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Home Matérias Avaliações

CAPTIVA PREMIER EV 2026: COMO É VIVER UMA SEMANA COM O SUVE ELÉTRICO DA GM

AVALIAÇÃO NO USO ENTRE CIDADE E ESTRADA (COM SERRA) MOSTRA CONSUMO, ALCANCE E OS PRINCIPAIS ACERTOS – E LIMITAÇÕES – DO NOVO SUVE ELÉTRICO CHEVROLET

identicon por Gerson Borini
22/05/2026
em Avaliações, ELETROentusiastas, Front Page, GB, Teste Eletroentusiastas, Testes
Fotos: autor

Fotos: autor

Depois do primeiro contato com o Chevrolet Captiva EV em seu lançamento e de uma viagem inicial até Campos do Jordão, ficou a curiosidade inevitável: como esse novo suve elétrico se comportaria longe de um roteiro controlado, ou seja, no uso cotidiano?

A resposta passa não só pela experiência ao volante, mas também pelo momento de mercado. O modelo, que chegou às concessionárias em novembro, rapidamente obteve bons números de vendas, figurando entre os suves elétricos médios mais vendidos no Brasil, ajudando a Chevrolet a aparecer nesse segmento.

Vendas acumuladas em 2026 – Fonte: Associação Brasileira do Veículo Elétrico

Esse contexto ajuda a entender o Captiva EV além da ficha técnica. Ele não é apenas mais um elétrico, mas um produto voltado justamente para quem está migrando para esse tipo de mobilidade e ainda valoriza a confiança de uma marca com mais de 100 anos de presença no Brasil.

Linhas gerais seguem a tendência de mercado com molduras plásticas circundando a carroceria

Foi com isso em mente que passei uma semana utilizando o veículo no meu uso pessoal, entre Campinas, São Paulo, Bragança Paulista e até uma escapada mais longa para o litoral para ver como se comporta em todas as situações.

Anunciado originalmente em versão única Premier por R$ 199.990 (preço de lançamento), já figura no site da marca por R$ 219.990 na mesma versão com opção de 4 cores: azul Búzios, branco Lençóis, cinza Diamantina e dourado Jeri. O interior pode ser Jet Black ou com a opção de Sandy Soul quando a cor externa é a cinza. Mais informações no site da marca.

A silhueta mostra leve caimento na linha do teto. mas sem se tornar um suve-cupê

Alcance dependente mais do pé do que do ciclo

Se no papel os 304 km pelo Inmetro parecem modestos, na prática o comportamento do consumo varia bastante conforme o cenário e, principalmente conforme o motorista.

A descida da serra joga a favor, com regeneração eficiente permitindo recuperar energia de forma perceptível. Já no sentido contrário, regressando para São Paulo, o consumo naturalmente sobe, exigindo planejamento.

Ainda assim, o Captiva EV se mostrou previsível, sem aquelas oscilações bruscas de alcance comuns em alguns elétricos com computador de bordo mal calibrados, e isso traz confiança para trajetos repetitivos.

Quadro de instrumentos simples mas com informações importantes como alcance e percentual de carga da bateria

Conforto é onde mostra mais vigor

Rodar centenas de quilômetros ao longo da semana deixa claro que o Captiva EV aposta no conforto e acerta.

O isolamento acústico é um dos pontos altos, criando uma cabine muito silenciosa mesmo em velocidade de estrada. A suspensão também privilegia absorção, algo importante principalmente no uso urbano. Poderia ser melhor? Sem dúvida que poderia, e tenho certeza de que a experiência dos engenheiros brasileiros poderá melhorar alguns detalhes nas próximas atualizações.

Os conjuntos de suspensão são bem elaborados e mostram modernidade – veja nas fotos acima

O espaço interno, especialmente no banco traseiro, reforça essa vocação familiar. Não é apenas um suve médio no papel, ele se mostra muito completo com bom porta-malas, teto solar panorâmico e conforto de ar-climatizado para o banco traseiro.

 

Assistências fazem a diferença

Em viagens frequentes, os assistentes deixam de ser “luxo” e passam a ser ferramenta.

O controle de cruzeiro adaptativo e os sistemas de permanência na faixa ajudam a reduzir o cansaço, principalmente nos trechos mais previsíveis da rodovia. Porém, ainda carecem de um melhor ajuste para as condições brasileiras de vias e motoristas. Poderia ser menos intrusivo e mais linear em suas respostas.

