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Home BF

CARROS COM COMPONENTES VENCIDOS: ALÉM DO PERIGO, DETONAM O SALDO BANCÁRIO

NÃO ADIANTA EXPLICAR QUE PNEU É COMO REMÉDIO E QUE ATÉ O SOBRESSALENTE EXPIRA MESMO GUARDADO NO PORTA-MALAS.

identicon por Boris Feldman
03/12/2022
em BF, Colunas, Opinião de Boris Feldman
Foto: racq.com.au

Foto: racq.com.au







Prazo de validade é um tema controverso no setor dos automóveis e muitos motoristas insistem em não respeitá-lo. “Mas meu pneu ainda tem muita borracha e ainda não chegou nem no TWI, o indicador de troca”, ou “tenho mesmo que trocar o óleo do motor de um carro que ainda não rodou 3 mil km?”

Se o carro é levado regularmente para a revisão programada pelo fabricante, a oficina substitui os componentes e fluidos que têm prazo de validade. Mas alguns outros, como pneus, devem ser verificados periodicamente pelo próprio dono do automóvel.

Catalisador

Equipamento da maior importância para o meio ambiente, colocado no sistema de escapamento para eliminar a nocividade dos gases emitidos pelo motor. Até o ano passado, ele deveria manter suas características — reações químicas — durante 80 mil km. Com a nova legislação de emissões, deve mantê-las por 160 mil km. Trocá-lo antes dessa quilometragem é jogar dinheiro fora. Um catalisador usado tem um bom valor, por isso há até ladrão especializado em roubar o catalisador para vender os metais nobres paládio, platina e ródio em seu interior.

Cinto de segurança

Não existe prazo para ser substituído. É considerado o mais importante componente de segurança (passiva) do automóvel. Muitos inclusive se enganam achando que são as bolsas infláveis. Negativo, tanto que as bolsas são chamadas de SRS: “Supplementary Restraint System”, ou Sistema de Retenção Suplementar em inglês. Ou seja, a bolsa inflável é um suplemento à proteção oferecida pelo cinto.

Deve-se, contudo, substituir o cinto no caso de um impacto em que ele tenha efetivamente protegido o ocupante, pois perde sua resistência inicial, atinge o ponto de ruptura. E também nos casos de carros mais antigos, em que dá sinais de desgaste, fios se soltando ou esgarçados.

Correia dentada

Nem todos os motores tiveram sua corrente metálica substituída pela correia dentada, de borracha. E muitas fábricas que o fizeram estão voltando atrás, pelos problemas que apresentam. Teoricamente são ótimas, silenciosas. Mas na prática, a teoria é outra…Sua durabilidade varia de 50 a 100 mil km, prazo indicado no manual. Algumas mais modernas, lubrificadas por óleo (do motor) podem ultrapassar os 200 mil km. Mas todas exigem especial atenção caso o carro circule frequentemente em estradas de terra ou em ambiente de mineração. Em caso de dúvida, recomenda-se trocar a correia dentada antes mesmo do prazo previsto, pois, se arrebenta, costuma provocar danos substanciais ao motor.

Fluidos

Não está prevista a substituição de diversos deles, como da direção hidráulica ou da caixa de marchas manual. Outros têm validade, como o dos sistemas de arrefecimento e de freios, que devem ser substituídos cada dois anos, independente da quilometragem. E também algumas caixas automáticas devem ter o óleo trocado. Mas o nível de todos eles deve ser sempre verificado, para se detectar um possível vazamento.

Óleo do motor

Apesar de sua essencial importância para a vida do motor, muitos não respeitam o prazo de substituição. Ou não observam as características recomendadas pelo fabricante de viscosidade e aditivação ao trocá-lo. Ou ainda decidem substituir seu filtro apenas a cada duas trocas do óleo, apesar do custo quase insignificante.

Palhetas/pneus

Todos os compostos de borracha se deterioram (oxidam) com o tempo. No caso do automóvel, as palhetas (foto de abertura) de borracha dos limpadores de para-brisa (e dos vidros traseiros faróis) devem ser substituídas a cada dois anos. Os pneus têm durabilidade — consensual entre seus fabricantes — de 5 a 6 anos. A partir daí, perdem suas características originais de aderência ao asfalto e de resistência. Depois de dez anos de fabricação, tornam-se perigosos e podem até estourar em velocidade maiores.

Velas de ignição

Não existe um prazo determinado para a substituição das velas, pois depende de sua qualidade, do combustível, etc. Mas há um consenso de que devem ser analisadas cada 50 mil km, pois muitas vezes sua aparência já indica a necessidade de substituição. Ou por alguns sintomas do motor (falha, variação da marcha-lenta, tosse, consumo, desempenho) que podem também revelar a necessidade de troca, muitas vezes junto com seus cabos.

BF

A coluna “Opinião de Boris Feldman” é de exclusiva responsabilidade do seu autor.

 

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