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Home Matérias Avaliações

LEAPMOTOR B10 REEV: CONFORTO E SUAVIDADE PARA FAMÍLIA

identicon por Paulo Manzano
26/10/2026
em Avaliações, China, ELETROentusiastas, Front Page, PM, Substance, Testes
Leapmotor B10 REEV (fotos: divulgação Leapmotor)

Leapmotor B10 REEV (fotos: divulgação Leapmotor)



 

 



Gosto de começar uma avaliação sabendo pouco sobre o carro, inclusive seu preço. Prefiro descobri-lo ao dirigir, sem chegar com uma opinião formada, como faria alguém interessado em comprá-lo. Com o Leapmotor B10 REEV, o que primeiro chamou minha atenção foi a combinação de desenho elegante, espaço interno e materiais muito bem escolhidos. Depois de alguns dias, o conforto se confirmou como sua principal qualidade, acompanhado de bom desempenho e de algumas limitações que apareceram no uso.

Esse conforto vai além da suspensão. Está no silêncio, na aceleração contínua, nos bancos aconchegantes e nas superfícies agradáveis ao toque. Há também um componente visual importante, especialmente no interior cinza-claro do carro avaliado. Tudo isso torna a convivência agradável, tanto na cidade quanto na estrada, sem qualquer pretensão esportiva.

Vendido no Brasil como B10 Ultra-Híbrido, o modelo chegou na linha 2027 por R$ 179.990. Por trás dessa denominação marqueteira está uma arquitetura na qual apenas um motor elétrico movimenta as rodas. O motor a gasolina aciona um gerador, permitindo continuar a viagem quando a carga da bateria fica baixa, sem depender de uma parada para recarga.

Uma cabine que convida a viajar

O B10 mede 4.530 mm de comprimento, 1.885 mm de largura e tem entre-eixos de 2.735 mm. A fabricante o classifica como suve médio no Brasil, embora seja menor em comprimento que um BYD Song Pro ou um Haval H6. Por dentro, porém, o aproveitamento é excelente. Há espaço generoso para os passageiros, assoalho traseiro plano e um grande teto panorâmico que amplia a sensação de uma cabine já bastante espaçosa.

O acabamento cinza-claro, disponível como alternativa ao preto, valoriza o desenho e a escolha dos materiais. Gostei das superfícies, dos revestimentos e do tecido na parte superior do painel. Os grandes difusores, a iluminação e os porta-objetos completam um ambiente de aparência refinada, sem depender de excesso de ornamentos.

Os bancos dianteiros têm ajustes elétricos e ventilação, mas foi a acomodação que mais me agradou. Oferecem boa sustentação ao corpo, são aconchegantes e ajudam a filtrar as irregularidades transmitidas pela suspensão. Atrás, o espaço para as pernas, as saídas de ar e o descansa-braço favorecem quem viaja por mais tempo.

Com 1.655 mm de altura total, o B10 não é dos suves mais altos. O volante tem aro grosso e boa empunhadura; já o painel de instrumentos, pequeno e próximo do motorista, poderia ter fontes maiores. Para quem precisa de correção visual para perto, algumas informações exigem esforço de leitura.

É possível visualizar o mapa nesse mostrador, mas observei apenas a navegação nativa, sem o espelhamento do Waze utilizado pelo Android Auto. Na tela central, as câmeras de 360 graus oferecem imagens completas e são muito úteis nas manobras.

O acerto da suspensão

O uso em diferentes pisos mostrou um conjunto muito bem calibrado, que controla os movimentos da carroceria sem comprometer a absorção das irregularidades. A suspensão é independente nas quatro rodas, McPherson na dianteira e multibraço na traseira, com barras antirrolagem, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos pressurizados.

Na estrada, gostei bastante do comportamento do B10. O carro é confortável, estável e tem acelerações que permitem viajar com desenvoltura. Não procura ser esportivo, nem precisa disso para agradar. A qualidade da rodagem, somada ao isolamento e à suavidade das respostas, faz com que os quilômetros passem sem esforço. No entanto, numa condução mais esportiva e intensa, logo se percebe a eletrônica trabalhando para manter a segurança. Sua intervenção é precoce, diferente do que se espera de um carro realmente esportivo.