Volante de dois raios tem comandos simplificados e alavanca de câmbio no lado direito da coluna de direção

A possibilidade de desativá-los e manter essa configuração em um novo ciclo de condução é um ponto positivo, dando preferência às vontades do motorista. O controle de velocidade em curvas reduz de forma excessiva a velocidade ao se aproximar de uma curva. Mesmo na rodovia dos Bandeirantes com curvas de raio bem longo faz o carro reduzir de 120 km/h para cerca de 100 km/h, algo inesperado para quem vem atrás e que exige atenção do motorista. Para pistas mais sinuosas é um bom item de segurança se utilizado com cautela.

Pintura em dois tons com teto preto “esconde” o teto solar panorâmico

Desempenho é suficiente sem ser o protagonista

O conjunto elétrico garante boas respostas, principalmente em retomadas, mas depois de alguns dias fica claro que o Captiva EV não tenta ser esportivo.

A eletrificação nos acostumou que os EV têm que fazer 0-100 km/h em menos de 5 segundos. O Captiva EV foge acertadamente desse jargão e entrega 0-100 km/h em 9,9 segundos através de motor de 201 cv de potência máxima e 31,6 m·kgf de torque máximo. Conjunto suficiente para dar resposta imediata nas acelerações e retomadas, e principalmente agilidade na condução urbana.

Conjunto padrão de motor dianteiro com toda eletrônica embarcada no seu compartimento

A velocidade máxima é limitada a 150 km/h, pois sabe-se que acima disso, a resistência aerodinâmica aumenta com o quadrado da velocidade, elevando significativamente o consumo energético. É um carro com foco na suavidade e na consistência.

Ponto positivo para a capacidade de recarga rápida em corrente contínua de até 120 kW, permitindo ir de 30% a 80% em cerca de 30 minutos. Isso se traduz numa parada relativamente curta, equivalente ao tempo de descanso e alimentação em viagens longas. Durante as noites em casa, um carregador de 6 kW é suficiente para termos 100% da bateria de 60 kW.h ao amanhecer.

As opções de carregamento AC e DC, com até 120 kW em DC é uma evolução aos 50 kW do antigo Bolt

Na rotina urbana, com recarga em casa, a experiência simplesmente se torna transparente. Sem isso, como todo elétrico, ele ainda depende da infraestrutura, e esse continua sendo o principal limitador fora dos grandes centros, exigindo sempre um planejamento bem elaborado para roteiros mais longos.

O desenho Chevrolet está preservado na dianteira apesar da origem chinesa da Wulling

Tecnologia: quando não atrapalha, já é mérito

A central multimídia de 15,6” e o quadro de instrumentos digital cumprem bem o papel no dia a dia quanto à apresentação das informações, mas peca quando se opta pelo pareamento de Android Auto ou Apple CarPlay.

A faixa inferior de atalhos existente na configuração original poderia ser mantida quando pareado com Android Auto ou Apple CarPlay

O pareamento exige cabo USB e inexiste a possibilidade de ajustes de ar-condicionado ou outros recursos cotidianos através da grande tela. Isso exige que a tela espelhada seja fechada para acessar os recursos do veículo. Outros fabricantes já adotam uma barra inferior com atalhos aos comandos mais comuns, facilitando e dando mais fluidez à utilização do sistema. Algo que a GM poderia se espelhar e solicitar atualização a seu parceiro chinês.

Console central que poderia ser um carregador por indução é apenas um berço para o celular e carteira

Custo de uso pode ser o argumento mais forte

Depois de uma semana rodando cerca de 800 km, fica evidente: o custo por quilômetro é um dos maiores atrativos. O consumo médio obtido foi de 12,9 kW.h/100 km, equivalente a 7,75 km/kW.h. Considerando o custo de R$ 0,80/kW.h na cidade de Campinas, SP, o custo por km fica na ordem de R$ 0,10. Enquanto um suve médio com motor a combustão e abastecido com gasolina teria custo médio de R$ 0,50/km.

Menor gasto com energia e manutenção simplificada tornam o Captiva EV interessante para quem roda mais de 100 km/dia, exatamente o tipo de uso que fiz durante esta semana.

