Gosto de começar uma avaliação sabendo pouco sobre o carro, inclusive seu preço. Prefiro descobri-lo ao dirigir, sem chegar com uma opinião formada, como faria alguém interessado em comprá-lo. Com o Leapmotor B10 REEV, o que primeiro chamou minha atenção foi a combinação de desenho elegante, espaço interno e materiais muito bem escolhidos. Depois de alguns dias, o conforto se confirmou como sua principal qualidade, acompanhado de bom desempenho e de algumas limitações que apareceram no uso.
Esse conforto vai além da suspensão. Está no silêncio, na aceleração contínua, nos bancos aconchegantes e nas superfícies agradáveis ao toque. Há também um componente visual importante, especialmente no interior cinza-claro do carro avaliado. Tudo isso torna a convivência agradável, tanto na cidade quanto na estrada, sem qualquer pretensão esportiva.
Vendido no Brasil como B10 Ultra-Híbrido, o modelo chegou na linha 2027 por R$ 179.990. Por trás dessa denominação marqueteira está uma arquitetura na qual apenas um motor elétrico movimenta as rodas. O motor a gasolina aciona um gerador, permitindo continuar a viagem quando a carga da bateria fica baixa, sem depender de uma parada para recarga.
Uma cabine que convida a viajar
O B10 mede 4.530 mm de comprimento, 1.885 mm de largura e tem entre-eixos de 2.735 mm. A fabricante o classifica como suve médio no Brasil, embora seja menor em comprimento que um BYD Song Pro ou um Haval H6. Por dentro, porém, o aproveitamento é excelente. Há espaço generoso para os passageiros, assoalho traseiro plano e um grande teto panorâmico que amplia a sensação de uma cabine já bastante espaçosa.

O acabamento cinza-claro, disponível como alternativa ao preto, valoriza o desenho e a escolha dos materiais. Gostei das superfícies, dos revestimentos e do tecido na parte superior do painel. Os grandes difusores, a iluminação e os porta-objetos completam um ambiente de aparência refinada, sem depender de excesso de ornamentos.
Os bancos dianteiros têm ajustes elétricos e ventilação, mas foi a acomodação que mais me agradou. Oferecem boa sustentação ao corpo, são aconchegantes e ajudam a filtrar as irregularidades transmitidas pela suspensão. Atrás, o espaço para as pernas, as saídas de ar e o descansa-braço favorecem quem viaja por mais tempo.
Com 1.655 mm de altura total, o B10 não é dos suves mais altos. O volante tem aro grosso e boa empunhadura; já o painel de instrumentos, pequeno e próximo do motorista, poderia ter fontes maiores. Para quem precisa de correção visual para perto, algumas informações exigem esforço de leitura.

É possível visualizar o mapa nesse mostrador, mas observei apenas a navegação nativa, sem o espelhamento do Waze utilizado pelo Android Auto. Na tela central, as câmeras de 360 graus oferecem imagens completas e são muito úteis nas manobras.
O acerto da suspensão
O uso em diferentes pisos mostrou um conjunto muito bem calibrado, que controla os movimentos da carroceria sem comprometer a absorção das irregularidades. A suspensão é independente nas quatro rodas, McPherson na dianteira e multibraço na traseira, com barras antirrolagem, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos pressurizados.
Na estrada, gostei bastante do comportamento do B10. O carro é confortável, estável e tem acelerações que permitem viajar com desenvoltura. Não procura ser esportivo, nem precisa disso para agradar. A qualidade da rodagem, somada ao isolamento e à suavidade das respostas, faz com que os quilômetros passem sem esforço. No entanto, numa condução mais esportiva e intensa, logo se percebe a eletrônica trabalhando para manter a segurança. Sua intervenção é precoce, diferente do que se espera de um carro realmente esportivo.

Os pneus também participam desse resultado: 225/50 R18 na dianteira e 235/50 R18 na traseira. Os flancos têm alturas nominais de 112,5 e 117,5 mm, respectivamente, preservando uma boa quantidade de borracha para colaborar na absorção dos impactos. A maior largura atrás é coerente com a tração traseira e favorece a aplicação da força ao piso.
