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Home Colunas

TENOR OU ORQUESTRA FILARMÔNICA, O QUE É MELHOR?

identicon por Bob Sharp
18/02/2024
em Colunas, O editor-chefe fala
Fotos: Andrea Bocelli (oglobo.oglobo.com), Filarmônica de Berlim (estadoarte.estadao.com.br / junção das fotos: Alexander Gromow

Fotos: Andrea Bocelli (oglobo.oglobo.com), Filarmônica de Berlim (estadoarte.estadao.com.br / junção das fotos: Alexander Gromow

Na discussão mundial atual sobre qual a melhor propulsão, a térmica ou a elétrica., os que defendem esta última se valem do argumento de o motor elétrico ter apenas uma peça móvel (rotor), contra dezenas ou mesmo centenas num motor a combustão a pistão de movimento recíproco existente há mais de um século. e que estamos fartos de conhecer. Mas fato é que ambas cumprem plena e perfeitamente sua missão:  movimentar o veículo.

Numa comparação bem simples, o motor elétrico é o tenor (Andrea Bocelli, na esquerda) e o motor a combustão é a orquestra filarmônica. Ambos produzem excelente música. Enquanto um é solitário,, o outro, requer 80 a 100 músicos que tocam  seus instrumentos em perfeita harmonia. O mesmo ocorre num motor de combustão a pistão, todas suas inúmeras as peças funcionam harmonicamente, o que me permite afirmar não haver nenhum problema com ele

O motor elétrico não tem ciclo de funcionamento, ao contrário do motor a combustão. Seu ciclo é um entre tantos grandes feitos da engenhosidade humana. Mas estamos tão acostumados com esses motores que não lhes damos valor, não nos damos conta de sua preciosidade. Pior que isso, muitos os atacam chamando-os de “dinossauros”, “passado”, “ruidosos”, “poluidores” e outros termos que visam desaboná-lo, desacreditá-lo.

No seu funcionamento válvulas abrem e fecham em total sincronia com o movimento do pistão, isso desde  simples motores monocilíndricos até complexos 12-cilindros com suas quatro válvulas. por cilindro que somam 48. Nesse motor monocilíndrico quatro-tempos funcionando a 5.000 rotações por minuto, a cada segundo ocorrem 41 centelhas na vela. Se um quatro-cilindros, 164 centelhas por segundo,. Tudo de maneira controlada e segura. Pensando bem, é mágica.

No Honda R Type que dirigi em teste de junho último, o motor de quatro cilindros, 2-litros turbo é tão suave como um motor elétrico. Na matéria escrevi: “Mais impressionante ainda é a absoluta suavidade de motor em qualquer rotação. É como se não houvesse nele peças de movimento alternado como pistões e bielas. Quanto mais tratando-se de um 4-cilindros.”

Todo motor precisa de energia para funcionar. No elétrico, obviamente energia elétrica. No motor a combustão tudo o que necessário é um combustível — líquido ou gasoso — que, na sua queima, se expande em ambiente confinado, resultando numa pressão que impulsiona o pistão. Este, valendo-se de um sistema biela-manivela, produz trabalho que, por ser circular, se chama torque.

Pense numa bicicleta: o pistão, na verdade dois, são as coxas cujos movimentos passam às pernas é estas, como as bielas, levam as forças produzida pelas coxas para os pedais, que têm a mesma função dos mancais de biela do virabrequim.

A energia para, o carro elétrico é armazenada numa bateria de grande capacidade, necessariamente volumosa e pesada, mas que apesar disso limita o alcance do veículo, o que para muitos é inconveniente. Em que o carro elétrico supera por larga margem o carro a a combustão é poder ser “reabastecido” em casa pela luz irradiada do astro-rei convertida em energia elétrica — que jamais será adulterada.

No caso da energia dos combustíveis líquidos é fácil tê-los a bordo num reservatório apropriado, que não ocupa muito espaço  e nem pesa tanto e é abastecido sem dificuldade e demora há 100 anos, o que tona o carro de motor a combustão, tanto de ignição por centelha quanto de ignição por compressão (ciclo Diesel), inerentemente prático, sem contar que vai longe e sem qualquer preocupação com quando  e onde reabastecer.

O renascimento do carro elétrico — sim, ele não é a novidade que muitos juram ser ser — tem lugar no mercado. Sem imposições de qualquer ordem, a Renault lançou o compacto Zoe em 2012, que só  no ano passado foi descontinuado para dar lugar ao novo R5 elétrico. E há o novo Megane E-Tech,, que agradou tanto a mim no lançamento quando ao Gerson em teste recente.

A escolha entre combustão e elétrico, como tantas outras, deve ser racional, nunca emocional. E ambos, tenor e orquestra filarmônica, fazem  (muito) bem aos nossos sentidos.

BS

A coluna “O editor-chefe fala” é de exclusiva responsabilidade do seu autor.

 

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Chevrolet Equinox (Foto: Divulgação GM)

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