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PESQUISA: VW KOMBI E SEUS APELIDOS PELO MUNDO

ASSIM COMO O VW FUSCA, A VW KOMBI TAMBÉM TEM MUITOS APELIDOS NOS DIFERENTES PAÍSES E ESTA PESQUISA ESTÁ LEVANTANDO ESTES APELIDOS

Alexander Gromow por Alexander Gromow
29/08/2022
em AG, Falando de Fusca & Afins
Foto: Volkswagen

Foto: Volkswagen







Com esta matéria eu apresento o que já consegui levantar, mas o trabalho está longe de terminar e eu conto com a ajuda dos leitores para completá-lo. Assim como no caso do Fusca com “Besouro”, há vários aspectos da Kombi que servem como apelido em vários idiomas, como é o caso do “Pão de Forma” que a sua forma lembra.

As Kombis também servem para expressar uma ideia, como esta que espelha o orgulho de seu dono de ser americano.

Na Alemanha o apelido mais famoso é “Bulli”. É que há um adjetivo “bullig” que quer dizer atarracado, maciço, musculoso. E é assim que era a percepção da Kombi já entre os seus projetistas em Wolfsburg. Percepção esta que se confirmou na população alemã e o apelido “Bulli”, derivado de bullig, logo se estabeleceu.

Isto veio a calhar com a definição do veículo que ao mesmo tempo servia para o transporte de pessoas — Bus; e para o transporte de mercadorias — Lieferwagem (carro de entregas). Para formar “Bulli” faltava um “l”, que foi acrescentado, e pronto: o termo “Bulli” ganhou um significado técnico também.

Uma das muitas versões de Kombi, esta com teto elevado que era ideal para food-truck, como esta que vendia crepes e café.

Quando a Kombi chegou ao mercado em 1950, a Heinrich Lanz AG produzia tratores com o nome Bulldog, e a VW ficou com receio de uma disputa de nomes. Depois disso, passado um bom tempo, a Kässbohrer AG registrou os nomes “Bulli” e “Bully” para seus veículos de preparação da neve em pistas de esqui. Mas, na Alemanha, para a maioria das pessoas, no entanto, o veículo da Volkswagen permaneceu sendo o único verdadeiro portador do apelido “Bulli”. Porém, em 2007, a Kässbohrer finalmente vendeu os direitos da marca “Bulli” para a Volkswagen, que passou a usá-lo agora de uma forma oficial.

Outros apelidos para o “Bulli” na Alemanha são: Kombi (derivado de  Kombinationskraftwagen – veículo de uso combinado – nome que depois foi usado no Brasil), “Transporter” ou “Samba-Bus” (para o modelo T1 de oito lugares com teto solar de lona e 23 janelas).

Parece um truque de Photoshop mas não é, há várias Kombis alongadas como esta.

O mundo de língua inglesa, especialmente na Grã-Bretanha e nos EUA, conhece muitos apelidos mais: “Vee-Dub” (que é uma gíria para Volkswagen), “Hippie Mobile”, “Hippie Bus”, “Hippie Van”, “Combie”, “Microbus”, “Transporter”, “Splitty”, “Split Screen” ou “Split-Window” para todos os modelos produzidos antes de 1967, em analogia com seu para-brisas dividido. Para os primeiros modelos do T1, cuja parte traseira tinha uma tampa do motor de grande porte, o nome “Barndoor” (porta do celeiro) também é frequentemente encontrado.

Uma das primeiras Kombi Samba, ainda na versão Barndoor.

Os modelos alemães desenvolvidos entre 1968 e 1979 são chamados de Bay Window (janela de enseada) por causa do para-brisas único e fortemente curvado.

Já o tipo T3 era chamado de “Vanagon”. Este modelo não chegou ao Brasil.

Uma Kombi T3 adaptada para motorhome que veio da Bolívia para uma viagem pelo Brasil.

Na África do Sul, país de língua inglesa, meu amigo Pierre Eksteen enviou os seguintes apelidos:

Tipo 1: “Splitty”, “Split screen bus”, “Fleetline” e “Old school”.

Tipo 2: “Bay window” e “Round window bus”.

Tipo 25 (para a África do Sul — que é o Tipo 3): “Kombi”, “Microbus”, “Volksie bus”, “Vellies” e “Syncro” para a versão 4×4.

Escultura bem humorada em areia de uma Kombi “Cabrita”.

Perguntei a meu amigo Ali Fakhroo, do Bahrein, e ele consultou pessoas de mais idade, já que as Kombis já deixaram as ruas por lá. Ele descobriu que não havia um apelido específico, mas o nome usado era “Va Licks Way Gan” que se aplica aos diferentes tipos acrescido das palavras bus para a versão de passageiros, pick-up para a picape e double cabin para cabine dupla.

Consultei o Hermant Kilroy de Bali, na Indonésia. Ele é do clube BVD – Bali Volkswagen Division que está completando 31 anos de existência. Por lá um dos nomes da Kombi é “Roti Tawar” que quer dizer pão de forma. Também há o nome “Komo” que é menos usado.

O amigo Nasir Shaikh do Paquistão informou que a Kombi por lá é popularmente chamada de “Foxy Dabba” onde Foxy é Volkswagen e Dabba caixa.