A altura livre do solo é de 170 mm, não das maiores entre os suves, porém o B10 passou muito bem pelas lombadas, valetas e trechos esburacados enfrentados durante a avaliação, sem raspar a parte inferior. Nessas condições, também não apareceram batidas ou rangidos de acabamento. A cabine manteve o silêncio e a sensação de boa montagem.
Tração sempre elétrica
REEV significa Range Extended Electric Vehicle, veículo elétrico de alcance estendido. No B10, o motor elétrico síncrono de ímã permanente fica atrás e entrega 218 cv e 24,5 m·kgf às rodas traseiras. A bateria LFP, de fosfato de ferro-lítio, tem capacidade nominal de 18,8 kW·h, arrefecimento líquido e fica sob o assoalho. O alcance elétrico homologado pelo Inmetro é de 68 km.
Na dianteira está o motor a gasolina de quatro cilindros, 1.499 cm³ e 16 válvulas, com ciclo Atkinson e taxa de compressão de 15,3:1. Ele aciona um gerador, cuja eletricidade pode alimentar diretamente a tração ou recarregar a bateria. Não há ligação mecânica desse motor com as rodas, e a bateria pode complementar a energia do gerador quando a demanda exige.

Mesmo com a entrada do motor a combustão, a aceleração continua suave, sem trocas de marcha ou interrupções perceptíveis na entrega de força. O B10 faz de 0 a 100 km/h em 7,8 segundos, segundo a fabricante, e tem velocidade máxima limitada eletronicamente a 170 km/h.
Durante o teste, observei o motor a combustão trabalhando entre aproximadamente 850 e 3.100 rpm. A rotação varia conforme a demanda e o gerenciamento do sistema; ele não funciona em um único regime, ao contrário da minha expectativa inicial. Sua presença começa a ser percebida perto de 2.000 rpm, mas mesmo acima de 3.000 rpm o ruído não chegou a incomodar.
O tanque comporta 50 litros de gasolina. Com ele cheio e a bateria carregada, a fabricante anuncia 900 km de alcance combinado pelo ciclo WLTP. Esse resultado e os 68 km elétricos do Inmetro vêm de procedimentos distintos e não devem ser comparados diretamente.
O que muda nos quatro modos de energia
Os quatro modos de energia definem a participação do gerador e são independentes dos ajustes de direção, resposta do acelerador e regeneração. O EV+ dá prioridade máxima à bateria e posterga a entrada do motor a combustão até um nível mínimo de carga. No EV, a preferência continua sendo elétrica, mas o sistema admite a intervenção do gerador quando necessário.
O modo Combustível permite maior participação da geração a bordo e a escolha de um nível de carga a preservar. No Power+, o gerador é acionado para assegurar disponibilidade de energia em condições de maior exigência. Isso não aumenta os 218 cv nominais do motor elétrico, mas ajuda a sustentar o desempenho em solicitações prolongadas.

Com a bateria carregada e em temperatura adequada, uma aceleração breve não exige necessariamente o apoio do gerador. A utilidade desse apoio aparece em viagens longas, subidas e solicitações repetidas, nas quais a bateria poderia perder carga continuamente.
Também observei aumento do alcance elétrico indicado durante a condução. Em um trecho de aproximadamente 35 km, passou de 18 para 25 km. A geração excedente pode recarregar a bateria, assim como a regeneração recupera energia nas desacelerações, mas o número de quilômetros exibido também depende da estimativa de consumo. Por isso, não é uma medição direta de carga armazenada. Parado em Power, o aumento foi de apenas 1 km indicado em cerca de 10 a 15 minutos.
A regeneração mais forte é útil quando já existe necessidade de reduzir a velocidade, como em descidas ou no trânsito. Em estrada livre, prefiro preservar o embalo e dirigir com suavidade, evitando desacelerar para depois voltar a acelerar.
Entendendo os números de consumo
Em um percurso de 206 km, o computador registrou 7,4 l/100 km e 13,8 kWh/100 km, equivalentes a 13,51 km/l e 7,25 km/kWh. O painel também informou que 47% da distância foram percorridos com o motor a combustão desligado e 53% com ele funcionando.

O detalhe é que essas médias não parecem utilizar a distância total como base. O comportamento observado no teste indicou cálculos separados: gasolina sobre os quilômetros com o gerador ligado e eletricidade sobre aqueles percorridos com ele desligado.
