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VW FUSCAS FOLLOW-ME: A HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONTOU INTEIRA (ATÉ HOJE)

DE BERLIM SITIADA AO AEROPORTO DE CONGONHAS LOTADO: A HISTÓRIA REAL DOS VW FUSCAS QUE GUIAVAM AVIÕES NOS AEROPORTOS DO MUNDO

Alexander Gromow por Alexander Gromow
10/11/2025
em AG, Falando de Fusca & Afins
Foto: acervo Flughafen Berlin Brandenburg GmbH

Foto: acervo Flughafen Berlin Brandenburg GmbH







A foto de abertura é clássica e muito conhecida. Ela mostra um VW Käfer adaptado para a função de veículo “Follow Me” que guiava os aviões da pista de pouso para a respectiva posição, portão de desembarque dos passageiros. A cena transcorre no pátio interno do magnífico aeroporto de Tempelhof em Berlim da década de 1950.

Tempelhof: Onde a História e o Fusca Amarelo se Encontraram

O Aeroporto de Tempelhof, em Berlim, é um local onde a história se acumula. De terras da Ordem dos Templários na Idade Média, em 1923 tornou-se o primeiro aeroporto civil de Berlim.

A Era da Megalomania e a Redenção

Na década de 1930, Adolf Hitler planejou transformar Tempelhof no portal aéreo de sua capital “Germania” que era um ambicioso projeto arquitetônico idealizado por eler, que visava transformar Berlim na capital do mundo.

O arquiteto Ernst Sagebiel construiu um terminal monumental de 1,2 km, finalizado em 1941, que refletia a estética autoritária do período nacional-socialista iniciado em 1933.

Vista aérea parcial do aeroporto Tempelhof com destaque para o grandioso prédio de entrada onde fica o grandioso saguão do aeroporto (Foto: berlin-welcomecard.de)
O monumental saguão do Tempelhof que eu conheci em uma de minhas viagens a Berlim. Foi feito para impressionar o mundo (Foto: berlin-welcomecard.de)

O destino, porém, lhe reservou um papel de redenção: com o Bloqueio de Berlim (junho de1948),Tempelhof se tornou o centro vital da Ponte Aérea de Berlim. Por 11 meses, aviões americanos e britânicos (os “Candy Bombers” ou “Rosinenbombers” que jogavam pequenos paraquedas improvisados com pacotinhos de passas de uva, barrinhas de chocolate e balas) aterrissaram continuamente, salvando dois milhões de berlinenses isolados do mundo livre e transformando o aeroporto num símbolo humanitário e de resistência democrática. A tentativa de sítio de Josef Stalin, chefe supremo da União Soveiética que ordenou o bloqueio, tentou forçar a rendição de Berlim Ocidental, mas não conseguiu.
Para o leitor entender, Berlim, a capital alemã, ficou encravada na zona de ocupação soviética depois da guerra, mas os Aliados Estados Unidos, Inglaterra e França, em comum-acordo com o quarto aliado, a União Soviética, dividiram a cidade em quatro setores — um para a União Soviética (Berlim Oriental) e três para os outros países (Berlim Ocidental). Em junho de1948, como visto acima, Stalin decidiu fechar os acessos rodoviários, ferroviários e fluviais à Berlim Ocidental. Daí nasceu a primeira ponte aérea (air shuttle) do mundo.

Aeronaves C-47 estacionadas em fila descarregando sua carga em caminhões em frente ao terminal do Aeroporto Central de Tempelhof durante o Bloqueio de Berlim. Detalhe para a forma de semi-circulo dos hangares, menção à Águia Nacional-Socialista (Foto: Wikipedia)

O Fusca “Follow-Me” e a Marca de Wolfsburg

Durante os anos 1950, o aeroporto recebeu voos de companhias como a Air France, que operava aeronaves como o quadrimotor Douglas DC-4 (ou C-54, sua aversão militar). Nesse contexto, surge um protagonista modesto: um VW Fusca amarelo.

Convertido em carro de pista “Follow-Me” (Siga-me), o Fusca cumpria a função essencial de guiar os grandes aviões (como o DC-4 da Air France) até seus pontos de estacionamento. Sua presença, pintado em amarelo-vivo é um poderoso símbolo: o veículo popular, eficiente e simples da reconstrução alemã substituía a megalomania dos anos sombrios.

