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Home Matérias Antigomobilismo

RALI DE REGULARIDADE: O QUE É ISSO?

MODALIDADE VEM CRESCENDO AO REUNIR CARROS CLÁSSICOS EM UMA COMPETIÇÃO MOLDADA PARA ELES

identicon por Gerson Borini
09/02/2024
em Antigomobilismo, Automobilismo, Curva 3, GB
Rali de Portugal 2023 (Foto: Jorge Sá)

Rali de Portugal 2023 (Foto: Jorge Sá)







A palavra ‘rali’, do inglês ‘rally’ e do francês ‘rallye’, nos remete àquelas competições automobilísticas duríssimas, disputadas em estradas de terra, ou asfaltadas molhadas ou nevadas, geralmente em terreno montanhoso com muitas curvas e o público se acotovelando e correndo risco de morte às margens das vias (foto de abertura). E não estamos errados, esse é rali: é o de velocidade, no qual o fator determinante de vitória é velocidade em trechos fechados ao trânsito, numa corrida contra o relógio.

Já no rali de regularidade o fator determinante de vitória é justamente o que o nome diz, a regularidade Quem for mais regular em trechos pré-determinados em estradas abertas ao trânsito, vence. Isso significa que os tempos para percorrer os trechos levam em conta a velocidade máxima permitida.

Nos dois tipos de rali o carro é “tripulado” por um piloto e um navegador, e ambos podem assumir o volante durante a prova.

Ainda com fator determinante ser velocidade, temos o rali Cross Country, uma prova off-road com suas inerentes dificuldades de percurso, e o rali-reide, de longa duração e extensão como o Rali Dakar e o Rallye dos Sertões;. Tanto o rali de velocidade quanto o rali-reide têm campeonato mundial, o WRC e o W2RC, respectivamente, que acabam gerando imagens de encher os olhos de tão belas.

Quando se trata de velocidade, carros e tripulação são postos à prova, ao contrário dos ralis de regularidade, nos quais a conversa é bem diferente. Começa pelos carros normais do dia a dia, sem necessidade de qualquer preparação. É como viajar de automóvel..

Mas enquanto a emoção do lado de fora é de apenas ver os carros adesivados e numerados desfilando pelas vias, a bordo trava-se uma batalha constante entre piloto e navegador para ficarem dentro do tempo imposto pelos organizadores e a velocidade resultante. É ali que esta a emoção. E para tornar mais difícil a missão dos competidores, o caminho só vai sendo conhecido à medida que a prova vai se desenrolando.

Aqui no AE temos várias matérias sobre rali, desde as dificuldades que é organizar um, relatado pelo Ronaldo Berg, até participações memoráveis de membros e amigos do AE. Basta fazer uma busca para encontrar ótimos relatos.

Rally Clássicos São Paulo – Foto: divulgação

Regularidade é a chave do sucesso

No rali de regularidade os participantes sabem de antemão apenas o local da largada e o da chegada. Detalhes do percurso são guardado a sete chaves até a noite anterior, quando as planilhas são distribuídas, tanto as impressas como as digitais, o que impossibilita os participantes de poderem fazer um reconhecimento ou treino.

Exemplo de planilha de rali (Foto: sachseventos.com.br)

A largada é individual com os carros partindo em intervalos de 1 minuto. Portanto, ao longo da prova só acontecem ultrapassagens se algum dos competidores se atrasar ou se adiantar.

Os percursos escolhidos são por estradas públicas e abertas ao trânsito. Portanto, ao se encontrar trânsito pela frente, esse se torna um agravante para a manutenção da média horária estabelecida. Mas o contrário também acontece: o competidor do rali é quem segura o fluxo dos demais veículos.

Ao longo do percurso as médias horárias são alternadas para cima e para baixo, justamente para trazer maior dificuldade aos competidores. Os trechos de entroncamentos e pedágios são considerados deslocamentos neutros, sem controle de tempo, mas logo na sequência começa outro trecho cronometrado e a atenção ao horário tem que ser total.

Nos primórdios dos ralis de regularidade, ao longo de todo o trajeto haviam Postos de Cronometragem (PC) escondidos para aferir a hora em que cada competidor passava. A evolução chegou aos PCs e hoje são definidos por GPS ao longo do percurso e obviamente não divulgado aos participantes, ou seja, continuam escondidos. Para cada segundo adiantado ou atrasado perde-se pontos, que são computados ao final da prova.

Os carros são equipados com transponder fornecido pelo organizador que registra em tempo real o deslocamento do veículo. Ao final da prova os transponders são recolhidos e seus dados, processados, indicando quanto cada competidor passou adiantado ou atrasado nos PCs. Soma-se os pontos perdidos e tem-se a classificação final.

Carros prontos para largada no Rally Clássicos São Paulo (Foto: divulgação)

Mas onde está a emoção do rali de regularidade? Dentro do carro. É nos erros e acertos que  piloto e navegador vão identificando. A primeira grande batalha é acertar o caminho a seguir que está mostrado em forma de “tulipas” nas planilhas.

Apesar de o piloto e o navegador não saberem onde estão os PCs, há inúmeras referências para verificação do tempo e consequente velocidade média. Quanto mais próximo do tempo ideal estiver ao passar por essas referências, maior a probabilidade de zerar no PC da sua proximidade. Adiantado ou atrasado? Não importa. O que importa é corrigir a velocidade do carro e buscar o zero na próxima referência. E assim sucessivamente.

Muitas vezes não há tempo para tomar uma água ou uma conversa informal dentro do carro, pois o foco é total no caminho, tempo e velocidade a seguir. O relaxamento acontece nos trechos de descanso ou neutralizado, quando é possível conversar com outros competidores e validar o que passou e o que há pela frente.

A navegação também evoluiu para o digital. Se em um tempo longínquo os navegadores utilizavam máquinas de calcular da Facit, pois eram mecânicas e não precisavam de bateria, hoje os pilotos e navegadores contam com aplicativos para smartphone e em alguns casos é permitido utilizar antena de GPS externa para melhorar a precisão da navegação. E a planilha impressa, essa nunca é deixada de lado, pois é ali que se marcam as observações importantes passadas na reunião com o diretor de prova antes da largada.

Tela do aplicativo Rabbit para celular com sistema operacional IOs; as setas são chamadas de “tulipas”

Como curiosidade, a foto abaixo mostra o sofisticado equipamento de navegação dos profissionais do rali de velocidade:

Rali profissional exige equipamentos de maior precisão e serem montados em redundância (Foto: Google Imagens

Esse conjunto de modernidades de navegação permite que pilotos e navegador de todos os níveis participem dos ralis de regularidade, e o Rally Clássicos São Paulo vem se consolidando como um evento altamente atraente. A divisão dos carros em seis categorias, pela idade dos veículos, e mais uma categoria exclusiva para as duplas experientes, democratizou a competição, colocando todos em condições de igualdade na competição.

E se não levar troféu para casa, pelo menos vai aumentar o número de amigos e pode até conhecer um novo guincheiro.

GB

Nota do autor: o termo ‘navegador’ deixou de existir há muito tempo em favor de copiloto, conforme os regulamentos internacionais.







Tags: Rali de RegularidadeRally Clássicos São Paulo
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Fotos: divulgação Volvo

VOLVO DÁ UM PASSO A MAIS NA ELETRIFICAÇÃO

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