Aplicando esse critério, os 53% correspondem a aproximadamente 109,5 km. A média de 7,4 l/100 km nessa distância representa cerca de 8,1 litros de gasolina. Distribuídos pelos 206,6 km completos, equivalem a 3,92 l/100 km, ou 25,5 km/l, com contribuição da bateria. É uma estimativa feita a partir dos indicadores arredondados do painel, sem aferição por reabastecimento, e não um resultado de consumo exclusivamente a gasolina.
Carregar em casa continua sendo a melhor rotina
Ter gasolina disponível para continuar viajando não elimina a vantagem de carregar a bateria em casa. Para quem percorre distâncias diárias dentro do alcance elétrico, a recarga durante a noite permite reduzir bastante a participação do motor a combustão.
O carregador portátil do exemplar avaliado aceita de 110 a 240 V e tem corrente nominal de 13 A. Em 220 V, isso corresponde a aproximadamente 2,86 kW. Considerando a capacidade nominal da bateria e as perdas, a estimativa de recarga completa fica em cerca de sete a oito horas, tempo calculado, não medido durante a avaliação.
A instalação exige tomada compatível de 20 A, circuito exclusivo com aterramento e proteções adequadas, dimensionados por eletricista, sem adaptadores ou extensões. Com equipamento de maior potência, o B10 aceita até 6,6 kW em corrente alternada, com 3,5 horas declaradas de 0 a 100%, ou até 46 kW em corrente contínua, com 18 minutos declarados de 30% a 80%.
As contrapartidas e os pontos a melhorar
Sob o capô está uma das contrapartidas do REEV diante de um elétrico puro: o motor a combustão, com alimentação, lubrificação, arrefecimento e escapamento, além do gerador. A bateria menor economiza peso, mas parte dessa diferença é compensada por esses componentes. O B10 REEV pesa 1.785 kg em ordem de marcha e tem revisões previstas a cada 20.000 km ou 12 meses.
Ao observar o cofre, chamou minha atenção o trecho visível da admissão de ar, em posição aparentemente baixa. Não consegui identificar a entrada, escondida atrás do para-choque. A observação despertou atenção para alagamentos.
Na condução, o controlador de velocidade adaptativo poderia ser mais suave. Seus pequenos ajustes de aceleração e desaceleração destoam do refinamento do carro. No áudio, os 840 watts anunciados, os 12 alto-falantes e o subwoofer criam uma expectativa à qual a qualidade percebida, o volume e o preenchimento sonoro da cabine não correspondem.

O porta-malas de 350 litros também poderia ser maior, especialmente diante do espaço oferecido aos passageiros. Os 1.419 litros obtidos com os encostos rebatidos não resolvem a necessidade de acomodar a família e sua bagagem ao mesmo tempo. A falta do limpador traseiro é outra crítica: considero necessário em qualquer carro cujo vidro traseiro esteja sujeito ao acúmulo de sujeira, independentemente de porte ou preço.
O conforto pesa na escolha
A arquitetura REEV não garante superioridade sobre um híbrido plug-in série-paralelo. Embora mantenha a tração sempre elétrica e permita administrar o funcionamento do motor a combustão sem ligação mecânica com as rodas, há perdas na conversão da energia mecânica em eletricidade e novamente em movimento. Um PHEV que possa acoplar o motor a combustão às rodas tem mais alternativas de operação e pode evitar parte dessas perdas em estrada. A comparação precisa considerar os modelos e seu desempenho e consumo com pouca carga na bateria.
No B10, a vantagem percebida está na continuidade da aceleração e na suavidade com que o conjunto funciona, mesmo quando a gasolina participa da viagem. Isso se soma ao acerto da suspensão, à acomodação dos bancos e à qualidade do ambiente interno. São atributos que fazem diferença durante todo o percurso.
O porta-malas poderia ser maior e alguns equipamentos merecem refinamento. Ainda assim, gostei bastante de dirigir o B10, principalmente na estrada. Tem bom desempenho, viaja com desenvoltura e acomoda muito bem os passageiros. Para uma família que valoriza essas qualidades, o conforto é seu argumento mais forte.