Um Parque de Lazer e Memória

Encerradas as operações em 2008, Tempelhof ganhou nova vida como Tempelhofer Feld, um gigantesco parque urbano. Onde antes havia o ruído de motores, hoje há ciclistas e skatistas. O monumental terminal serve agora a exposições e eventos. Tempelhof, que foi palco de grandes dramas históricos, hoje é um raro exemplo de como a memória e a história podem ser transformadas n um espaço público de lazer e convivência.

Agora que já falei rapidamente do Aeroporto Tempelhof volto a falar da foto de abertura que apresenta aspectos interessantes.

O VW Käfer amarelo

Era um VW Käfer que foi modificado para facilitar a sua função através da abertura de uma enorme janela traseira que permitia o monitoramento dos aviões que estavam sendo conduzidos ao seu portão de desembarque. Uma grande placa FOLLOW ME indicava a função deste VW Käfer. Uma placa “STOP” menor, porém, suficientemente visível, mandava o piloto interromper o taxiamento por qualquer motivo. Luzes indicadoras de direção fechavam a parte de comunicação visual entre o carro e o avião. Ele não era licenciado para trafegar em via públicas.

Uma foto encontrada na internet mostra um VW Käfer sendo preparado para esta função, com luzes fortes na traseira, mas ainda sem as placas, talvez fosse um estudo preliminar:

Um Fusca “Follow Me” para guiar aviões em aeroportos (Foto: Pinterest)

O que podemos ver a mais na foto de abertura?

Esta foto foi obtida em alta resolução, o que permitiu explorá-la um pouco mais, e já que o assunto é aeroporto e aviões, quais deles podemos ver nesta foto?

O principal, à direita (o maior e mais visível) é um Douglas DC-3 (versão civil) da BEA – British European Airways, que existiu entre 1946 e 1974, ainda em operação comercial pós-guerra. Na sua versão militar C-47 Skytrain eles foram os “Rosinenbomber” ou “Candy Bomber” clássicos — que além de transportarem cargas de todos os tipos, jogavam passas (Rosinen em alemão), chocolates e balas para as crianças.

O imponente Douglas DC-3 da BEA. Atrás dele, com os gigantescos portões abertos, um dos hangares onde os aviões entravam para que os passageiros pudessem embarcar e desembarcar protegidos das intempéries

Dois clássicos que também aparecem nesta foto:

À esquerda, o quadrimotor com cauda alta Avro York (derivado do bombardeiro Lancaster). Operado pela BOAC/BEA e pela Skyways — usadíssimo em rotas Berlim-Londres para carga e passageiros. Forma inconfundível: quatro motores V-12 Rolls-Royce Merlin, cauda quadrada alta tripla, fuselagem “gorda”.

À direita, o bimotor com nariz quadrado Bristol 170 Freighter (o “car-ferry” britânico). Operado pela Silver City Airways e Channel Air Bridge.

Porta dianteira gigante para carregar carros — em 1954 fazia a rota Berlim-Manston (Inglaterra) com turistas e seus Volkswagens.

Da esquerda um Avro York e um Bristol 170 Freighter. Atrás deles os gigantescos portões dos hangares estão semi-fechados

Temos mais uma foto do VW Käfer amarelo:

Nessa foto temos o VW Käfer “Follow Me” que trouxe um avião da Air France para dentro de um hangar. Esta foto em alta definição me foi gentilmente enviada por Vanessa Bohr da Comunicação Corporativa da empresa Flughafen Berlin Brandenburg GmbH (Areroporto Berlin Brandenburgo Ltda).

O avião que aparece na foto é um Convair 440 Metropolitan da Air France, cujo nome era “Ciel de Béarn”, seu prefixo era F-BHHR (confirmado em logbooks da Air France e no livro “Air France – Les avions de ligne depuis 1933”). Ele foi entregue novo à Air France em 1957 e operou rotas Paris (Orly)-Berlim (Tempelhof) até 1963.

O local era o hangar da European Airways, que era o nome oficial da BEA, em Tempelhof, inverno 1957/58. A BEA e a Pan Am dividiam hangares em Tempelhof e os cediam para a Air France.

A placa European Airways aparece no fundo da foto, mas os hangares mistos americanos e britânicos trabalhavam lado a lado.

O nosso VW Käfer “Follow Me” e o avião da Air France (Foto: acervo Flughafen Berlin Brandenburg GmbH

Existiram outros VW Fuscas “Follow Me”?