Desenho de roda com face mais fechada favorece a aerodinâmica pois a regeneração de energia evita o aquecimento excessivo dos freios dianteiros

Conclusão

Depois de conviver com o Captiva EV fora do roteiro de lançamento, a liderança de mercado é algo que deve acontecer com naturalidade para esse modelo, dada a reputação da marca, \ capilaridade das concessionárias e, principalmente, pelo conjunto que o veículo entrega.

Iluminação em LED é bem eficiente sem apresentar manchas no piso

Ele não impressiona por exageros, mas por coerência. Funciona bem na rotina, encara viagens repetidas com previsibilidade e entrega o conforto esperado para um carro desse segmento.

Um conjunto bem equilibrado entre desenho e proporções

Aprendendo a utilizar dentro das limitações impostas pela infraestrutura de recargas, é um veículo que se encaixa com naturalidade na vida da maioria dos usuários, mas como todo carro EV, não é um carro para todo mundo.

E talvez seja exatamente isso que explica a maior aceitação que os elétricos e híbridos vêm tendo no mercado brasileiro. Agora resta aguardar a chegada do Captiva PHEV, que pode fechar essa lacuna e representar a estreia da Chevrolet entre os híbridos no mercado brasileiro.

GB

FICHA TÉCNICA – CHEVROLET CAPTIVA EV 2026
MOTOR ELÉTRICO
Tipo Síncrono
Potência máxima (cv) 201
Torque máximo (m·kgf) 31,6
Tração Dianteira
DESEMPENHO
/aceleraçãpo  0-100 km/h (s) 9,9
Velocidade máxima (km/h) 150
BATERIA E RECARGA
Capacidade da bateria (kW·h) 60
Tipo LFP (tfosfato de ferro e lítio) arrefecida a líquido
Alcance Inmetro (km) 304
Carregamento AC máaximo (kW) 6,6
Carregamento DC mazimo (kW) 120
Tempo de recarga 30% a 80% (minutos) ~ 30
DIMENSÕES (mm)
Comprimento 4.745
Largura sem / com espelhos 1.890 / 2.140
Altura 1.675
Entre-eixos 2.800
Vão livre do solo 160
CAPACIDADES (L)
Porta-malas 403
PESOS (kg)
Peso em ordem de marcha 1.800
Capacidade de carga 460
SUSPENSÃO
Dianteira McPherson com mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra antirrolagem
Traseira Multibraço com mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra antirrolagem
FREIOS
Diianteiros Disco ventilado
Traseiros Disco
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira com assistência elétrica
RODAS E PNEUS
Rodas Liga de alumínio 7J x 18
Pneus 235/55 R18
Estepe 135/80 R17 (Temporário)
GARANTIA
Veículo (anos) 3
/Bateria (anos ou km) 8 ou 160.000

 

Alerta de colisão dianteira
Alerta de permanência na faixa
Alerta de pressão dos pneus
Alerta de saída de faixa
Alerta de cinto de segurança desatado (todos os ocupantes)
Antena de teto com barras longitudinais decorativas
Ar-condicionado digital automático
Assistente de cruzeiro em curva (reduz a velocidade)
Assistente de manutenção na faixa
Banco do motorista com ajustes elétricos
Banco do passageiro dianteiro com ajustes manuais
Banco traseiro bipartido 70:30 e rebatível
Bancos com revestimento em tecido sintético que imita couro
Bolsas infláveis – 6 (frontais, laterais e de cortina)
Câmera 360°
Chave presencial
Controle de cruzeiro adaptativo
Desembaçador elétrico do vidro traseiro
Engates Isofix para 2 bancos infantis e pontos de fixação superior
Faróis e lanternas Full LED
Farol alto automático
Frenagem autônoma de emergência
Freio de estacionamento eletromecânîco com atuação automática nas paradas no trânsito
Limpador e lavador
Painel de instrumentos digital de 8,8?
Park Assist com frenagem automática
Portas USB dianteiras e traseiras (USB-A e USB-C)
Rodas de liga de alumínio  18?
Sensor de chuva
Sensor de estacionamento traseiro
Sistema multimídia com tela de 15,6?
Tampa traseira com acionamento elétrico
Teto solar panorâmico elétrico
Vidros elétricos com função umtoque e antiesmagamento
Volante nuktiduncional com ajusfe de akturq e distância
Tags: Captiva EV testeCaptiva Premier EVcarro elétricocarros elétricos Brasilchevrolet captiva evconsumo elétricoGM Brasilmobilidade elétricasuve elétrico
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