A Kombi das Tartarugas Ninja Mutantes, inspirado na criação do Estúdio de Criação Nickelodeon

No Peru, a ativista Volkswagen e amiga Sofia Timaná, informou que se usa simplesmente “Kombi”.

O amigo Jose Luis Illanes do Club de Petas (apelido do Fusca) da Bolívia disse que por lá também se usa simplesmente “Kombi”.

Em Portugal, a Kombi é apreciada por sua aparência típica em forma de pão e, portanto, foi batizada de “Pão de Forma”.

Algo semelhante ocorre na Dinamarca. Ela também lembra aos dinamarqueses um pão de forma e assim eles a chamam de “Rugbrød”, que é um pão integral.

Esta Kombi está homenageando o Beatles, aqui representados na época do disco Sargent Peppers

Os finlandeses acham que sua aparência lembra os antigos trens locais, então o chamam de “Junakeula” (cuja tradução é frente de trem).

Como os ingleses, os húngaros fazem alusão ao para-brisas dividido da versão T1 e a chamam de “Osztott ablakos” (janela dividida). Eles escolheram o nome “Kocka” (cubo) para o Tipo T2.

No México se usa simplesmente “Kombi”.

Uma das milhares de adaptações especiais de uma Kombi “Cabrita”, esta cortada para permitir o transporte de elementos estruturais longos.

A lista de apelidos para o VW Bus parece quase interminável: também é conhecido como “Brick” (tijolo), “Air-Cooled” (arrefecido a ar), “Camper”, “Campervan” “Cucumber” (pepino), “Fat Chick” (galinha gorda) ou “Skinny Chick” (galinha magra), “Magic Bus” (ônibus mágico), “Eurovan” ou “Dub Bus” (onde Dub vem de “Vee Dub”). E isto é o campo desta pesquisa.

O amigo Eduardo Gedrait Pires, do Sampa Kombi Clube, colaborou com a pesquisa brasileira. No Brasil, o formato interessante e monovolume rendeu o apelido “Pão de Forma” ou “Pão Pulmann” uma referência a uma marca de pães industrializados; com os modelos de para-brisa dividido ou split, produzidos até 1975, o veículo ficou conhecido como “Kombi Corujinha”, porque os faróis parecem olhos arregalados da ave, ou ainda “Kombi Jarrinha” por causa do formato arredondado da frente do veículo. Os modelos mais novos com para-brisa panorâmicos são conhecidos todos como “Kombi Clipper”, graças ao modelo alemão de 1967. Já a Kombi Pick-Up é popularmente conhecida como “Cabrita”, porque a traseira pulava como uma cabrita quando estava sem carga.

Kombi Art, pintada pelo artista plástico Reynaldo Berto, tendo a cidade de São Paulo como tema, para o Salão do Automóvel de 2006

Acrescento a isto o carinhoso apelido de “Velha Senhora” muito usado nos dias de hoje no Brasil.

Alexander Gromow, o “papa” em Volkswagen de quem o AE se orgulha de ter como colunista há sete anos, ponderou que a Kombi, os Transporter 1, 2 e 3, apelidada de Bulli na Alemanha desde que lá foi lançada em março de 1950, teve este nome utilizado quando dos primeiros estudos da versão elétrica a bateria da Kombi, mas acabou sendo ID.Buzz. Sendo a Kombi como conhecemos um utilitário, e uma vez que Bulli é um acrônimo de Lieferwagem (carro de entregas), em que Wagen (carro em alemão) ê gênero masculino, sempre na busca da nomenclatura correta — um compromisso do AE feito no nosso início há 14 anos completados último dia 24 —, decidimos corrigir o gênero desse admirável e ímpar utilitário a partir desta coluna de Alexander Gromow. Portanto, no AE agora é o Kombi.
Obrigado até aqui, “velha senhora”, bem-vindo “velho senhor”.

Bob Sharp
Editor-chefe

 

Uma Kombi T2 adaptada pela Westfalia para motorhome compatível com seu uso no inverno

AG

As fotos que ilustram esta matéria são do acervo do autor. Esta pesquisa ainda está em aberto e contribuições são bem vindas. A foto de abertura mostra diferentes tipos de Kombi produzidas na Alemanha em 1964.
NOTA: Nossos leitores são convidados a dar o seu parecer, fazer suas perguntas, sugerir material e, eventualmente, correções, etc. que poderão ser incluídos em eventual revisão deste trabalho.
Em alguns casos material pesquisado na internet, portanto via de regra de domínio público, é utilizado neste trabalho com fins históricos/didáticos em conformidade com o espírito de preservação histórica que norteia este trabalho. No entanto, caso alguém se apresente como proprietário do material, independentemente de ter sido citado nos créditos ou não, e, mesmo tendo colocado à disposição num meio público, queira que créditos específicos sejam dados ou até mesmo que tal material seja retirado, solicitamos entrar em contato pelo e-mail alexander.gromow@autoentusiastas.com.br para que sejam tomadas as providências cabíveis. Não há nenhum intuito de infringir direitos ou auferir quaisquer lucros com este trabalho que não seja a função de registro histórico e sua divulgação aos interessados.
A coluna “Falando de Fusca & Afins” é de exclusiva responsabilidade do seu autor.

 







Tags: Alexander GromowAli FakhrooBarndoorEduardo Gedrait PiresFalando de Fusca & AfinsHermant KilroyJosé Luis IllanesPierre EksteenSofia TimanáVW Kombi
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