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Home BF

FORD DESCONSTRÓI A REVOLUÇÃO CRIADA POR SEU FUNDADOR EM 1908

CONCEITO “EM ÁRVORE” PARA ELÉTRICOS SUBSTITUI LINHA DE MONTAGEM DO “MODELO T”

identicon por Boris Feldman
23/08/2025
em BF, Colunas, Opinião de Boris Feldman
Doug  Field, novo diretor de veíiculos elétricos, na apesentação da nova linha de montagem (Foto: Ford)

Doug Field, novo diretor de veíiculos elétricos, na apesentação da nova linha de montagem (Foto: Ford)







“Um salto revolucionário em engenharia e manufatura que vai economizar espaço e peso e tornar seu produto mais acessível. Uma família de produtos com veículos acessíveis e que torne nosso negócio forte, sustentável e lucrativo.” Este foi um anuncio da Ford na semana passada, mas que poderia ter sido feito há mais de cem anos, quando lançou o revolucionário Modelo T, carro que pôs o mundo sobre rodas. Foi a primeira linha de montagem de automóveis do mundo, que reduziu  preço do carro de US$ 800 para US$ 300, tornando-o acessível a qualquer trabalhador americano. Sua produção atingiu um milhão de unidades num ano, precisamente 15.007.034 até 1927.

A nova revolução que a Ford anunciou na semana passada é a remodelação de sua fábrica em Louisville, no estado de Kentucky, para a montagem de elétricos. Sua estréia, em 2027, será com uma picape média de quatro portas utilizando um novo arcabouço de veículos elétricos, com 20% menos peças em relação ao padrão, 25% menos parafusos e porcas, 40% menos estações de trabalho na fábrica e a montagem 15% mais rápida. O chicote elétrico, por exemplo, é 1.300 metros mais curto e 10 kg mais leve que o convencional. Além do novp arcabouço, um Sistema de Produção de veículos elétricos a ser implantado em Louisville exigirá investimento de US$ 2 bilhões. 

“Arvore de montagem”

O novo processo de fabricação aboliu o conceito criado por Henry Ford, e adotado universalmente até hoje. de linha de montagem móvel, onde os operários executam a mesma operação ao longo de esteira que se movimenta. A nova idéia é uma “arvore de montagem” que substitui a longa esteira por três outras que montam, cada uma, um subconjunto do automóvel. Elas correm simultaneamente: uma é responsável pela frente do carro. A segunda monta a parte central (bateria). E a terceira se encarrega da traseira. As três convergem para o casamento delas numa linha final.

“Adotamos uma abordagem radical para um desafio muito difícil: criar veículos acessíveis que agradem os clientes em todos os aspectos importantes – design, inovação, flexibilidade, espaço, prazer de dirigir e custo de propriedade, com trabalhadores americanos”, disse Jim Farley, presidente e executivo-chefe da Ford. Ele voltou da China no início do ano impressionado com os chineses e decidiu por uma completa reestruturação na produção de seus elétricos.

“Descartamos o conceito de linha de montagem móvel e projetamos um melhor. E encontramos um caminho para ser a primeira fabricante a fabricar baterias LFP prismáticas nos EUA.”  Elas economizam custo e espaço, além de oferecer maior durabilidade. Dispensam cobalto e níquel e formam uma subestrutura que substitui o assoalhodo carro. A fábrica de baterias de lítio e fosfato de ferro irá exigir US$ 500 milhões de investimento.

Field, da Tesla para a Ford

As principais novidades? Grandes componentes de alumínio substituem dezenas de peças menores.  Frente e traseira do veículo serão montadas separadamente. Mas se agregam através de um terceiro subconjunto, central, com a estrutura da bateria (assoalho) que é montada separadamente com bancos, consoles e carpetes. Doug Field é o novo diretor de Veículos Elétricos, Digital e Design, depois de alguns anos na Tesla e na Apple. E explicou o desenvolvimento da idéia: “Reunimos uma coleção realmente brilhante de mentes em toda a Ford e as liberamos para encontrar novas soluções para problemas antigos. Aplicamos a engenharia de primeiros princípios, forçando os limites da física para torná-la divertida de dirigir e competitiva em termos de custo. Nossa nova arquitetura elétrica zonal abre possibilidades que a indústria nunca viu. Não é um veículo tradicional simplificado.”

Aí vem o melhor da história: diz Field que “não se trata só de espaço e versatilidade. A Ford fabrica produtos com paixão e este arcabouçode veículo elétrico com baixo centro de gravidade, torque instantâneo e engenharia de chassi refinada foi feita para um dirigirvdivertido. A picape média vai acelerar de 0 a 100 km/h tão rápido quanto um Mustang EcoBoost e ainda mais estável”.

BF

A coluna “Opinião de Boris Feldman” é de exclusiva responsabilidade do seu autor.

 

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