Os pneus também participam desse resultado: 225/50 R18 na dianteira e 235/50 R18 na traseira. Os flancos têm alturas nominais de 112,5 e 117,5 mm, respectivamente, preservando uma boa quantidade de borracha para colaborar na absorção dos impactos. A maior largura atrás é coerente com a tração traseira e favorece a aplicação da força ao piso.

A altura livre do solo é de 170 mm, não das maiores entre os suves, porém o B10 passou muito bem pelas lombadas, valetas e trechos esburacados enfrentados durante a avaliação, sem raspar a parte inferior. Nessas condições, também não apareceram batidas ou rangidos de acabamento. A cabine manteve o silêncio e a sensação de boa montagem.

Tração sempre elétrica

REEV significa Range Extended Electric Vehicle, veículo elétrico de alcance estendido. No B10, o motor elétrico síncrono de ímã permanente fica atrás e entrega 218 cv e 24,5 m·kgf às rodas traseiras. A bateria LFP, de fosfato de ferro-lítio, tem capacidade nominal de 18,8 kW·h, arrefecimento líquido e fica sob o assoalho. O alcance elétrico homologado pelo Inmetro é de 68 km.

Na dianteira está o motor a gasolina de quatro cilindros, 1.499 cm³ e 16 válvulas, com ciclo Atkinson e taxa de compressão de 15,3:1. Ele aciona um gerador, cuja eletricidade pode alimentar diretamente a tração ou recarregar a bateria. Não há ligação mecânica desse motor com as rodas, e a bateria pode complementar a energia do gerador quando a demanda exige.

Mesmo com a entrada do motor a combustão, a aceleração continua suave, sem trocas de marcha ou interrupções perceptíveis na entrega de força. O B10 faz de 0 a 100 km/h em 7,8 segundos, segundo a fabricante, e tem velocidade máxima limitada eletronicamente a 170 km/h.

Durante o teste, observei o motor a combustão trabalhando entre aproximadamente 850 e 3.100 rpm. A rotação varia conforme a demanda e o gerenciamento do sistema; ele não funciona em um único regime, ao contrário da minha expectativa inicial. Sua presença começa a ser percebida perto de 2.000 rpm, mas mesmo acima de 3.000 rpm o ruído não chegou a incomodar.

O tanque comporta 50 litros de gasolina. Com ele cheio e a bateria carregada, a fabricante anuncia 900 km de alcance combinado pelo ciclo WLTP. Esse resultado e os 68 km elétricos do Inmetro vêm de procedimentos distintos e não devem ser comparados diretamente.

O que muda nos quatro modos de energia

Os quatro modos de energia definem a participação do gerador e são independentes dos ajustes de direção, resposta do acelerador e regeneração. O EV+ dá prioridade máxima à bateria e posterga a entrada do motor a combustão até um nível mínimo de carga. No EV, a preferência continua sendo elétrica, mas o sistema admite a intervenção do gerador quando necessário.

O modo Combustível permite maior participação da geração a bordo e a escolha de um nível de carga a preservar. No Power+, o gerador é acionado para assegurar disponibilidade de energia em condições de maior exigência. Isso não aumenta os 218 cv nominais do motor elétrico, mas ajuda a sustentar o desempenho em solicitações prolongadas.

 

Com a bateria carregada e em temperatura adequada, uma aceleração breve não exige necessariamente o apoio do gerador. A utilidade desse apoio aparece em viagens longas, subidas e solicitações repetidas, nas quais a bateria poderia perder carga continuamente.

Também observei aumento do alcance elétrico indicado durante a condução. Em um trecho de aproximadamente 35 km, passou de 18 para 25 km. A geração excedente pode recarregar a bateria, assim como a regeneração recupera energia nas desacelerações, mas o número de quilômetros exibido também depende da estimativa de consumo. Por isso, não é uma medição direta de carga armazenada. Parado em Power, o aumento foi de apenas 1 km indicado em cerca de 10 a 15 minutos.