Sim, tivemos mais VW Fuscas trabalhando como “Follow Me” pelo mundo, uma pena que poucas fotos “sobreviveram” ao tempo. Sabemos a descrição de muitas fotos mas elas mesmo se perderam.

Aeroporto Viena-Schwechat (Áustria)

Os VW Käfer “Follow Me” austríacos foram, ao que tudo indica, modificados pela Austro Tatra e são facilmente reconhecíveis pela protuberância na tampa do motor. Assim como os veículos de emergência construídos para a Gendarmeria Austríaca, ele possui dois dínamos com uma potência de 130 watts. O segundo dínamo está localizado sob a protuberância. Uma polia dupla fornecia energia mecânica para o segundo dínamo que alimentava a bateria (6 V, 75 A·h) localizada sob o banco traseiro. Muita energia era necessária para os faróis de neblina e luzes de posição, um farol de busca montado no lado do passageiro, os dois rádios e o luminoso “Follow Me”.

O “Follow Me” austríaco (Foto: Livro Flat4Ever de Thomas Braun)

A janela traseira era semelhante à do VW Käfer “Follow Me” de Berlim, já o luminoso “Follow Me” era menor, o mesmo ocorria com a luminária “Stop”. Detalhe para a bandeirola no teto.

Aeroporto Munique-Riem (Alemanha)

O aeroporto de München-Riem foi inaugurado em 25 de outubro de 1939 pelo próprio Adolf Hitler, que o batizou de “Reichsluftkriegsflughafen München-Riem” (Aeroporto de Guerra do Reich München-Riem). Durante a guerra serviu de base para caças Messerschmitt Bf-109 e foi quase totalmente destruído pelos bombardeios aliados em 1945.

Reconstruído pelos americanos em 1947, virou o principal aeroporto civil de Munique durante toda a Guerra Fria. Entre 1950 e 1992 recebeu de tudo: Constellation, DC-6, Boeing 707, 727, 737, Caravelle, Trident, BAC 1-11, até o Concorde da Air France que pousou lá duas vezes (1972 e 1976).

Em 1980 já batia 8 milhões de passageiros por ano, mas a pista de apenas 2.804 metros e o barulho insuportável sobre a cidade forçaram a construção do novo aeroporto Franz Josef Strauß (MUC).

Riem operou até o último segundo de 16 de maio de 1992: às 23h59 o voo Lufthansa LH 2981 (A320 vindo de Viena) tocou a pista pela última vez. No dia seguinte, 17 de maio, um trimotor Junkers Ju-52 da Lufthansa fez três voos históricos de despedida e às 12h em ponto o aeroporto fechou para sempre.

Em 1997 começou a demolição: a torre de controle foi implodida com dinamite em 1998. Hoje o local é o bairro Riem, a feira Messe München e o parque Riemer See – mas quem anda por lá ainda vê as antigas marcações de taxiamento no asfalto das ruas. Riem foi o único aeroporto alemão que teve tanto VW Käfer quanto VW Kombi Follow-Me oficiais — e ambos sobreviveram em museus.

VW Kombi cabine dupla “Follow Me” do aeroporto Riem. Os faróis de longo alcance do teto iluminavam a pista para ajudar os pilotos (Foto: Wikimedia)

O único Kombi Follow-Me do planeta nasceu em 1966 no aeroporto München-Riem, na Alemanha. Era um VW Typ 2 T1 Doka (cabine dupla), placa M-TH 11, pintado em laranja e preto xadrez, a cor oficial de segurança aeroportuária da época.

No teto levava quatro faróis de longo alcance voltados para trás. Na traseira tinha uma placa iluminada “FOLLOW ME” em letras vermelhas gigantes. Era equipado com sirene e rádio VHF para falar direto com os pilotos. De 1966 até 1982 guiou Boeing 727, Caravelles, DC-8 e até o Concorde quando ele visitou Munique.

Este Kombi foi aposentado, restaurado e hoje mora no Deutsches Museum Flugwerft Schleissheim, onde pode ser visitado qualquer dia do ano.

