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Home Colunas

ACORDO MERCOSUL–UNIÃO EUROPEIA: EXPECTATIVAS, PRAZOS E IMPACTOS NA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA BRASILEIRA

identicon por Milad Kalume Neto
28/12/2025
em Colunas, MKN, Visão Estratégica






POTENCIAIS BENEFÍCIOS, PONTOS DE ATENÇÃO E O FATOR TEMPO

Nos últimos dias foi anunciado que aconteceria a assinatura do Acordo entre Mercosul e União Europeia. Até o presidente Luiz Ignácio Lula da Silva entrou nas discussões afirmando que o momento da assinatura seria aquele e que caso não ocorresse, não ocorreria mais… mera pressão política (isto não é um problema para aqueles mais afoitos a uma discussão política – só lembrando, minhas postagens são apolíticas).
Conversei com alguns jornalistas sobre a possibilidade da assinatura e antecipei o que aconteceria… ou melhor, o que não aconteceria. Não sou vidente, apenas utilizei a lógica. Como um assunto pendente de resolução há mais de 25 anos poderia ser resolvido em 10 dias? Não dá…
Não é repentinamente que um assunto destes terá sua resolução haja vista envolver diversos setores econômicos entre os quais os agricultores europeus, especificamente os franceses, belgas, poloneses, italianos, austríacos, irlandeses e húngaros, todos contrários ao Acordo.
O processo legal não é simples e a assinatura, conforme já afirmei, ainda demandará tempo pois um acordo desta magnitude passa pelas seguintes fases: negociações entre as partes, revisão legal, tradução para 25 línguas entre os países que fazem parte do bloco europeu, assinatura, internalização das normas discutidas (que no Brasil envolve os poderes Executivo e Legislativo) e, finalmente, a ratificação que nada mais é do que a confirmação pelo chefe do Poder Executivo daquilo que foi pactuado. Somente após este trâmite o tratado é publicado no Diário Oficial e passa a ter sua eficácia plena em território nacional a partir das datas estipuladas. Hoje este acordo está na fase de assinatura conforme já amplamente divulgado, uma fase que exige muitas negociações políticas entre as partes, das partes entre os envolvidos e muito alinhamento das forças econômicas.

História
Quando já temos uma certa bagagem, podemos compartilhar certos acontecimentos em nossas vidas. Lembro que quando a Ambev foi criada em 1999, foi o maior alvoroço na administração central (AC) onde eu era estagiário da Cia Cervejaria Brahma que anunciava sua fusão com a Companhia Antártica tornando-se, naquela oportunidade, a terceira maior indústria de cerveja do mundo e a quinta maior produtora de bebidas no geral. Naquela tarde, todos comemoraram o feito, mas horas depois, núcleos da empresa se formavam para debater o que acontecia… estes núcleos eram: industrial de refrigerantes, de marketing das cervejas de menor expressão e dos refrigerantes Brahma… justamente os que sucumbiram! Me lembro como se fosse ontem… a Ambev continuou sua história de sucesso sendo hoje parte do grupo global Anheuser-Busch InBev (AB InBev), o maior fabricante de cervejas do mundo.
E por que digo isso que nada se relaciona ao mercado automobilístico? Pois diz respeito a um provérbio em latim “nullus fumus sine igne” ou simplesmente, onde há fumaça, há fogo!

Óbvio que os agricultores europeus estão com receio da competitividade de uma das agriculturas mais desenvolvidas do mundo, a brasileira e não conseguem enxergar possíveis benefícios de qualquer ganho desta relação neste momento ou, muito menos, compreender que o início dos benefícios tributários entre as partes acontecerá apenas daqui há muitos anos possibilitando tempo para adequarem suas produções, desenvolverem outros cultivos ou abrirem novos mercados.

E como tudo isso afeta a indústria automobilística brasileira?
A integração entre as áreas forma um bloco gigante. Estima-se, com dados de 2025, que juntos reúnam entre 720 e 740 milhões de pessoas com um Produto Interno Bruto estimado superior a US$ 22 trilhões de dólares tornando-se, desta forma, um dos maiores blocos em volume de comércio a serem formados.

Pontos Positivos
Com o início da vigência do Acordo entre as partes, haverá uma redução de tarifas de importação e exportação de veículos e autopeças que provavelmente barateará custos deixando os produtos fabricados na região mais competitivos. Por aqui poderemos também contar com os efeitos benéficos e plenos da reforma tributária a partir de 2033.
Aos fabricantes do Mercosul haverá uma porta de oportunidades num mercado maduro e de múltiplas opções. Certamente com os produtos adequados conseguiremos ampliar nosso comércio em especial com o que a região consegue produzir melhor: hatches, sedãs, picapes e suves pequenos.
Na ânsia por inovações tecnológicas de redução de carbono, a indústria automobilística europeia investiu alto em motores à combustão ao longo dos últimos 20 anos. Os veículos elétricos puros se tornaram um problema e os híbridos se mostram uma solução viável em diversos mercados. Neste contexto a opção pelo flex (gasolina/etanol) atenderia a demanda pela descarbonização europeia sem a necessidade de tantos aportes, bastando investimentos na geração ou importação de etanol que não tem produção ou tem produção muito restrita naquele continente.
Sob um outro aspecto, existe também a própria colaboração entre os fornecedores de autopeças já presentes nos dois blocos e que, trabalhando em conjunto, se aproveitariam das sinergias existentes e poderiam ganhar em escala.
Por fim, e não menos relevante, ressalto que a atuação da indústria chinesa, em especial no mercado brasileiro, pode indicar que este país enxerga tais oportunidades como uma via estratégica de acesso ao mercado europeu. Em outras palavras, trata-se de uma otimização de seus investimentos na região, com foco no longo prazo, diante da perspectiva de facilitação da entrada de veículos no Velho Continente caso sejam produzidos localmente após a implementação do Acordo.

Pontos de Atenção
Num cenário de alta competitividade não observo espaço para a produção de veículos de luxo no Mercosul. A decisão lógica, pela proximidade de preços e maior escala de produção europeia, seria a manutenção deste mercado na própria Europa, igualmente mais próxima geograficamente da Ásia, outro polo consumidor deste tipo de produto em volume. Os Estados Unidos, atualmente em processo de concentração industrial, continuariam sendo abastecidos pela Europa, lembrando que até lá muita coisa poderia ser alterada em relação às questões geoeconômicas.
A qualidade dos produtos fabricados no Mercosul, em especial dos fornecedores, poderia ser posta em dúvida pois sofreria com a competição de produtos produzidos sob processos produtivos europeus, mais eficientes. Penso que Certificadoras Internacionais, como o IQA, teriam importância crescente no processo de amadurecimento desta indústria nos próximos anos.
A capacidade produtiva, economia de escala e a capacidade tecnológica poderiam ser igualmente entraves para a competitividade da indústria do Mercosul frente a europeia. Com preços mais competitivos no exterior, poderíamos ser esquecidos e ficaríamos à mercê das inovações externas, dificultando o desenvolvimento de soluções regionalizadas.

MKN

Imagem de abertura: ciração do autor com I.A.

A coluna “Visão estratégica” é de exclusiva responsabilidade do seu autor.







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