco de Lottermann acelerando o mundo.
De minha parte resta o agradecimento a ele por ter oferecido o terreno onde a minha ideia do Dia Mundial do Fusca pôde eclodir e ser lançada tornando-se uma data que é festejada em todo o planeta.
No dia 5 de outubro, domingo, quando eu estava finalizando a edição desta matéria memorial eu recebi do Michael Lottermann a foto abaixo. Ele tinha ido ao cemitério de Bad Camberg para visitar o túmulo do seu irmão no dia em que se completavam vinte e cinco anos de sua morte:

AG
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