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Home CL

VIVA O ABS E OS ENGENHEIROS

O ABS E OS ENGENHEIROS SALVARAM MINHA VIDA

identicon por chicolelis
14/07/2022
em CL, Colunas, Histórias & Estórias
Corsa GSi  1995 (Fotos: AE/Gerson Borini)

Corsa GSi 1995 (Fotos: AE/Gerson Borini)







No dia 10 de abril passado comemorou-se o Dia da Engenharia. Só soube disso ao reler um artigo distribuído pela Ford, “Ô, povo ‘porreta’ esse da Engenharia”¨.  Estão aí, pelo planeta, há milhares de anos inventando e construindo coisas. Um exemplo da presença dos engenheiros, há milhares de anos por aqui? Os aquedutos romanos, que estão lá desde antes de Cristo e que até hoje servem de modelo para seus colegas de hoje na irrigação de várias regiões nos EUA.

Mas eu quero falar de uma turma de engenheiros que convivi durante meus 18 anos de trabalho na GM. Por causa deles, hoje eu sento aqui diante deste computador para contar histórias e escrever meus livros infantis.

Quando o ABS surgiu por aqui — bem antes da obrigatoriedade de janeiro de 2019 — eu andava em um Corsa GSi, do qual morro de saudade Vermelho, motor 1,6-L 16v, 108 cv e 14.8 m·kgf de torque, suficientes para, com seu peso de apenas 999 kg, levá-lo de 0 a 100 km/h em 9,8 s e final de 192 km/h. Quando pisava no freio com um pouco mais de força ele trepidava o pedal e o carro todo. Muito embora já até escrevera um comunicado de imprensa sobre o tema, isso me intrigava muito.

Um dia, em uma das minhas muitas prazerosas visitas ao Campo de Provas da Cruz Alta, em Indaiatuba, SP, onde havia um “bando” de engenheiros, criando e cuidando dos futuros carros da marca (hoje os projetos chegam prontos de fora e apenas recebem ajustes para suportarem os maus tratos das nossas maltrapilhas e maltratadas vias exceto onde paga-se pedágio, certo?), fui com o Corsa GSi de meu uso na GM. Era uma delícia ouvi-los nos laboratórios “mil” que existem por lá. Visitar as oficinas, onde não apenas engenheiros, mas também grandes mecânicos, como o querido e “malcriado” Rosão. Mas só soltava seus xingamentos quando o chamávamos por este apelido. De resto, era um sujeito gentil, como todos, em todas as oficinas do CPCA.

E o ABS? Bem, voltando ao ABS, um dia falei a um grupo de engenheiros sobre a trepidação do freio, quando “carcado” com força. Eles, claro, riram da minha “santa ignorância” e explicaram como acontecia, de uma forma bem didática, e tecnicamente: O ABS funciona quando a rotação da roda cai muito em relação à velocidade do veículo, indicando emergência. Então — explicaram — o sistema envia sinais para o microcomputador fazendo com que promova sucessivos pressão e alívio sobre os freios, até 20 vezes por segundo, evitando o travamento de roda. Isso gera um menor espaço de frenagem, coisa que a maioria das pessoas acha que esta é a única ação do ABS.

Mesmo 27 anos depois as linhas do Corsa exprimem a genialidade a a arte do seu designer, o japonês Hideo Kodama

E o que mais me chamou a atenção, e salvou minha vida na semana seguinte, foi ouvir que com o ABS, você pode “tacar sem dó” o pé no freio e continuar dirigindo como se nada estivesse acontecendo. Ou seja, você continua com domínio sobre a direção do carro, ao contrário do freio comum, em que há possibilidade de travamento da roda e seguir em frente, por mais que você vire o volante, até parar no primeiro obstáculo.

Foi o que fiz, dias depois, numa subida pela Imigrantes (liga Santos a São Paulo). No meio do túnel 11/10 (nunca vou esquecer dele) uma lerda jamanta (sou do tempo deste tipo de caminhão) me fechou. Instintivamente, fiz o que ensinaram os meus amigos “anjos da guarda”, engenheiros do Campo de Provas. Afundei o pé direito no pedal do meio o mais que pude (o GSi era câmbio manual de cinco marchas) e desviei do caminhão ultrapassando-o pela direita e voltando, com o coração na boca, para a terceira pista. E, claro dando uma de “Rosão”, com a mão esquerda. Bem malcriado.

Assim deixo aqui, minha homenagem, e agradecimento, aos engenheiros, em especial aos da indústria automobilística, com quem tive o prazer de desfrutar a companhia e receber conhecimentos durante minha passagem pelo setor.

E deixo também uma dica: se tiver um obstáculo pela frente, “senta” o pé no freio sem dó nem piedade e continue dirigindo o seu carro e desviando tranquilamente do veículo à sua frente.

Hoje o ABS, de várias gerações depois daquela do GSi, não trepida como naqueles tempos, e são mais eficientes.

Ah! uma observação: os primeiros veículos a utilizar o ABS foram os aviões.

CL

A coluna “Histórias & Estórias” é de exclusiva responsabilidade do seu autor.






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