A partir deste mês, a Revista Cultura do Automóvel, editada por Gabriel Marazzi, passa a ser disponibilizada mensalmente no AUTOentusiastas. A publicação chega à edição nº 75, consolidando-se como referência para quem aprecia história, técnica e memória do automobilismo e do motociclismo.
Cultura do Automóvel é uma revista feita por entusiasta para entusiasta. Em cada edição, Marazzi revisita carros e motos, competições, encontros, personagens e curiosidades — sempre com iconografia caprichada e textos que carregam a vivência de quem esteve lá. É aquele mergulho gostoso nas décadas que moldaram nossa paixão, com olhar atento aos detalhes e ao contexto.
Quem é Gabriel Marazzi
Engenheiro por formação e jornalista por vocação, Marazzi começou oficialmente em 1976 na Autoesporte (motocicletas). Antes, já ajudava o pai, Expedito Marazzi, nos testes de automóveis da Quatro Rodas. Foi editor de testes da Duas Rodas por 12 anos; participou da criação da Carro; lançou a edição brasileira da Motociclismo Magazine (1997); foi diretor de redação na Editora Europa (Moto Max); mantém a coluna Cultura da Motocicleta no iG Carros. Como piloto, correu de motovelocidade nos anos 1970 e de automóveis nos anos 1980 (inclusive nas Mil Milhas). Há 11 anos, edita, diagrama e publica a Cultura do Automóvel — revista mensal dedicada à história dos automóveis e das motocicletas.
O que você encontra na revista
Dossiês históricos de carros e motos que marcaram época
Competições, bastidores e fotografias resgatadas do acervo
Encontros, cultura de garagem, “carros no cinema” e curiosidades técnicas
Texto e edição com padrão fotográfico e cuidado editorial
Faça o download: Revista Cultura do Automóvel – edição 75 – setembro 2025
Além da revista, fica o convite para assistir o podcast do Gabriel Marazzi no AE — conversas francas sobre história, técnica, motos e carros, sempre com boas histórias de pista e de redação. Vale acompanhar.
Serviço
Periodicidade: mensal
Disponibilidade: no AUTOentusiastas, a partir da edição 75
Editor: Gabriel Marazzi
Tema: história do automóvel e da motocicleta, competições e cultura
Editorial da edição 75
Diz a história que um grupo de quatro personalidades de grande renome — Henry Ford, Thomas Edison, Harvey Firestone e John Burroughs —, que se autointitulavam Os Vagabonds, viajava de carro em caravanas para acampamentos no meio do mato. Isso, lá pelos anos dez do século passado, causava enorme atração nacional e resultou no desejo que a população passou a cultivar pelos esportes outdoor.
A predileção desse povo por programas ao ar livre também foi responsável pela proliferação de trailers e motorhomes, passatempo típico dos norte-americanos. É isso que veremos nas páginas seguintes, nos primórdios do trailerismo.
Aos poucos, os fabricantes de automóveis passaram a dedicar cada vez mais seus esforços de divulgação à história de seus produtos. A indústria automobilística costumava focar apenas na atualização e na tecnologia dos novos modelos, mas, em determinado momento, percebeu que seus clientes se interessavam pelo passado da marca, assim como pela nostalgia que o visual retrô poderia proporcionar.
Lembro que a Ford, na comemoração do centenário da marca, entrou forte nessa onda, criando automóveis especiais que remetiam a seus antigos modelos. Deu certo, e outras fabricantes a seguiram.
Nesta edição mostramos as histórias da Mini, que comemora 66 anos, e da Jeep, que celebra 80 anos da criação da versão civil de seu veículo de guerra. Já publicamos aqui suas respectivas trajetórias, mas é importante incentivar as iniciativas dos atuais donos dessas marcas, que se dedicam a resgatar e a nos contar diferentes capítulos de cada uma dessas histórias.
Da nossa parte, contamos um pouquinho da história da nossa querida Rural-Willys, camioneta hoje considerada a precursora dos tão desejados utilitários esportivos.
AE