Hoje resguardado em museu, este Kombi é a presença do passado num aeroporto que já não existe mais (Foto: Wikimedia)

As fotos que encontrei são de 2016, no “Dia das Portas Abertas” do novo aeroporto de Munique — eles trouxeram o Kombi histórico para comemorar os 50 anos dele. Resultado: enquanto o mundo inteiro usava VW Fuscas amarelos, Munique tinha o único Kombi oficial que mandava em jatos de 200 toneladas!

Aeroporto de Zurique-Kloten (Suíça)

O carro é um VW Käfer 1200 (1965/66) placa ZH 121184 do Cantão de Zurique. Ele era pintado em prata metálico com faixa preta no capô e duas no teto e uma luz âmbar giratória no teto. Apesar de emplacado ele foi usado exclusivamente pelo aeroporto de Kloten entre 1965–1972. Hoje existe uma réplica idêntica exposta no museu do aeroporto de Zürich (Dock B) — eles até colocaram a mesma placa ZH 121184! Na foto pode-se observar que ele também tinha dois dínamos, já que tem o abaulado na tampa do motor também.

O “Follow Me” de Zurique (Foto: Alexander von Steiger/tumblr)

O avião que aparece na foto e um Boeing 720-030B da Lufthansa, prfixoD-ABOK, com o nome de batismo: “Köln” (Colônia). Ele foi entregue novo à Lufthansa em 8 de março de 1961 sendo que o seu primeiro voo foi em 14 de fevereiro de 1961. Era equipado com quatro motores Pratt & Whitney JT3C-7 de 12.000 lbf cada. Sua capacidade típica: 165 passageiros em duas classes. Esse foi o primeiro jato médio da Lufthansa — mais curto e leve que o 707, perfeito para rotas europeias e para pistas curtas como a de Zurique na época.

Além destes tenho registro dos seguintes aeroportos

Brasília (Brasil) Há registro do dia da inauguração oficial do aeroporto – 21 de abril de 1974. Um VW Fusca 1300 amarelo Infraero com luminária giratória vermelha no teto e placa iluminada “SIGA-ME” guiou o Boeing 727-100 PP-VLD da Varig em cerimônia com presença do presidente Emílio Garrastazu Médici.

Congonhas São Paulo (Brasil) O registro é de 1969, um VW Fusca 1300 verde-oliva (ex-Exército Brasileiro) adaptado com luzes vermelhas e placa “SIGA-ME”, guiando um Lockheed Electra II da Varig e um Caravelle da Cruzeiro no auge da ponte aérea.

Galeão-Rio (Brasil) Em 1972 foi registrado um VW Fusca branco com faixa laranja lateral guiando o DC-10-30 PP-VMD da Varig em seu voo inaugural Rio-Nova York.

Recife-Guararapes (Brasil) Esta vez o registro foi em 1976 quando um VW Fusca amarelo Infraero com luminária giratória e luzes piscando guiava um Boeing 727 da Cruzeiro.

Lisboa-Portela (Portugal) Um VW Carocha português com uma placa “SIGA-ME” foi registrado guiando Sud Aviation Caravelle da TAP em 1965.

VW Fuscas europeus estão aí para quem quiser ver. Já os brasileiros existiram — todo mundo que trabalhou na Infraero confirma — mas as fotos digitais foram para o espaço.

Se você tem alguma dessas fotos antigas guardada na gaveta, envie-a para mim que nós eternizaremos essa história juntos!

AG

NOTA: Nossos leitores são convidados a dar o seu parecer, fazer suas perguntas, sugerir material e, eventualmente, correções, etc. que poderão ser incluídos em eventual revisão deste trabalho.
Em alguns casos material pesquisado na internet, portanto geralmente de domínio público, é utilizado neste trabalho com fins históricos/didáticos em conformidade com o espírito de preservação histórica que norteia este trabalho. No entanto, caso alguém se apresente como proprietário do material, independentemente de ter sido citado nos créditos ou não, e, mesmo tendo colocado à disposição num meio público, queira que créditos específicos sejam dados ou até mesmo que tal material seja retirado, solicitamos entrar em contato pelo e-mail alexander.gromow@autoentusiastas.com.br para que sejam tomadas as providências cabíveis. Não há nenhum intuito de infringir direitos ou auferir quaisquer lucros com este trabalho que não seja a função de registro histórico e sua divulgação aos interessados.
A coluna “Falando de Fusca & Afins” é de exclusiva responsabilidade do seu autor.

 







Tags: Alexander GromowFalando de Fusca & AfinsVW Fusca "Follow Me"
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