A regeneração mais forte é útil quando já existe necessidade de reduzir a velocidade, como em descidas ou no trânsito. Em estrada livre, prefiro preservar o embalo e dirigir com suavidade, evitando desacelerar para depois voltar a acelerar.

Entendendo os números de consumo

Em um percurso de 206 km, o computador registrou 7,4 l/100 km e 13,8 kWh/100 km, equivalentes a 13,51 km/l e 7,25 km/kWh. O painel também informou que 47% da distância foram percorridos com o motor a combustão desligado e 53% com ele funcionando.

O detalhe é que essas médias não parecem utilizar a distância total como base. O comportamento observado no teste indicou cálculos separados: gasolina sobre os quilômetros com o gerador ligado e eletricidade sobre aqueles percorridos com ele desligado.

Aplicando esse critério, os 53% correspondem a aproximadamente 109,5 km. A média de 7,4 l/100 km nessa distância representa cerca de 8,1 litros de gasolina. Distribuídos pelos 206,6 km completos, equivalem a 3,92 l/100 km, ou 25,5 km/l, com contribuição da bateria. É uma estimativa feita a partir dos indicadores arredondados do painel, sem aferição por reabastecimento, e não um resultado de consumo exclusivamente a gasolina.

Carregar em casa continua sendo a melhor rotina

Ter gasolina disponível para continuar viajando não elimina a vantagem de carregar a bateria em casa. Para quem percorre distâncias diárias dentro do alcance elétrico, a recarga durante a noite permite reduzir bastante a participação do motor a combustão.

O carregador portátil do exemplar avaliado aceita de 110 a 240 V e tem corrente nominal de 13 A. Em 220 V, isso corresponde a aproximadamente 2,86 kW. Considerando a capacidade nominal da bateria e as perdas, a estimativa de recarga completa fica em cerca de sete a oito horas, tempo calculado, não medido durante a avaliação.

A instalação exige tomada compatível de 20 A, circuito exclusivo com aterramento e proteções adequadas, dimensionados por eletricista, sem adaptadores ou extensões. Com equipamento de maior potência, o B10 aceita até 6,6 kW em corrente alternada, com 3,5 horas declaradas de 0 a 100%, ou até 46 kW em corrente contínua, com 18 minutos declarados de 30% a 80%.

As contrapartidas e os pontos a melhorar

Sob o capô está uma das contrapartidas do REEV diante de um elétrico puro: o motor a combustão, com alimentação, lubrificação, arrefecimento e escapamento, além do gerador. A bateria menor economiza peso, mas parte dessa diferença é compensada por esses componentes. O B10 REEV pesa 1.785 kg em ordem de marcha e tem revisões previstas a cada 20.000 km ou 12 meses.

Ao observar o cofre, chamou minha atenção o trecho visível da admissão de ar, em posição aparentemente baixa. Não consegui identificar a entrada, escondida atrás do para-choque. A observação despertou atenção para alagamentos.

Na condução, o controlador de velocidade adaptativo poderia ser mais suave. Seus pequenos ajustes de aceleração e desaceleração destoam do refinamento do carro. No áudio, os 840 watts anunciados, os 12 alto-falantes e o subwoofer criam uma expectativa à qual a qualidade percebida, o volume e o preenchimento sonoro da cabine não correspondem.

O porta-malas de 350 litros também poderia ser maior, especialmente diante do espaço oferecido aos passageiros. Os 1.419 litros obtidos com os encostos rebatidos não resolvem a necessidade de acomodar a família e sua bagagem ao mesmo tempo. A falta do limpador traseiro é outra crítica: considero necessário em qualquer carro cujo vidro traseiro esteja sujeito ao acúmulo de sujeira, independentemente de porte ou preço.

O conforto pesa na escolha

A arquitetura REEV não garante superioridade sobre um híbrido plug-in série-paralelo. Embora mantenha a tração sempre elétrica e permita administrar o funcionamento do motor a combustão sem ligação mecânica com as rodas, há perdas na conversão da energia mecânica em eletricidade e novamente em movimento. Um PHEV que possa acoplar o motor a combustão às rodas tem mais alternativas de operação e pode evitar parte dessas perdas em estrada. A comparação precisa considerar os modelos e seu desempenho e consumo com pouca carga na bateria.