PM
Galeria
| FICHA TÉCNICA DO LEAPMOTOR B10 ULTRA-HÍBRIDO (REEV) | |
| MOTOR E DESEMPENHO | |
| Tração | Traseira |
| Sistema de propulsão | REEV, elétrico com extensor de alcance |
| Motor elétrico | Traseiro, transversal, síncrono de ímãs permanentes |
| Potência máxima (cv) | 218 |
| Torque máximo (m·kgf) | 24,5 |
| Motor a combustão | Dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, 1,5, 16 válvulas, ciclo Atkinson, exclusivamente gerador |
| Cilindrada (cm³) | 1.499 |
| Diâmetro x curso (mm) | 73,5 x 88,3 |
| Taxa de compressão | 15,3:1 |
| Comando de válvulas | Duplo, no cabeçote |
| Combustível | Gasolina |
| Transmissão | Ligação direta do motor elétrico ao diferencial |
| Relação de transmissão | 4,227:1 |
| Velocidade máxima (km/h) | 170, limitada eletronicamente |
| Aceleração 0–100 km/h (s) | 7,8 |
| Modos de condução | Conforto / Padrão / Esportivo / Personalizado |
| Modos de energia | EV+ / EV / Combustível / Power+ |
| CONSUMO E ALCANCE | |
| Consumo urbano PBEV/Inmetro (km/l) | 13,5 |
| Consumo rodoviário PBEV/Inmetro (km/l) | 12,3 |
| Autonomia elétrica PBEV/Inmetro (km) | 68 |
| Alcance combinado WLTP (km) | 900 |
| SISTEMA ELÉTRICO | |
| Bateria | LFP (lítio-ferro-fosfato), sob o assoalho, com arrefecimento líquido |
| Capacidade da bateria (kW·h) | 18,8 |
| Potência máxima de carregamento AC (kW) | 6,6 |
| Tempo de carregamento AC de 0% a 100% (h) | 3,5 |
| Potência máxima de carregamento DC (kW) | 46 |
| Tempo de carregamento DC de 30% a 80% (min) | 18 |
| Conectores de recarga | Type 2 / CCS2 |
| SUSPENSÃO, DIREÇÃO E FREIOS | |
| Suspensão dianteira | Independente McPherson, mola helicoidal, amortecedor hidráulico pressurizado e barra antirrolagem |
| Suspensão traseira | Independente multibraço, mola helicoidal, amortecedor hidráulico pressurizado e barra antirrolagem |
| Direção | Pinhão e cremalheira, assistência elétrica |
| Diâmetro mínimo de giro (m) | 10,5 |
| Freios | |
| Dianteiros | Discos ventilados, Ø 319 mm, com frenagem regenerativa integrada |
| Traseiros | Discos, Ø 324 mm, com frenagem regenerativa integrada |
| DIMENSÕES | |
| Comprimento (mm) | 4.530 |
| Largura sem espelhos (mm) | 1.885 |
| Largura com espelhos (mm) | 2.110 |
| Altura (mm) | 1.655 |
| Distância entre-eixos (mm) | 2.735 |
| Altura mínima do solo (mm) | 170 |
| Ângulo de entrada (°) | 18,3 |
| Ângulo de saída (°) | 25 |
| CAPACIDADES & PESOS | |
| Lugares | 5 |
| Porta-malas (L) | 350 |
| Porta-malas com banco traseiro rebatido (L) | 1.419 |
| Tanque de combustível (L) | 50 |
| Peso em ordem de marcha (kg) | 1.785 |
| Capacidade de carga (kg) | 435 |
| RODAS & PNEUS | |
| Rodas | Liga de alumínio, 18” |
| Pneus dianteiros | 225/50 R18 |
| Pneus traseiros | 235/50 R18 |
| Estepe | sem estepe / com kit de reparo |
| PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS DO LEAPMOTOR B10 ULTRA-HÍBRIDO (REEV) | |
| SEGURANÇA E ASSISTÊNCIA AO MOTORISTA | |
| Bolsas infláveis (7: 2 dianteiras, 2 laterais, 2 de cortina e 1 central entre os bancos dianteiros) | |
| Controle eletrônico de estabilidade | |
| Controle eletrônico de tração | |
| Monitoramento da pressão dos pneus | |
| Leap Pilot com condução semiautônoma nível 2 | |
| Controle de velocidade adaptativo | |
| Frenagem autônoma de emergência | |
| Detecção de pedestres e ciclistas | |
| Assistente de manutenção de faixa | |
| Centralização ativa na faixa | |
| Alerta de saída de faixa | |
| Monitoramento de ponto cego | |
| Assistente de tráfego transversal | |
