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Home Matérias Análises

TRIUMPH BONNEVILLE 2016: 100% NOVAS, MAS IGUAIS

identicon por Roberto Agresti
06/11/2015
em Análises, Lançamentos, MOTOentusiastas

Sob o slogan “reborn”, a marca britânica Triumph apresentou recentemente uma renovada linha de sua mais clássicas motos, as Bonneville, verdadeiramente renascidas. Elas são as mais tradicionais entre todas as Triumph e mereceram um trabalho extenso de modernização, porém com o cuidado de preservar suas características de motos 100% clássicas. Lembrando: o nome Bonneville remete ao recorde de velocidade batido nos anos 1950 por uma moto-míssil empurrada por um motor bicilíndrico da marca no homônimo lago salgado em Utah, EUA. Desde então, o nome é usado pela marca inglesa em suas icônicas — e agora renascidas literalmente — motocicletas de arquitetura mais tradicional.

BRG
A Thruxton é a esportiva da família, aqui no tradicional “racing green”, very British…

Motor, chassi, suspensões, tudo é novo nas bicilíndricas, menos a arquitetura do motor, que se alterada significaria um brutal desrespeito às velhas “Bonnies” do final dos anos 1950. O motor, como eu disse, permaneceu um com dois cilindros paralelos dispostos transversalmente, mas em vez do arrefecimento a ar e de 865 cm³ de cilindrada, agora é  arrefecido a líquido e vem em dois tamanhos, um de 900 cm³ para o modelo de entrada, batizado de Street Twin, e outro de 1.200 cm³ para o restante da gama. A adoção da arrefecimento a líquido pode soar como heresia para os fãs mais tradicionalistas, mas para encarar a concorrência e especialmente  as restritivas normas anti-emissões de poluentes não haveria como evitar tal opção — exatamente o que a Porsche teve que fazer no 911 em 1998, pelo mesmo motivo.

Com isso, a Triumph garantiu mais torque e menos vibrações para suas Bonneville, sem, contudo, alterar o visual clássico. Quem olhar rapidamente para os novos motores das Bonneville mal notará o radiador, bem disfarçado entre as traves do chassi de aço. Além disso, os cilindros e cabeçotes continuam vistosamente aletados, como se fossem de um motor arrefecido a ar.

Vermelha
A mais básica da linha é a Street Twin, com motor de 900 cm³

Segundo os técnicos da marca inglesa, no 900-cm³ há 18% a mais de torque, enquanto que nos 1.200-cm³ a cifra sobe para 54% a mais, números impressionantes mas que vieram desacompanhados das referentes à cavalaria, que será divulgada mais adiante. Aos tais números: o 900-cm³ tem torque máximo divulgado de 8,16 m·kgf a 3.200 rpm, um real passo à frente ante os 6,9 m·kgf a bem mais altas 5.200 rpm do 865-cm³ “a ar”. Como era de se esperar, nos 1.200-cm³ o ganho foi ainda mais substancial, e a “patada” divulgada é de 10,7 m·kgf a 3.100 giros.

Familia
A família inteira: cinco modelos, um 900-cm³ e os restantes, 1.200-cm³

Serão cinco as versões disponíveis destas novas Triumph. No Brasil, apenas duas motos desta família eram vendidas, a T100 e a esportiva Thruxton, diferentes apenas em detalhes. Agora, todas as cinco novidades deverão chegar às revendas nacionais a partir de janeiro. A primeira será a mais básica de todas, a Street Twin, e na seqüência, ao ritmo de uma por mês, virão as T120, T120 Black Edition e as duas Thruxton, a 1200 e a 1200R.

Rider 2
As Bonneville conciliam tecnologia moderna com um visual clássico; boas de olhar, boas de andar…

Todos os preços serão divulgados mais para frente e, segundo a Triumph, a Street Twin será a máquina ideal para ser customizada. Aliás, a própria marca disponibilizará kits para este fim, batizados de “Scrambler”, “Bat Tracker” e “Urban”.

Dark
A T120 Black é a Bonnie mais “dark”, literalmente falando!

Importante mencionar que o aumento de cilindrada é apenas um item do trabalho: mesmo a mais simples Street Twin tem acelerador eletrônico ride-by-wire, controle de tração e freios com ABS.  Nas T120, T 120 Black, Thruxton e Thruxton R, a estes itens foi acrescentado um seletor para modos de mapeamento do motor. Diferenciador nas Thruxton é o fato de terem efetivamente uma pegada esportiva e não apenas uma aparência. O modelo Thruxton R tem, inclusive, suspensão dianteira invertida, amortecedores traseiros Öhlins com reservatório do gás separado e pinças do freio dianteiro da grife Brembo fixadas radialmente. Para quem quiser ainda mais, haverá um kit que deixa a Thruxton pronta para uso em pista.

A T120 no seu lay-out mais tradicional. parece saída dos anos 1950, mas é um poço de modernidade.
A T120 no seu layout mais tradicional. parece saída dos anos 1950, mas é um poço de modernidade

Este forte investimento da Triumph na mais icônica linha de suas renomadas motocicletas  visa não apenas o óbvio, reforçar sua presença no segmento. De fato, é uma resposta à altura diante das ações dos “inimigos” que invadiram sua “praia”: pode-se listar entre esses a Ducati Scrambler, as Harley-Davidson Forty Nine e Iron e a BMW R nineT, motocicletas — algumas mais, outras menos — que dissimulam na aparência clássica, retrô até, uma grande dose de eficiência que as coloca no mesmo patamar do que as mais modernas motocicletas da produção mundial.

A versão Thruxton R é a mais potente da gama. Freios, suspensões e ajuste de motor para pista.
A versão Thruxton R é a mais potente da gama; freios, suspensões e ajuste de motor para pista

Fortalecida pelo sucesso de sua linha de máxi trails, as Tiger, pelo prestígio de suas Street Triple e Speed Triple e reverenciada pela competitividade de sua Daytona, a Triumph decidiu que era hora de mexer em sua menina dos olhos, modelos “porta de entrada” da marca e ao mesmo tempo cartão de visitas histórico, imbuído de toda a carga lendária da outrora gloriosa indústria britânica de motocicletas.

Rider
Apesar de simples, a Street Twin, modelo de entrada, oferece freios ABS e controle de tração

Depois de um período de ostracismo seguido às portas fechadas, a Triumph foi literalmente ressuscitada por um magnata do ramo imobiliário no começo dos anos 1990 e hoje é um exemplo de sucesso no mundo da moto moderna. A fábrica de Hinckley  é moderna, organizada e altamente tecnológica,  exemplo claro do efetivo renascimento da indústria britânica que em meados do século 20 foi a dominadora da cena mundial. As novas Bonneville são um exemplo claro de que em vez da massificação, o futuro da moto inglesa está na qualificação e esmero, tanto tecnológico quanto construtivo.

RA

Fotos: divulgação
Tags: BonnevilleT 120ThruxtonTriumph Bonneville
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