No B10, a vantagem percebida está na continuidade da aceleração e na suavidade com que o conjunto funciona, mesmo quando a gasolina participa da viagem. Isso se soma ao acerto da suspensão, à acomodação dos bancos e à qualidade do ambiente interno. São atributos que fazem diferença durante todo o percurso.

O porta-malas poderia ser maior e alguns equipamentos merecem refinamento. Ainda assim, gostei bastante de dirigir o B10, principalmente na estrada. Tem bom desempenho, viaja com desenvoltura e acomoda muito bem os passageiros. Para uma família que valoriza essas qualidades, o conforto é seu argumento mais forte.

PM

Galeria

FICHA TÉCNICA DO LEAPMOTOR B10 ULTRA-HÍBRIDO (REEV)
MOTOR E DESEMPENHO
Tração Traseira
Sistema de propulsão REEV, elétrico com extensor de alcance
Motor elétrico Traseiro, transversal, síncrono de ímãs permanentes
Potência máxima (cv) 218
Torque máximo (m·kgf) 24,5
Motor a combustão Dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, 1,5, 16 válvulas, ciclo Atkinson, exclusivamente gerador
Cilindrada (cm³) 1.499
Diâmetro x curso (mm) 73,5 x 88,3
Taxa de compressão 15,3:1
Comando de válvulas Duplo, no cabeçote
Combustível Gasolina
Transmissão Ligação direta do motor elétrico ao diferencial
Relação de transmissão 4,227:1
Velocidade máxima (km/h) 170, limitada eletronicamente
Aceleração 0–100 km/h (s) 7,8
Modos de condução Conforto / Padrão / Esportivo / Personalizado
Modos de energia EV+ / EV / Combustível / Power+
CONSUMO E ALCANCE
Consumo urbano PBEV/Inmetro (km/l) 13,5
Consumo rodoviário PBEV/Inmetro (km/l) 12,3
Autonomia elétrica PBEV/Inmetro (km) 68
Alcance combinado WLTP (km) 900
SISTEMA ELÉTRICO
Bateria LFP (lítio-ferro-fosfato), sob o assoalho, com arrefecimento líquido
Capacidade da bateria (kW·h) 18,8
Potência máxima de carregamento AC (kW) 6,6
Tempo de carregamento AC de 0% a 100% (h) 3,5
Potência máxima de carregamento DC (kW) 46
Tempo de carregamento DC de 30% a 80% (min) 18
Conectores de recarga Type 2 / CCS2
SUSPENSÃO, DIREÇÃO E FREIOS
Suspensão dianteira Independente McPherson, mola helicoidal, amortecedor hidráulico pressurizado e barra antirrolagem
Suspensão traseira Independente multibraço, mola helicoidal, amortecedor hidráulico pressurizado e barra antirrolagem
Direção Pinhão e cremalheira, assistência elétrica
Diâmetro mínimo de giro (m) 10,5
Freios
Dianteiros Discos ventilados, Ø 319 mm, com frenagem regenerativa integrada
Traseiros Discos, Ø 324 mm, com frenagem regenerativa integrada
DIMENSÕES
Comprimento (mm) 4.530
Largura sem espelhos (mm) 1.885
Largura com espelhos (mm) 2.110
Altura (mm) 1.655
Distância entre-eixos (mm) 2.735
Altura mínima do solo (mm) 170
Ângulo de entrada (°) 18,3
Ângulo de saída (°) 25
CAPACIDADES & PESOS
Lugares 5
Porta-malas (L) 350
Porta-malas com banco traseiro rebatido (L) 1.419
Tanque de combustível (L) 50
Peso em ordem de marcha (kg) 1.785
Capacidade de carga (kg) 435
RODAS & PNEUS
Rodas Liga de alumínio, 18”
Pneus dianteiros 225/50 R18
Pneus traseiros 235/50 R18
Estepe sem estepe / com kit de reparo
PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS DO LEAPMOTOR B10 ULTRA-HÍBRIDO (REEV)
SEGURANÇA E ASSISTÊNCIA AO MOTORISTA
Bolsas infláveis (7: 2 dianteiras, 2 laterais, 2 de cortina e 1 central entre os bancos dianteiros)
Controle eletrônico de estabilidade
Controle eletrônico de tração