| Aviso de portas mal-fechadas | |
| Reconhecimento de placas de trânsito | |
| Farol alto automático | |
| Monitoramento e alerta de cansaço do motorista | |
| Câmeras com visão de 360° | |
| Sensores de estacionamento | |
| Indicação, em centímetros, da distância para obstáculos durante manobras | |
| Alerta visual pela iluminação ambiente em situações de risco de abertura das portas | |
| INTERIOR & EQUIPAMENTOS | |
| Bancos revestidos em material hipoalergênico com certificação OEKO-TEX® | |
| Bancos dianteiros com ajuste elétrico | |
| Memória de posição dos bancos dianteiros | |
| Bancos dianteiros ventilados | |
| Banco traseiro rebatível | |
| Apoio de braço central traseiro | |
| Assoalho traseiro plano | |
| Volante com ajustes de altura e distância | |
| Ar-condicionado digital automático | |
| Saídas de ar-condicionado para a segunda fileira | |
| Iluminação ambiente com intensidade e cores configuráveis | |
| Vidros laterais traseiros escurecidos | |
| Vigia traseira escurecida | |
| Teto solar panorâmico SkyView com mais de 1,8 m² | |
| Persiana elétrica do teto solar | |
| Porta-copos retráteis no console central | |
| TECNOLOGIA E CONECTIVIDADE | |
| Quadro de instrumentos digital | |
| Central multimídia de 14,6” | |
| Android Auto sem fio | |
| Apple CarPlay sem fio | |
| Navegação GPS integrada e conectada | |
| Conexão à internet | |
| Aplicativos integrados à central multimídia | |
| Comandos de voz | |
| Atalhos configuráveis na central multimídia | |
| Sistema de rotinas automatizadas | |
| Aplicativo Leapmotor com funções remotas | |
| Controle remoto das portas | |
| Controle remoto dos vidros | |
| Controle remoto da persiana do teto solar | |
| Acionamento remoto do ar-condicionado | |
| Consulta remota da localização do veículo | |
| Consulta remota do alcance e nível de carga da bateria | |
| Consulta remota da pressão dos pneus | |
| Smartphone como chave | |
| Cartões de acesso | |
| SISTEMA DE SOM | |
| Sistema de som 7.1 de 840 W | |
| 12 alto-falantes | |
| Subwoofer | |
| CONECTORES E CARREGAMENTO | |
| Duas entradas USB dianteiras | |
| Duas entradas USB traseiras | |
| Entradas USB-C com recarga rápida | |
| Carregador de telefone celular por indução | |
| Função V2L por meio de adaptador Mopar | |
| ILUMINAÇÃO EXTERNA | |
| Faróis full LED | |
| Luzes de posição de LED | |
| Luzes de rodagem diurna de LED | |
| Indicadores de direção de LED | |
| Faróis de neblina | |
| Lanternas traseiras de LED interligadas por faixa luminosa | |
| Iluminação externa automática | |
| Sistema de iluminação adaptativa | |
| Farol alto automático | |
| EXTERIOR & COMODIDADE | |
| Repetidoras de seta nos espelhos retrovisores externos | |
| Retrovisores externos com rebatimento elétrico | |
| Retrovisores externos em preto brilhante | |
| Tampa do porta-malas com abertura e fechamento elétricos | |
| Altura de abertura da tampa do porta-malas configurável | |
| Acionamento da tampa do porta-malas pela central multimídia | |
| Acionamento da tampa do porta-malas pelo aplicativo Leapmotor | |
| Rodas de liga de alumínio de 18” | |
| CORES EXTERNAS | |
| Branco Lunar | |
| Prata Estelar | |
| Cinza Tundra | |
| Preto Eclipse | |
| Azul Celeste | |
| CORES INTERNAS | |
| Preto | |
| Cinza | |
| GARANTIA E MANUTENÇÃO | |
| Garantia do veículo | 6 anos |
| Garantia da bateria e componentes do sistema de alta tensão | 8 anos |
| Intervalo de revisão | 12 meses ou 20.000 km, o que ocorrer primeiro |