Monitoramento da pressão dos pneus
Leap Pilot com condução semiautônoma nível 2
Controle de velocidade adaptativo
Frenagem autônoma de emergência
Detecção de pedestres e ciclistas
Assistente de manutenção de faixa
Centralização ativa na faixa
Alerta de saída de faixa
Monitoramento de ponto cego
Assistente de tráfego transversal
Aviso de portas mal-fechadas
Reconhecimento de placas de trânsito
Farol alto automático
Monitoramento e alerta de cansaço do motorista
Câmeras com visão de 360°
Sensores de estacionamento
Indicação, em centímetros, da distância para obstáculos durante manobras
Alerta visual pela iluminação ambiente em situações de risco de abertura das portas
INTERIOR & EQUIPAMENTOS
Bancos revestidos em material hipoalergênico com certificação OEKO-TEX®
Bancos dianteiros com ajuste elétrico
Memória de posição dos bancos dianteiros
Bancos dianteiros ventilados
Banco traseiro rebatível
Apoio de braço central traseiro
Assoalho traseiro plano
Volante com ajustes de altura e distância
Ar-condicionado digital automático
Saídas de ar-condicionado para a segunda fileira
Iluminação ambiente com intensidade e cores configuráveis
Vidros laterais traseiros escurecidos
Vigia traseira escurecida
Teto solar panorâmico SkyView com mais de 1,8 m²
Persiana elétrica do teto solar
Porta-copos retráteis no console central
TECNOLOGIA E CONECTIVIDADE
Quadro de instrumentos digital
Central multimídia de 14,6”
Android Auto sem fio
Apple CarPlay sem fio
Navegação GPS integrada e conectada
Conexão à internet
Aplicativos integrados à central multimídia
Comandos de voz
Atalhos configuráveis na central multimídia
Sistema de rotinas automatizadas
Aplicativo Leapmotor com funções remotas
Controle remoto das portas
Controle remoto dos vidros
Controle remoto da persiana do teto solar
Acionamento remoto do ar-condicionado
Consulta remota da localização do veículo
Consulta remota do alcance e nível de carga da bateria
Consulta remota da pressão dos pneus
Smartphone como chave
Cartões de acesso
SISTEMA DE SOM
Sistema de som 7.1 de 840 W
12 alto-falantes
Subwoofer
CONECTORES E CARREGAMENTO
Duas entradas USB dianteiras
Duas entradas USB traseiras
Entradas USB-C com recarga rápida
Carregador de telefone celular por indução
Função V2L por meio de adaptador Mopar
ILUMINAÇÃO EXTERNA
Faróis full LED
Luzes de posição de LED
Luzes de rodagem diurna de LED
Indicadores de direção de LED
Faróis de neblina
Lanternas traseiras de LED interligadas por faixa luminosa
Iluminação externa automática
Sistema de iluminação adaptativa
Farol alto automático
EXTERIOR & COMODIDADE
Repetidoras de seta nos espelhos retrovisores externos
Retrovisores externos com rebatimento elétrico
Retrovisores externos em preto brilhante
Tampa do porta-malas com abertura e fechamento elétricos
Altura de abertura da tampa do porta-malas configurável
Acionamento da tampa do porta-malas pela central multimídia
Acionamento da tampa do porta-malas pelo aplicativo Leapmotor
Rodas de liga de alumínio de 18”
CORES EXTERNAS
Branco Lunar
Prata Estelar
Cinza Tundra
Preto Eclipse
Azul Celeste
CORES INTERNAS
Preto
Cinza
GARANTIA E MANUTENÇÃO
Garantia do veículo 6 anos
Garantia da bateria e componentes do sistema de alta tensão 8 anos
Intervalo de revisão 12 meses ou 20.000 km, o que ocorrer primeiro
Tags: B10Leapmotor
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